<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245</id><updated>2012-02-09T21:01:34.980-02:00</updated><title type='text'>Filosofia barata e etc</title><subtitle type='html'>Há um ano, sintetizando uma época.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>234</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2112731186393553736</id><published>2012-01-05T13:14:00.004-02:00</published><updated>2012-01-06T12:32:33.385-02:00</updated><title type='text'>Balanço Geral de 2011</title><content type='html'>Pois é demorou, mas só agora estou tendo paciência e um pingo de inspiração para escrever. Foi necessário esticar até os 5 primeiros dias de 2012 e jogar um pouco de paciência &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;spider&lt;/span&gt; para fazer o cérebro trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo que o ano começou de forma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;descrente&lt;/span&gt;. Acho que vale a pena ressaltar, que 2010, ou melhor, o segundo semestre foi bem desanimador para mim. Várias coisas passando pela minha cabeça: Minha inércia em outra cidade, a pressão de conseguir o primeiro emprego, relações familiares &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;desgastadas&lt;/span&gt;, saudade de casa e outras coisas que prefiro não falar (uma delas quem me conhece bem, sabe o que é). Me fizeram &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;seriamente&lt;/span&gt; pensar em largar tudo e voltar para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Goiânia&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, 2010/2 foi tão deprimente, que nem me animei em escrever uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;retrospectiva&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, prometi a mim mesmo, que em 2011 se as coisas não melhorassem até o meio do ano, eu largaria tudo e voltaria para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Goiânia&lt;/span&gt;. Tive uma motivação inicial: o trabalho. Foi muito gratificante, comecei a ganhar meu próprio dinheiro, conheci "o mundo do trabalho", com suas coisas boas e ruins. A conciliação de animação e pressão, foi bem feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que me animava mais é que não era um trabalho qualquer. Eu não seria um simples "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;office&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;boy&lt;/span&gt;", em um escritório carregando papéis para cima e para baixo, enquanto os meus superiores fingem que me ensinam alguma coisa. Era um trabalho diferente, estava fazendo um Banco Comunitário (Uma espécie, de "banco do povo", que libera empréstimos a juros baixos, com avaliação fácil e cria uma moeda que só circula dentro do bairro, para incentivar o consumo local. Quem quiser saber mais, aqui está o site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_Palmas#A_Rede_Brasileira_de_Bancos_Comunit.C3.A1rios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda falando de trabalho. As pessoas com quem convivo nesse ambiente são muito legais. É uma coisa muito engraçada, pois somos um grupo de 10 pessoas, totalmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;heterogêneas&lt;/span&gt; (além da coordenação somando mais 3), mas de fato sinto uma união em nós que não ocorreria em um trabalho comum. Esses laços se fortaleceram muito no segundo semestre, acho inclusive que alguns ali serão amigos que irei levar depois que o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;projeto&lt;/span&gt; acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma experiência gratificante, apesar de cansativa. Duas reuniões por semana na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;UFF&lt;/span&gt;, e de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;sensibilização&lt;/span&gt; aos sábados nos bairros. Acordar 6:30 da manhã de sábado, para ir a um local que é quase no pé da serra, que leva a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Petrópolis&lt;/span&gt; é cansativo. Mas acreditem VALEU A PENA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me senti preenchido de tal forma, que pareceu ser justamente aquilo que me faltava. Todo esse tempo com a minha mente ocupada, fez as reflexões &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;autodestrutivas&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;diminuíssem&lt;/span&gt; bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem as férias de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;julho&lt;/span&gt;, que pela primeira vez desde que mudei para o Rio, não passei em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Goiânia&lt;/span&gt; foram  muito agradáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Goiânia&lt;/span&gt;... comecei o ano aqui! Aliás não aqui, e sim em um sítio&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;&lt;/span&gt; próximo a cidade. E de fato foram férias bem melancólicas, ainda como resultado do desânimo de 2010. Pela primeira vez, me senti preso e limitado. Apesar de querer muito voltar para cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei novamente em &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;abril&lt;/span&gt; para badalada "festa a fantasia",  e fiquei o resto da semana emendando com o feriado. Foi divertido! Uma semana muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;bacana&lt;/span&gt;. Desta vez, as coisas pareciam mais animadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;junho&lt;/span&gt; apareci novamente, e foi igualmente agradável como em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;abril&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo um balanço de tudo, hoje, tenho convicção de que quero voltar a morar aqui. Me sinto, muito mais animado para construir minha vida, neste local. Acho que no Rio, eu seria apenas "mais um", não sei porque mas acho que Goiás, como um todo é um estado incipiente, que tem capacidade para alcançar várias coisas. Vejo que meu trabalho como Cientista Social, seria mais útil aqui do que no Rio. Sempre tenho a sensação, que o Rio, não passará daquilo. E digo mais, acho que a cidade irá para o buraco após Copa do Mundo e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Olímpiadas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não rejeito o aprendizado que tive. O Rio de Janeiro e todas as experiências que me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;proporcionou&lt;/span&gt;, isso está contribuindo muito para minha formação pessoal. Hoje, não considero que ter me mudado foi um erro. Está sendo sim, uma experiência de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;aprendizagem&lt;/span&gt;. Digo que melhorei muito como pessoa nesses dois anos e meio. E acho que reuni &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;folêgo&lt;/span&gt; suficiente para continuar lá, até eu me formar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, 2012 "já tá ai". Espero que o mundo não acabe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2112731186393553736?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2112731186393553736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2112731186393553736' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2112731186393553736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2112731186393553736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2012/01/balanco-geral-de-2011.html' title='Balanço Geral de 2011'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4173950088364798030</id><published>2011-12-18T23:53:00.003-02:00</published><updated>2011-12-19T00:09:14.394-02:00</updated><title type='text'>Coração de vidro</title><content type='html'>Há alguns instantes atrás percebi que por mais sério e compenetrado que você seja, ou esteja focado em um objetivo existem coisas que extrapolam seu raio de concentração. São coisas  acontecendo tão repentinamente que faz o seu coração parecer de vidro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aquele fato que te tira do sério, seja para algo bom ou ruim. É uma sensação de extrema confusão (como sinto nesse momento). É como se questões já superadas voltassem a tona e com isso seu cérebro começa a remoer novamente. O que pode ser esclarecedor, mas em outras situações pode ser bem doloroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, de qualquer forma esse texto é um desabafo, acho que todos temos corações de vidro que por mais herméticamente fechados e modelados que estejam, sempre ocorrem fatos que os despedaçam e nos jogam em um turbilhão de reflexões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedico, esse texto a brilhante atriz de teatro Ana Velloso, que mexeu comigo com sua maravilhosa performance na peça a "aurora da minha vida".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4173950088364798030?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4173950088364798030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4173950088364798030' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4173950088364798030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4173950088364798030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/12/coracao-de-vidro.html' title='Coração de vidro'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7494101315285996791</id><published>2011-12-08T11:45:00.004-02:00</published><updated>2011-12-08T11:53:07.107-02:00</updated><title type='text'>Inacabamento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Gosto de ser homem, gosto de ser gente, porque não está dado como certo, inequívoco, irrevogável que sou ou serei decente, que testemunharei sempre gestos puros, que sou e que serei justo, que respeitarei os outros, que não mentirei escondendo o seu valor a inveja de sua presença no mundo me incomoda e me enraivece. Gosto de ser homem, de ser gente, porque sei que a minha passagem pelo mundo não é predeterminada, preestabelecida. Que o meu "destino" não é um dado mas algo que precisa ser feito e de cuja responsabilidade não posso me eximir. Gosto de ser gente porque a História em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades e não de determinismo."  - Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, págs. 52 e 53.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7494101315285996791?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7494101315285996791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7494101315285996791' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7494101315285996791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7494101315285996791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/12/inacabamento.html' title='Inacabamento'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-1209555638395459181</id><published>2011-12-05T09:37:00.001-02:00</published><updated>2011-12-05T10:18:14.606-02:00</updated><title type='text'>Notificação</title><content type='html'>Sete horas da noite. Posição corcunda diante ao computador onde no canto direito inferior da tela se passam trinta e quatro minutos que jamais voltarão. A típica página azul clara monotoniza a visão. Esses trinta e quatro minutos iniciais se multiplicam, somam, transformam em setenta e oito, enquanto a página azul teima em permanecer. A seta se alterna, clicando em fotos, tirinhas de&amp;nbsp;mal-gosto, "Meu Perfil", "Página Inicial" e o círculo com a seta que atualiza a página. Dia após dia a mesma luta contra o tédio e a mesma arma utilizada para tal: o próprio tédio. E, enquanto os trinta e quatro minutos&amp;nbsp;escoam, a vossa mente é lavada para escoar-se dela também nossos últimos sinais vitais. Melhor, ao invés de lavada, vossa mente serve de fossa para o grande número de bostas que irradiam da tela azul, a desgraça recorrente e infinda de um algoritmo quase tão perfeito que nos faz acreditar que aquela masmorra de merdas flutuantes e incandescentes é necessária, imprescindível e fundamental para a nossa determinação humanística, quando é justamente o contrário. Agora que a infecção do vírus do "livro das caras" assintota para o seu nível máximo, o que nos resta a fazer é minimizar as horas mortas dos nossos dias, os pedaços mortos de nossas consciências e tentar espantar os vermes e larvas que se alimentam das fezes azuis do mundo pós-moderno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-1209555638395459181?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/1209555638395459181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=1209555638395459181' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1209555638395459181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1209555638395459181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/12/notificacao.html' title='Notificação'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4300323548002854852</id><published>2011-11-22T20:21:00.005-02:00</published><updated>2011-11-22T20:43:16.789-02:00</updated><title type='text'>Somos todos vítimas da causalidade</title><content type='html'>Em primeiro lugar o que é causalidade? São todas aquelas coisas que acontecem em &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;decorrência&lt;/span&gt; de outras e que muitas vezes nós não temos controle sobre elas. Essa &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-corrected"&gt;ideia&lt;/span&gt; me veio a cabeça depois de assistir &lt;em&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;Matrix&lt;/span&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;Reloaded&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; , quando &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;Merovíngio&lt;/span&gt; (um traficante de informações), explica a &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;Neo&lt;/span&gt;, &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;Trinity&lt;/span&gt; e &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;Morpheus&lt;/span&gt; o efeito da causalidade na vida das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de fato, ainda pensando em &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;Merovíngio&lt;/span&gt; as pessoas estão tão imersas nesse mundo "são tão óbvias, tão burguesas, tão desinteressantes", que nem não dão conta disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma somos reféns dela. Vou dar um exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem uma avenida de uma grande cidade, em um carro tem um casal, o marido dirigindo e a esposa entrando em trabalho de parto. Agora vamos 5km a frente na mesma avenida, temos um motorista que trabalha como entregador de jornais e cansado, não &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-corrected"&gt;vê&lt;/span&gt; a hora de voltar para casa. Até que &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;PAAAA&lt;/span&gt;, o carro bate, o que gera um enorme engarrafamento. Voltamos agora 5km atrás, e lá está o marido desesperado pelo &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-corrected"&gt;engarrafamento&lt;/span&gt; e a esposa se contorcendo de dor. Um ato individual, gerou um grande problema coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é causalidade. Nessa temática o filme &lt;em&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;Crash&lt;/span&gt;: No Limite&lt;/em&gt; é um bom exemplo para aplicação de causalidade, pois aborda diversas questões étnicas raciais, através de acidentes de trânsito, várias vidas emaranhadas em uma só. Outro filme bom também é &lt;em&gt;Amores Brutos&lt;/em&gt; que conta a história de 3 pessoas envolvidas em um acidente de carro e a &lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;consequência&lt;/span&gt; disso em suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, as pessoas simplesmente ficam nervosas e desesperadas quando esse tipo de situação acontece em suas vidas. Inclusive eu, que outro dia não pude ir ao trabalho porque os "&lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;crackudos&lt;/span&gt;" roubaram cabos de cobre da linha do trem, literalmente &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;fudendo&lt;/span&gt; a vida de milhares de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é... na nossa era moderna, ou melhor, pós-moderna. Estamos acostumados com tudo tão racionalizado, &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-corrected"&gt;cronometrado&lt;/span&gt;, marcado, dosado que quando temos algum imprevisto na quebra dessa rotina perfeitamente &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-corrected"&gt;harmónica&lt;/span&gt; é o caos que se instaura. Da mesma forma como o músico principiante, que se perde em uma música por ter errado uma nota na partitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de fato é isso, o mundo se organiza em redes: sejam elas urbanas, de informações, sociais, trabalhistas, de locomoção e etc. E fica provado que vivemos de forma tão patética dependendo de mecanismos que parecem ter se apoderado sobre nós, os seus criadores. Quando no fundo, nos esquecermos justamente desse detalhe. Um relógio só marca a hora, porque alguém o acertou para marcar o horário de tempo socialmente &lt;span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error"&gt;convencionado&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para concluir a causalidade existe como a ponta de um sistema de informações que molda a rotina da nossa vida. Contudo, só nos lembramos dela quando algo dá errado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4300323548002854852?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4300323548002854852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4300323548002854852' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4300323548002854852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4300323548002854852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/11/somos-todos-vitimas-da-causalidade.html' title='Somos todos vítimas da causalidade'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3326454904853202243</id><published>2011-11-03T23:37:00.003-02:00</published><updated>2011-11-03T23:50:55.534-02:00</updated><title type='text'>Ressaca</title><content type='html'>Cá estou eu de novo, olhando para o seu rosto e lembrando daquele turbilhão de emoções que tive no momento que te conheci. E assim como o oceano, conforme fui indo mais e mais além, tudo ficou revolto e me perco entre ondas quebradas na minha cabeça, caixotes na areia (ou porque não no coração?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, mais uma vez eu me aproximo, e mais uma vez... você com esse olhar dissimulado do tipo que garante segurança e cá estou eu parado curtindo essa ressaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou parado na areia olhando o mar e ao mesmo tempo olhando para você, mas parado da mesma forma. Pensando e tatiando, se me emaranharei por essas ondas novamentes onde quase me afoguei, onde tanto ralei e levei tombos e caixotes constantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, assim como essa praia parece única... você também parece. De todas as praias por essa imensa orla carioca, apenas esta é que me agrada. É exatamente nesta que me lembro de você, mesmo que esteja bem longe daqui, bem longe do mar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pena porque de fato como nunca dominei o mar, também nunca consegui domina-la. Se bem que dominar é uma palavra muito feia, diria que tentei me jogar procurando conforto; só que o mar era revolto. Assim como seus braços que sempre teimaram em se fechar quando eu me aproximava. Ou como o seu olhar que sempre desvia do meu, quando eu o busco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então fico nessa... perdido! Assim como Bentinho se perdia no olhar de ressaca de Capitu, ou Escobar que se afogou no mar revolto. Não sei que caminho escolher:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraçar o mar ou me afogar em seus braços?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3326454904853202243?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3326454904853202243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3326454904853202243' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3326454904853202243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3326454904853202243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/11/ressaca.html' title='Ressaca'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2584004414183261804</id><published>2011-10-21T15:34:00.001-02:00</published><updated>2011-10-21T16:02:22.772-02:00</updated><title type='text'>O Amor nos Tempos do Cólera</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;"...Mas naquelas missas de solidão iam tomando consciência de que eram outra vez donas do seu arbítrio, depois de terem renunciado não só ao seu nome de família como à sua própria identidade, e tudo isso em troca de uma segurança que não passou de mais uma das suas tantas ilusões de noivas. Só elas sabiam quanto pesavam os homens que amavam com loucura e que talvez as amasse, mas que tinham tido que continuar a criar até o último suspiro, dando-lhes de mamar, mudando-lhes as fraldas sujas, distraindo-o com historinhas de mãe para lhe aliviar o terror de sair de manhã e dar de cara com a realidade. E no entanto, quando o viam sair de casa instigado por elas próprias a engolir o mundo, então eram elas que ficavam com o terror de que o homem não voltasse nunca. Isso era a vida. O amor, caso houvesse, era uma coisa à parte: outra vida."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Gabriel García Marquez&lt;/i&gt; em&lt;i&gt; O Amor Nos Tempos do Cólera&lt;/i&gt;, página 218.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;(Sobre mulheres viúvas numa missa.)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2584004414183261804?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2584004414183261804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2584004414183261804' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2584004414183261804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2584004414183261804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/10/o-amor-nos-tempos-do-colera.html' title='O Amor nos Tempos do Cólera'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4480447531139881768</id><published>2011-10-03T22:03:00.013-03:00</published><updated>2011-10-03T22:33:31.771-03:00</updated><title type='text'>Melissa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Andando de em rua em rua&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seduzindo para em breve ficar nua&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dama da noite, a dama das baladas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por onde passa todas ficam caladas&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E assim continua a andar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parando em cada esquina&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixando seguir a vida&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto todos gritam...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Melissa! Melissa! Melissa!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O destino é que nos liga!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E assim você o caminho continua&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos estão a sua procura&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do que adianta rodar sua bolsa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se no fim você vai acabar lavando roupa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida pode parecer linda&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas no final você acaba na berlinda&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é assim, que se ganha uma luta&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque no fundo todos te veêm como uma...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(solo)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Melissa! Melissa! Melissa!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O destino é que nos liga.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu ainda vou mudar sua vida!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4480447531139881768?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4480447531139881768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4480447531139881768' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4480447531139881768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4480447531139881768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/10/melissa.html' title='Melissa'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6576955055799417779</id><published>2011-09-04T21:59:00.002-03:00</published><updated>2011-09-04T22:59:17.028-03:00</updated><title type='text'>Histórias da vida Pós-moderna - Antonio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Antonio&lt;/span&gt; tem aquilo que as pessoas comuns chamam de "boa vida", tem um bom emprego, uma linda esposa e dois maravilhosos filhos. Mora no Rio, ou melhor, em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Copacabana&lt;/span&gt; a 5 minutos da praia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua Rotina começa cedo, levanta as 7 da manhã, toma um banho, escova os dentes, toma café, beija a esposa, pega o jornal ("O Globo" é claro) e sai de casa sem se despedir do filhos, pois eles já estão na escola. Caminha por 10 minutos até a estação &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Siqueira&lt;/span&gt; Campos do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Metrô&lt;/span&gt;, onde percorre 8 estações descendo na estação da Carioca, no centro da cidade. Anda apressado, anda pela avenida Rio Branco, até o imponente prédio do Banco Alfa. Um edifício todo espelhado com uma fachada digna de chamar atenção dos transeuntes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Antonio&lt;/span&gt; adentra o prédio pontualmente na marca entre 8h30 e 8h45, para começar o expediente as 9h. Nesses 15 minutos a meia hora bate um papo com  os colegas de escritório. Comentam sobre a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;bunda&lt;/span&gt; da nova estagiária e sobre a rodada do meio de semana do campeonato brasileiro. As 9h todos tomam seus postos em seus respectivos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;cúbiculos&lt;/span&gt;, feitos em divisória de gesso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Antonio&lt;/span&gt; confere sua agenda e se lembra que deve entregar relatórios para seu supervisor até as 10, deve explicar porque a conta daquela imobiliária chilena não foi captada pelo banco. Pois o seu supervisor, tem reunião com a presidência as 11 e tem que dar uma boa explicação porque a tal imobiliária não fechou com o banco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meio-dia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Antonio&lt;/span&gt; deixa o imponente arranha-céu, rumo a sua hora de almoço. Se reúne com os colegas, onde a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;bunda&lt;/span&gt; da estagiária e a rodada do meio de semana começam a perder espaço para as demandas do trabalho. Todos começam a xingar o chefe, enquanto escolhem o lugar para comer, descendo a rua da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Assembléia&lt;/span&gt; param em algum restaurante desses onde o quilo da comida é 3 reais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A comida é ingerida violentamente, com uma pressa típica dos executivos. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Antonio&lt;/span&gt; fica disperso em determinado rumo da conversa, pensa na vida, pensa na falta de tempo com os filhos e com a esposa. Pensa na pressão que sofreu no mês passado para vender suas férias, pois afinal fazia 5 anos que não tirava verdadeiras férias de 1 mês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Antonio&lt;/span&gt; e os colegas voltam ao trabalho, em um ritmo lento e de desânimo de quem como quer terminar aquilo logo e voltar para casa. As 2:30 tem uma importante reunião, para captação de uma conta de uma empresa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;mineradora&lt;/span&gt;. Por volta 4:00 depois de uma discussão &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;acalorada&lt;/span&gt;, fica decidido os termos do acordo entre a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;mineradora&lt;/span&gt; e o banco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Antonio&lt;/span&gt; volta para seu cubículo... digerindo todas as informações que tinham ocorrido, perde a atenção por um momento - a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;bunda&lt;/span&gt; da estagiária cruza o seu caminho. É nesse momento, misturando sentimentos de libido e alta censura; Se lembra de como a vida pessoal com sua mulher parece sem graça, como o sexo não é mais o mesmo, as conversas não são mais as mesmas, cada um no seu canto conversando burocraticamente sobre como foi seu dia. Ainda se lembra de que não está dando a atenção que deve aos filhos, pois eles estudam em um colégio integral. Ambos só se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;vêem&lt;/span&gt; a noite e o cansaço é tanto que nem conversam direito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meio de relatórios, reuniões, ligações, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;esporros&lt;/span&gt;, burocracias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Antonio&lt;/span&gt; termina seu dia. Sai as 6 do trabalho, os colegas o convidam para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;happy&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;hour&lt;/span&gt; semanal, ele diz estar cansado e vai para casa. Se mistura aquele emaranhado de pessoas com seus dilemas privados, aquela multidão que apesar de estar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;compartilhando&lt;/span&gt; o mesmo espaço, parece tão solitária - todos loucos para deixar aquilo - voltando para seu espaço privado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Antonio&lt;/span&gt; se espreme no metro, até chegar em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;Copacabana&lt;/span&gt;, de novo... Caminha da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Siqueira&lt;/span&gt; Campos até a sua casa.  Chega por volta de 7h30 a esposa ainda não está em casa, as crianças estão &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;estiradas&lt;/span&gt; no sofá assistindo a um canal infantil. A empregada respira aliviada, ao perceber que pode ir embora - avisa que a casa está limpa, precisa de mais produtos de limpeza e o jantar está no forno, lembra ainda que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Antonio&lt;/span&gt; precisa recarregar o seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;RioCard&lt;/span&gt; (vale transporte), pois já está acabando. Afinal de contas pagar apenas 8,80 em um dia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Copacabana&lt;/span&gt; a São Gonçalo é muita economia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Antonio&lt;/span&gt; vai tomar banho, esperando que água dissolva as frustrações do dia corrido. Nesse meio tempo a esposa adentra a casa, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Antonio&lt;/span&gt; sai do banho e a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;cumprimenta&lt;/span&gt; com um beijo na bochecha, seguido de palavras secas do tipo: "Como foi o dia?" "Bem e o seu?" "Bem, também".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por volta de 8:30 toda família senta a mesa e começam o ritual de jantar. Trabalho é assunto proibido, as crianças vão contando como o dia na escola, enquanto os pais fingem interesse. Por volta das 9h, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Antonio&lt;/span&gt; pede licença larga o prato sujo na pia e se dirige a sala de estar. Diante de um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Home&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Theater&lt;/span&gt;, com tela plana de 52 polegadas, começa a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;zapear&lt;/span&gt; pela globo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;news&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;band&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;news&lt;/span&gt; e pelo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;blomberg&lt;/span&gt; - para saber como anda a cotação das bolsas. Por volta de 10 horas... muda de canal e sintoniza o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;sportcenter&lt;/span&gt; na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;ESPN&lt;/span&gt; para ouvir a opinião da crítica &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;esportiva&lt;/span&gt; sobre a última rodada do campeonato brasileiro. As 11, desliga a televisão e vai dormir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Rotina é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;repitida&lt;/span&gt; todo dia 5 vezes por semana, aos sábados, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;Antonio&lt;/span&gt; vai correr na praia pela manhã, enquanto a tarde todos devem visitar o parque &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;lage ou&lt;/span&gt; o Jardim Botânico ou ir ver algum filme infantil com as crianças. É importante &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;contabilizar&lt;/span&gt; horas de atenção para se dizer um pai responsável. A noite, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Antonio&lt;/span&gt; e a esposa vão há um bar com um casal de amigos enquanto uma babá cuida das crianças. Aos domingos, tem almoços alternados nas casas dos pais e dos genros. Domingo a noite, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;Antonio&lt;/span&gt; começa a preparação para o trabalho na segunda...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;... Se lembra da divagação que tem todo domingo a noite "tenho que arranjar tempo para..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6576955055799417779?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6576955055799417779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6576955055799417779' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6576955055799417779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6576955055799417779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/09/historias-da-vida-pos-moderna-antonio.html' title='Histórias da vida Pós-moderna - Antonio'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6902426906561166263</id><published>2011-08-16T18:57:00.003-03:00</published><updated>2011-08-16T19:03:22.143-03:00</updated><title type='text'>Pé na estrada</title><content type='html'>"Se eu fosse embora agora será que você entenderia&lt;br /&gt;que há um tempo certo para tudo,&lt;br /&gt;cedo ou tarde chega o dia&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Se eu fosse sem dizer palavra será que você escutaria&lt;br /&gt;o silêncio me dizendo que a culpa não foi sua&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É que eu nasci com o pé na estrada com a cabeça lá na lua..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6902426906561166263?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6902426906561166263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6902426906561166263' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6902426906561166263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6902426906561166263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/08/concreto-e-asfalto.html' title='Pé na estrada'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7085973705213145477</id><published>2011-08-14T21:03:00.007-03:00</published><updated>2011-08-14T22:32:21.232-03:00</updated><title type='text'>Abominável Mundo Novo</title><content type='html'>Acompanhem o &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;raciocínio&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 de &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;abril&lt;/span&gt; - &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;Wellington&lt;/span&gt; Menezes de Oliveira, adentra uma escola no &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;subúrbio&lt;/span&gt; do Rio e mata 12 crianças. Se mata em seguida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 de &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;abril&lt;/span&gt; - Um homem na cidade de &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;Ridderhof&lt;/span&gt; na Holanda entra atirando em um &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;shopping&lt;/span&gt; e mata 5 pessoas. Se mata em seguida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;julho&lt;/span&gt; - Um radical de extrema direita entra atirando em uma ilha, onde havia uma reunião de um partido de centro-esquerda. Mata 15 e fere mais de 100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana Passada - A juventude na cidade de Londres se revolta e quebra comércios e casas, o movimento também é desencadeado em outras cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;Coincidência&lt;/span&gt;? Maluquice? Psicopatas? &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;Arruaceiros&lt;/span&gt;? Vândalos? Segundo a grande &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;mídia&lt;/span&gt;, sim. Mas &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;sociológicamente&lt;/span&gt; falando também sim... &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;maaaaaaaas&lt;/span&gt;, um sim bem relativo vamos aos fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;Wellington&lt;/span&gt; sofria &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;bullying&lt;/span&gt; na escola era rejeitado pelas garotas, e ridicularizado pelos meninos. Tinha sérios transtornos psicológicos, que somados aos maus tratos no ambiente escolar resultou nessa tragédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias depois, um militar bitolado entra em um &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;shopping&lt;/span&gt; em uma pacata cidade da Holanda e faz o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três meses e meio depois um &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;neo&lt;/span&gt;-&lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;facista&lt;/span&gt;, que achava o mundo bizarro sendo &lt;span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error"&gt;incomprendido&lt;/span&gt;, vendo um país onde apesar de muito bem estar está sendo invadido por imigrantes, e um &lt;em&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error"&gt;welfare&lt;/span&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error"&gt;state&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; que é desmontado aos &lt;span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error"&gt;poucos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa juventude Londrina, o que dizer? Sem &lt;span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-corrected"&gt;perspectiva&lt;/span&gt;, sem emprego, benefícios sociais cortados, centros comunitários fechados. Uma taxa de desemprego entre os jovens que chega a 35%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, chamem do que vocês quiserem. Relação causa-efeito, &lt;span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error"&gt;Ação&lt;/span&gt; e &lt;span id="SPELLING_ERROR_24" class="blsp-spelling-error"&gt;Reação&lt;/span&gt;, Aparência e Essência, no fundo tudo isso está interligado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o mundo ocidental pós-moderno em que vivemos, meus amigos! Esses fatos não são mera &lt;span id="SPELLING_ERROR_25" class="blsp-spelling-error"&gt;coincidência&lt;/span&gt;. Vemos um momento em que há um véu em torno das instituições sociais. Fala-se muito em sistema, mas e ai, alguém já viu o sistema? Alguém já falou com ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas mudam de país, o dinheiro muda, o consumo muda, as pessoas mudam. E o que é o mais bizarro não mudam e se estabelecem, continuam a mudar constantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde estavam as instituições educativas quando &lt;span id="SPELLING_ERROR_26" class="blsp-spelling-error"&gt;Wellington&lt;/span&gt; mostrava traços violentos, onde estavam elas para coibir o &lt;span id="SPELLING_ERROR_27" class="blsp-spelling-error"&gt;bullying&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro era um militar com tendências &lt;span id="SPELLING_ERROR_28" class="blsp-spelling-corrected"&gt;facistas&lt;/span&gt;, por que ele era assim? Será que esse mundo mutante e desenfreando não o motivou? Posso dizer o mesmo para o norueguês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a juventude de Londres por tudo que eu citei, já está &lt;span id="SPELLING_ERROR_29" class="blsp-spelling-error"&gt;implicíto&lt;/span&gt; o porque das revoltas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, esse mesmo &lt;span id="SPELLING_ERROR_30" class="blsp-spelling-error"&gt;caráter&lt;/span&gt; líquido da nossa realidade &lt;span id="SPELLING_ERROR_31" class="blsp-spelling-error"&gt;contemporânea&lt;/span&gt; deixa as pessoas inertes, sem saber o que fazer. Ou simplesmente desligadas da realidade. É incrível como a classe média e a Elite, ficam desprendidos da mazela que nosso modelo de produção gera. E só se manifestam quando tem seu conforto incomodado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso ficam com essas coisas ridículas do tipo "tem que matar", "Meu Deus, aonde esse mundo vai parar?". Não há senso crítico é como se simplesmente, um monte de pessoas enxergassem eles como malucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muitas dessas manifestações acontecem como explosões esporádicas, pois as pessoas não são mais politizadas, elas perderam o hábito de se organizar para buscar seus direitos. Então quando eles são violados a tal ponto de gravidade, o desespero e o medo falam mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como escreveu o historiador &lt;span id="SPELLING_ERROR_32" class="blsp-spelling-error"&gt;Mike&lt;/span&gt; Davis, no livro Planeta Favela, é o seguinte:&lt;br /&gt;Existe no mundo uma massa amorfa de indivíduos, esses nem sequer participarão do processo de trabalho e consumo, o mundo vai se equilibrando sem eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É &lt;span id="SPELLING_ERROR_33" class="blsp-spelling-error"&gt;exatamente&lt;/span&gt; assim que vivemos, nos equilibrando... Vivemos com todas essas contradições, com instituições voláteis que não atendem a nossas &lt;span id="SPELLING_ERROR_34" class="blsp-spelling-error"&gt;expectativas&lt;/span&gt;. Por isso apelamos para igrejas &lt;span id="SPELLING_ERROR_35" class="blsp-spelling-error"&gt;neo&lt;/span&gt;-&lt;span id="SPELLING_ERROR_36" class="blsp-spelling-error"&gt;pentecostais&lt;/span&gt; e cursos de auto-ajuda. Pois buscamos nos completar de alguma forma, sempre buscamos saídas, mas elas são sempre individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde estava as instituições pedagógicas educacionais para acompanhar o &lt;span id="SPELLING_ERROR_37" class="blsp-spelling-error"&gt;Wellington&lt;/span&gt;, onde estavam as instituições públicas inglesas para mostrar algumas &lt;span id="SPELLING_ERROR_38" class="blsp-spelling-corrected"&gt;perspectiva&lt;/span&gt; para esses jovens na Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esses &lt;span id="SPELLING_ERROR_39" class="blsp-spelling-corrected"&gt;escandinavos&lt;/span&gt; se não são, resultados de mera contradição social? Não são eles pessoas que se &lt;span id="SPELLING_ERROR_40" class="blsp-spelling-corrected"&gt;perturbaram&lt;/span&gt;, vendo na sua falta de saída, a culpa alheia, sendo a morte delas a única opção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou defendendo essas pessoas, pois os que morreram eram inocentes. Repito, inocentes, pois por um momento eu ia escrever "eles não tinham nada haver com isso", mas pensei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que não é por "nada haver com isso", que esses seres ficaram ignorados fluindo por aí nessa sociedade maluca e fizeram essas atrocidades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja um exagero, mas não estamos caminhando para a &lt;span id="SPELLING_ERROR_41" class="blsp-spelling-error"&gt;Bárbarie&lt;/span&gt;? Esses fatos não são &lt;span id="SPELLING_ERROR_42" class="blsp-spelling-error"&gt;coincidência&lt;/span&gt;, esse monte de indivíduos abandonados por aí irão se rebelar mais e mais vezes. E temos sérios problemas vindo por ai... segundo estudos, a água deve acabar na Europa por volta de 2025.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E advinha que tem vai continuar tendo água? Pois é, isso ai. Só espero que não &lt;span id="SPELLING_ERROR_43" class="blsp-spelling-error"&gt;exploda&lt;/span&gt; uma terceira guerra mundial por causa disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7085973705213145477?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7085973705213145477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7085973705213145477' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7085973705213145477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7085973705213145477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/08/abominavel-mundo-novo.html' title='Abominável Mundo Novo'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7825581857037041286</id><published>2011-07-15T11:10:00.004-03:00</published><updated>2011-07-15T12:32:43.593-03:00</updated><title type='text'>Ateu não, mas sem religião</title><content type='html'>Estava vendo um daqueles &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;vlogueiros&lt;/span&gt; ateus, e acho que eles comentam muitas coisas interessantes. Entretanto, não concordo com tudo. Acho que eles cometem o pecado de serem excessivamente racionais, como se não houvesse nada entre o "céu e a terra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acredito em Deus, mas não em religião. Considero que a religião é uma mera construção social. Se fosse só isso, acho que não haveria problema nenhum, pois a maioria das nossas instituições (se não todas), são construções sociais. O problema a meu ver é aquilo que dá legitimidade a ela: O &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;caráter&lt;/span&gt; divino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora bolas, uma instituição humana basear sua reprodução em algo que é &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;sobrenatural, me incomoda bastante&lt;/span&gt;. Acho que o problema da religião é esse. Não há religião correta, como os fanáticos acreditam. Deus não desceu a terra e apontou aos mortais qual religião eles devem seguir. O papa não chegou a tal cargo porque Deus quis, mas porque um conclave composto de pessoas mortais e &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;falíveis&lt;/span&gt; como qualquer outra o elegeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora todas as atrocidades que as instituições religiosas fazem até hoje. Quantos morreram nas cruzadas em nome de Jesus? Quantas pessoas morreram por causa dos homens bombas fundamentalistas? Quantas pessoas são impedidas de ascender socialmente na &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-corrected"&gt;Índia&lt;/span&gt; por causa de sua casta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de todos os conservadorismos (esse é o ponto que mais afino com os ateus). É um absurdo que em pleno século XXI as religiões ditas cristãs, sejam contra o uso de camisinha. Ou então contra determinados tipos de tratamentos médicos por não serem "de Deus". Além de se meterem em assuntos que não são de cunho religioso, como a política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho um &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-corrected"&gt;absurdo&lt;/span&gt; a existência de uma bancada católica ou evangélica na câmara. Política e religião não se misturam. É nesses casos que aparecem bizarrices, como a senhora &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;Myriam&lt;/span&gt; Rios que afirma que os &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;homosexuais&lt;/span&gt; tendem a pedofilia (quem ficar curioso digite no &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;youtube&lt;/span&gt;), ou então, toda campanha ridícula feita contra &lt;span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error"&gt;Dilma&lt;/span&gt; na última eleição. Sem &lt;span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error"&gt;embasamento&lt;/span&gt; politico nenhum, apenas religioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Marx escreveu "A religião é ópio do povo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por falar em &lt;span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error"&gt;Dilma&lt;/span&gt;... engraçado como todos a chamaram de terrorista, mas ninguém chama o papa de nazista? Para quem não sabe quando jovem, o senhor Josef &lt;span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error"&gt;Ratzinger&lt;/span&gt;, vulgo Bento XVI, participou da juventude nazista(digitem no google "papa nazista" ou algo desse tipo e vocês descobrirão). Também foi prefeito da &lt;em&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error"&gt;Congregração&lt;/span&gt; para Doutrina da Fé,&lt;/em&gt; &lt;span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error"&gt;orgão&lt;/span&gt; que substituiu a antiga &lt;em&gt;Suprema e Sacra &lt;span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error"&gt;Congregração&lt;/span&gt; da Inquisição Universal.&lt;/em&gt; Sim, a famosa Santa Inquisição, que queimou mulheres por serem bruxos, cientistas por defenderem o progresso além do extermínio sumário de qualquer pessoa que fosse considerada ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como capítulo especial dessa história, ressalto o julgamento de Leonardo &lt;span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error"&gt;Boff&lt;/span&gt;, que consolidou no Brasil o movimento da &lt;em&gt;teologia da libertação&lt;/em&gt;, que visava dar um tom mais progressista a igreja. O Sr. &lt;span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error"&gt;Ratzinger&lt;/span&gt;, foi o responsável pelo voto de silêncio do então padre Leonardo &lt;span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error"&gt;Boff&lt;/span&gt;. Que pouco a pouco foi afastado dos holofotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engraçado, Leonardo &lt;span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error"&gt;Boff&lt;/span&gt; sentou na mesma cadeira que Galileu &lt;span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error"&gt;Galilei&lt;/span&gt; foi julgado. &lt;span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error"&gt;Irônico&lt;/span&gt; não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso ai meu povo, esse é o representante de Deus na terra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda tem as igrejas evangélicas, que eu prefiro nem comentar, se não vou escrever o que nem devo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, agora indo para a parte mais leve do texto, eu não nego Deus, ou melhor a espiritualidade. A ciência não explica tudo, o ser humano tem muitos vazios é ai que a fé entra preenche-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, o que discordo dos Ateus que pra mim acabam caindo numa espécie de neopositivismo, como se todos os &lt;span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-error"&gt;atos&lt;/span&gt; que acontecem na terra fossem estritamente materiais e ciência explicasse tudo. Acho que existem uma série de coisas, tanto boas como ruins, que estão além disso tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também acho que os fenômenos explicados pela ciência são perfeitos, não é possível que não haja algo por trás disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que é o ponto da fé é isso, o &lt;span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error"&gt;achismo&lt;/span&gt;. Você acredita e ponto final, não há discussão. Contudo, acho que a fé é um sentimento tão &lt;span id="SPELLING_ERROR_24" class="blsp-spelling-error"&gt;subjetivo&lt;/span&gt; que nós nem temos o direito de &lt;span id="SPELLING_ERROR_25" class="blsp-spelling-error"&gt;externaliza&lt;/span&gt;-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito também que a crença em Deus, não determina o &lt;span id="SPELLING_ERROR_26" class="blsp-spelling-error"&gt;caráter&lt;/span&gt; da pessoa ou se ela terá sucesso na vida ou não. Todos os ateus que eu conheço são pessoas muito melhores, do que muito desses ratos de igreja, que rezam o dia inteiro, mas nada fazem pelo próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintetizando, eu creio em Deus e em Espiritualidade, mas é MEU Deus e MINHA Espiritualidade. Não é uma construção social imposta por uma instituição mentirosa e manipuladora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que minha família é de formação &lt;span id="SPELLING_ERROR_27" class="blsp-spelling-corrected"&gt;espírita&lt;/span&gt;, e acho que minhas crenças &lt;span id="SPELLING_ERROR_28" class="blsp-spelling-error"&gt;abstratas&lt;/span&gt; derivam disso. Mas não sou espírita. Porque considero que a reencarnação segundo essa doutrina é uma legitimação da desigualdade, "nasci em uma condição boa, porque fui bom em outra encarnação", "Estou mal, porque tenho &lt;span id="SPELLING_ERROR_29" class="blsp-spelling-error"&gt;carmas&lt;/span&gt; a cumprir de outra encarnação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que defendo é liberdade de canalizar sua fé individualmente, sem uma ferramenta de apoio. E mais importante cada um poder interpretar isso a sua forma sem imposição religiosa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7825581857037041286?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7825581857037041286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7825581857037041286' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7825581857037041286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7825581857037041286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/07/ateu-nao-mas-sem-religiao.html' title='Ateu não, mas sem religião'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6939219391249031745</id><published>2011-07-03T00:24:00.003-03:00</published><updated>2011-07-03T15:32:17.610-03:00</updated><title type='text'>Aparência e Essência</title><content type='html'>O método Marxista de estudo consiste em partir de questões gerais para específicas. Partindo da esfera da aparência, onde as informações aparecem como um "todo caótico". A partir daí, é feito o chamado "estudo ontológico" (entrar no ser, e revelar sua verdadeira face). Com isso fica visível que aquilo que salta os olhos, ou seja, o que está na aparência é explicado por questões muito mais subjetivas. Em seguida, é feito o caminho de volta. Com o conhecimento da essência explicamos a aparência falsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, meus objetivos com esta explanação estão bem aquém da análise Marxiana, mas é interessante notar como essa dicotomia aparência/essência está presente em nosso cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo com um exemplo banal, mas bem sintético sobre meu argumento. Quando estamos em festa/balada ou qualquer tipo de confraternização, sempre julgamos as pessoas pela aparência. Quando você olha para uma alguém que acha interessante, o que "salta aos olhos" é a aparência não a essência (É claro, que muitas vezes julgamos as pessoas através de sistemas de classificação já incorporados. Bourdieu e Goffman explicam isso, entretanto é um julgamento que pode não corresponder a realidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos outros tantos exemplos, porque sempre que digitamos o nome de alguma cidade turística no google, só aparece lugares bonitos? É claro a resposta está implícita, há sempre aquilo que se quer ver, e aquilo que seja escondido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos citar as falácias do governador Sérgio Cabral com suas UPP´s como se fosse a grande salvação contra violência urbana. Na aparência a polícia ocupou o morro, na essência os traficantes fogem para outro. Sem falar nessa polícia corrupta que nos "protege", aceitando suborno e montando milícias. Ainda vale lembrar que para os moradores pouca coisa muda, pois antes eram oprimidos pelos traficantes, agora são oprimidos pelo governo. Ou então, professor é vagabundo, aluno é vandâlo e bombeiro é marginal, entretanto, se esconde a incompetência misturada com o rabo preso neoliberal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como todas essas mentiras que rodam Copa do Mundo e Olímpiadas... mas nem prefiro falar sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim, vamos voltar para vida interpessoal. Pois não quero que o texto fique muito pesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É engraçado que quando sua mente começa a ser permeada com esse tipo de pensamento você fica, digamos, receoso... Quando está em algum lugar de cofraternização, especialmente naqueles que você não se encaixa bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade também, que muitas vezes você pode se encaixar em um grupo que tenha as mesmas disposição para gostos que você (Olha o Bourdieu ai de novo), geralmente os grupos que nós enquanto indivíduos participamos, geralmente tem algum fator (ou fatores) que mantém a unidade. E mas engraçado ainda é que esses fatores podem ser bem divergentes em cada grupo que certo indivíduo participa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nos leva a outro ponto, talvez a essência seja moldada. Mas a questão é essa essência é individual? Social? Ou os dois? Ahhhhhh acho que tá muito tarde para eu ficar com esses devaneios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Anyway,&lt;/em&gt; o que quero dizer é devemos ter cuidado. A moral desse texto gira em algo do tipo "não julgue o produto, pelo rótulo". E especialmente as pessoas... as mais belas podem ser as mais fúteis, assim com as mais feias podem ser as mais interessantes (apesar de que "interessante", ´"fútil", "bela", "feia" são meras preposições).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim, espero ter me feito entender, tomara que esse texto não tenha ficado muito abstrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedico esse texto ao meu amigo Alex Bruno Cezne, cujo o qual conversei bastante no último feriado sobre essas questões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6939219391249031745?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6939219391249031745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6939219391249031745' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6939219391249031745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6939219391249031745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/07/aparencia-e-essencia.html' title='Aparência e Essência'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5846940817203706420</id><published>2011-07-01T15:22:00.001-03:00</published><updated>2011-07-01T15:24:10.332-03:00</updated><title type='text'>Conto - Espírito de Lobo (Parte V)</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; O nome “Kinder” fora escolhido antes mesmo do próprio cão. Era época de páscoa e Samanta ganhara dos pais o ovo da Kinder, daqueles que têm um brinquedinho surpresa dentro. Samanta abrira o ovo, ignorando por algum tempo o chocolate, empolgada para ver o brinquedo que lhe aguardava dentro da parte branca. Encontrou ali um pequeno cão sorridente, com sua língua pra fora como se estivesse sendo jogada para trás pela ação do vento, em cima de uma bicicletinha de modelo “triciclo”. Bastava Samanta ativar um simples sistema de engrenagens girando uma chave que saía nas rodas de trás da bicicletinha e colocá-la ao chão que rapidamente o cão estava pedalando no chão da sala, entrando por debaixo das mesas, sofás, cadeiras, abajures, por onde Samanta corria atrás alegremente. Meia hora depois Samanta se cansou ou enjoou ou simplesmente se lembrou de que tinha um ovo inteiro de chocolate à sua espera na mesa da cozinha onde seus pais já o comiam em pequenos pedaços, pois não resistiram à tentação mas não suportariam comer mais para não magoar a alma da filha, e conversavam sobre a possibilidade de presentear a filha com um cachorrinho no seu aniversário, não resistindo à felicidade de ver a pequena correndo atrás de um em miniatura bizarramente colocado sobre um triciclo azul... No sábado seguinte, numa manhã de sol típica de outono, a família vai à loja de animais. Não foi um processo muito demorado. Samanta já havia decidido a raça, a mesma do cachorrinho de brinquedo, e o nome, de modo que só foi chegar, bater o olho no filhote de Beagle na parte mais central da loja (por entre pinchers, yorkshires e outros cães de bolso) que já estava decidido. Um fato interessante, e que de certa forma agradou um pouco a mãe, foi que o cachorrinho escolhido por Samanta estava coincidentemente em promoção, não uma simples promoção, mas o cão saiu pela metade do preço do que um outro sairia na mesma situação. O pai, cético, desconfiou e fez nascer em si um verdadeiro veterinário. Naquele momento ele sabia de tudo em doenças de animal, de pelugem, de problemas com o crescimento... e, de forma minusciosa analisou cada centímetro do corpo do animal e se sentiu extremamente orgulhoso quando, imediatamente, encontrou, um pouco tampado pela orelha direita do bicho, um tumor, uma grande verruga de aspecto horripilante. “Há, sabia que esse vendedor de merda queria passar a perna na gente com esse papo de promoção... Mas em mim você não vai passar a perna! Ahhh, sou muito foda. Por essa ele não esperava, vou lá pagar um sapo agora mesmo.” pensava um pouco nervoso e cheio de razão, como sempre, o pai indo em direção ao vendedor que nesse ínterim ocupara-se com uma outra cliente, já idosa, que entrara na loja com o intuito de dar banho num já relusente shitzu que segurava no colo. O vendedor, já percebendo o que se sucedera, agilmente pede à atendente ociosa que ajude o pai de Samanta. Tal atendente era uma jovem recém formada que efetuava seu primeiro trabalho, não havia mais de dois meses de casa, mas era de uma beleza impecável e simpatia incomparável que minimizava sua falta de experiência. Diante dela, o lado veterinário do pai sumia aos poucos, dando lugar a um lado bobo-galanteador que há muito vivia escondido atrás dos muitos outros eus, principalmente do respeitável-trabalhador-sério-homem-de-família. O pai sabia que tinha de manter a seriedade e focar-se no assunto do tumor auricular do cãozinho que seria de sua filha, mas ele sabia também que, no fundo essa tentativa nada mais era do que um exercício mental que ele se propunha a fazer para diminuir um pouco a sua culpa diante da fraqueza de enfrentar aquela frágil e linda moça de olhos grandes e bunda perfeita. Ela, por sua vez, sabia bem do tumor do pequeno Beagle pois havia ajudado a cuidar deste desde que nasceu, fazendo com que aquela anomalia fosse, até agora, seu maior desafio de profissão, desiludindo-se um pouco com algumas crueldades que os pet-shops e esse tipo de indústria faziam com os animais para torná-los, digamos, mais “comerciáveis”. Ela era o tipo de pessoa que achava maldade o simples e comum ato de, ao nascer, colocarem fitas que prendiam as pequenas orelhas dos filhotes de Yorkshire na parte de trás da cabeça, para poderem crescer com as orelhinhas levantadas e, com isso, atrairem uma maior clientela, ou melhor, ficarem mais bonitinhos. Dessa forma, ela nada tinha a ver com o chamativo anúncio de “PROMOÇÃO” colocado junto a gaiolinha do cão alguns dias antes. Ela ainda não havia entrado no espírito das “coisas como são” e ainda vivia no mundo romântico onde os veterinários eram os melhores seres do universo e que tratavam os animas de igual maneira que tratavam os humanos, e, na sua opinião, aquele tumor não era motivo de o preço do coitado ser menor que o dos outros. Contou tudo o que sabia, com muita simpatia e certa ingenuidade, ao pai, que lhe observava capturando no ar as informações que considerava mais importantes e passando o resto do tempo olhando para seus olhos e lábios, dando a mesma atenção às informações quanto daria às maximas temperaturas de sua cidade caso fosse a Scarlet Johansson vestida de biquini fio dental quem apresentasse as notícias do tempo. Ela contou que o pobre cão já havia nascido com o tumor e que ele era muito maior no momento do nascimento, quando ocupava quase toda a metade direita do rosto e do focinho do recém nascido. Só que, já na primeira noite o tumor naturalmente dera uma melhorada sem motivo, porém não deixando de ser bastante considerável. Com o rápido crescimento do cão o tumor ia tomando proporções menores apesar de não diminuir de fato. Os veterinários tentaram vários tipos de remédios e tratamentos, mas sem sucesso. O tumor, que supunham ser benígno, não aumentava nem diminuía com o tempo e então concluíram que aquele pobre cão, mais fraco geneticamente, viveria menos, se é que conseguiria passar do primeiro ano de vida. No começo, quando o colocaram na gaiola-vitrine, a sua aparência anômala assustava as crianças e causava um falso pesar nos adultos, ficando ele escondido e cada vez mais jogado para um canto. Quando viram que não conseguiriam vendê-lo, deram a última tentativa, recolocando-o na parte central da loja, já com o anúncio promocional e, não muitos dias depois, entra Samanta e sua família para levá-lo de vez dali e passar pra frente o abacaxi. Samanta não teve olho para outro cão da loja. Entrou totalemente decidida e foi ao encontro do fututo Kinder como se já soubesse onde ele a estaria esperando, e ignorando a grande placa, conversou telepaticamente com o cão e o escolheu para companhia. O cão, sem saber o que estava acontecendo, abarcou na idéia e ficou feliz por estar saindo de vez daquela maldita gaiola.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5846940817203706420?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5846940817203706420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5846940817203706420' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5846940817203706420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5846940817203706420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/07/conto-espirito-de-lobo-parte-v.html' title='Conto - Espírito de Lobo (Parte V)'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-1313381890550441971</id><published>2011-06-20T19:50:00.002-03:00</published><updated>2011-06-20T20:01:23.861-03:00</updated><title type='text'>Texto Aleatório</title><content type='html'>O que dizer, quando não há nada para ser dito? Cá estou eu em uma sexta feira a tarde, do dia 27 de maio, sem fazer nada, olhando o vazio desta universidade em uma sala de aula. Eu poderia muito bem estar estudando, mas há momentos em que a preguiça bate e nada vem a mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia está nublado, daqui vejo a baía de Guanabara, que parece bastante tranquila. Acho que já disse isso, mas o Rio fica muito mais bonito com o céu nublado do que ensolarado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico aqui nesta sala de aula, nesta cidade fantasma (pois assim é Niterói as sextas), sem saber o que fazer. É um simples sentimento de tédio, misturado com uma preguiça de estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é bom nem ruim, é simplesmente o desejo de ficar parado, sozinho, quieto sem entrar em contato com ninguém. Só eu e minha subjetividade, ou então, eu, minha caneta e meu caderno. Estamos em perfeita harmonia, não precisamos de mais ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só falta o relógio parar neste momento. Seria o ideal para expressar todo sentimento de inércia que há neste exato momento. Esse é o tipo de sentimento que me acomoda, talvez por isso tenha lutado contra ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para saber que no final, depois de tudo isso, somos apenas pessoas medíocres, buscando objetivos medíocres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-1313381890550441971?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/1313381890550441971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=1313381890550441971' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1313381890550441971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1313381890550441971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/06/texto-aleatorio.html' title='Texto Aleatório'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6682296999315401394</id><published>2011-06-16T21:47:00.002-03:00</published><updated>2011-06-16T22:00:50.593-03:00</updated><title type='text'>Bullshit Faith</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;"I'm not a prophet or a stone age man&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Just a mortal with the potential of a superman&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;I'm living on&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;I'm tethered to the logic of Homo Sapien&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Can't take my eyes from the great salvation&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Of bullshit faith "&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;i&gt;David Bowie&lt;/i&gt; em &lt;i&gt;Quicksand&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Não sou um profeta ou um homem das cavernas, sou apenas um mortal com o potencial de um superman, estou vivendo a vida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Estou preso à lógica do Homo Sapiens, por isso não tiro os meus olhos ou a minha atenção da Grande Salvação dessa &lt;i&gt;bullshit faith&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Muito linda essa música. Todos nós temos o potencial de um Superman..... ah porra, to com preguiça pra escrever qqer merda!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6682296999315401394?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6682296999315401394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6682296999315401394' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6682296999315401394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6682296999315401394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/06/bullshit-faith.html' title='Bullshit Faith'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7264366550166622884</id><published>2011-06-10T15:23:00.000-03:00</published><updated>2011-06-10T15:25:22.120-03:00</updated><title type='text'>Conto - Espírito de Lobo (Parte IV)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Esperava o dia todo pelo momento em que começasse a escurecer, não porque gostasse da noite mas porque era o horário que o levavam pra fora e, como todo cachorro, ele também adorava passear. Quando a palavra “passear” era proferida, sua orelha já se atentava, seu rabo levantava, e ele ficava observando a pessoa que havia dito a palavra mágica, controlando seus atos. Quando a pessoa, fisicamente, demonstrasse indícios de que o passeio seria de fato executado, o pequeno cão corria pra porta e ficava pulando, como se tentasse morder a maçaneta e assim abrir a porta. Samanta, animada, conversava com o bixano com uma voz característica de bebê “Vamo passeá? Vaaamo nenênzinho lindo! Vamo?”. A cada palavra dela, o cahorro ficava mais e mais excitado, se deixava colocar a coleirinha e, quando a porta era aberta, arrastava quem estivesse segurando a coleira, descendo um lançe de escada e, finalmente, após outra porta de vidro, estava livre. Livre num raio de 2 metros e meio em volta da pessoa que o segurava. Por vezes, quando era insistente, conseguia extrapolar esse limite em mais ou menos 1 metro, mas geralmente a liberdade era limitada pela vontade de Samanta, da mãe ou do pai. A vontade de Samanta era quase sempre a mesma. Ao descer andava um pouco na área do prédio e depois andava na quadra, pra direita, no sentido horário dando uma volta no seu bloco além dos blocos A e B até voltar no ponto de partida pelo outro lado. O cão também conhecia bem esse caminho, e ficava atento exatamente nas coisas que haviam mudado desde o dia anterior. Um cheiro novo na árvore onde costumava defecar, uma criança nova que brincava de bola, um transeunte diferente que lhe encarava, um tronco que houvesse no meio do caminho, um som diferente de um pássaro invisível, um outro cão que lhe olhava e vinha cheirar-lhe o cu, as senhoras gordas e mal-cheirosas que lhe olhavam e diziam palavras no mesmo tom de nenem que Samanta usava pra conversar consigo, a grama que fora depilada...tudo. Tudo que havia de diferente o cão observava com atenção. Certa vez, em mais um dos passeios crepusculares, o cão avista, ao longe, outro cachorro, bem mais magro que si. Esse cachorro não estava preso por coleira alguma como também não havia nem um ser humano num raio de dois metros e meio dele. Não andava pela calçada de cimento e sim percorria um caminho aleatório não importasse o que havia sob seus pés, fosse o asfalto áspero da avenida, fosse a grama macia e verde, fossem as folhas secas que caíam das árvores formando um tapete bege e seco ao chão, fazendo barulho a cada passo. De quando em sempre abaixava o focinho ao chão como se os olhos ali presentes fossem apenas um capricho de Deus e os únicos sentidos que fizessem algum sentido e que de fato o ajudavam eram o olfato e a audição. Parecia fazer parte da paisagem, era tão bege quanto as folhas secas do outono e tão natural quanto a noite. Samanta já puxava o seu cãozinho enquanto este ainda analizava fascinado a imagem do semelhante em tão grande contraste consigo. “Vamos Kinder, é só um vira-lata!”, disse Samanta já impaciente, puxando o cão com quase toda força pelo pescoço, receosa de que o cão sujo e feio viesse socializar-se com o seu bebê. Kinder, surpreso com a reação arisca de Samanta, passou a temer o outro cão que antes vira com admiração e desatou a ir atrás de Samanta sem virar o focinho: “se ela está fugindo dele, ele deve representar alguma ameaça”. Fazia alguma lógica seu pensamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;(Continua...)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7264366550166622884?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7264366550166622884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7264366550166622884' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7264366550166622884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7264366550166622884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/06/conto-espirito-de-lobo-parte-iv.html' title='Conto - Espírito de Lobo (Parte IV)'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5378353756358931623</id><published>2011-05-22T23:58:00.002-03:00</published><updated>2011-05-23T00:09:35.242-03:00</updated><title type='text'>A noite está tão bonita</title><content type='html'>Olho pela varanda da casa da minha mãe, curtindo a tranquilidade de um domingo a noite. Fim de feriado, fim de festa, mas o clima de tranquilidade e monotonia ainda está presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclino o pescoço para o alto, olhando o céu de outono e respirando aquele ar que está ficando seco, mas ainda carrega resquícios de umidade do verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa vista, esse momento... Tudo parece tão fácil, tão simples. Me sinto seguro, protegido e leve. Olho toda essa calmaria e me lembro que amanhã já estarei de volta ao Rio. De volta a todo aquele tumulto/correria/indeferença. Toda falsidade de pessoas falsamente agradáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe aqueles momentos que você quer que dure para sempre, pois é, o que sinto agora é isso. Talvez seja por isso que eu cogite voltar. Porque tudo é tão demasiadamente denso, complicado grande. Quando estou aqui esses problemas parecem tão pequenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não sei também se volto, pois nas últimas férias reclamei de monotonia. Da mesmisse de pessoas, lugares e coisas. Mas nesse momento parece ser tudo que eu preciso. A brisa bate em meu rosto como se dissesse: "calma, vai passar, você vai voltar, ela vai te amar e seus sonhos vão se realizar. Apenas lute por isso mas não se cobre tanto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento o que resta é comtemplar esta noite agradável no cerrado goiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia - 24/04/11&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5378353756358931623?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5378353756358931623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5378353756358931623' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5378353756358931623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5378353756358931623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/noite-esta-tao-bonita.html' title='A noite está tão bonita'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7237218817070897773</id><published>2011-05-22T16:21:00.006-03:00</published><updated>2011-05-22T16:30:08.563-03:00</updated><title type='text'>Maio (2)</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.orizamartins.com/outono3.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 409px; DISPLAY: block; HEIGHT: 592px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.orizamartins.com/outono3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;"Maio, um grande mês chegou. Estamos no dia 5 do mês mais agradável do ano tirando aqueles em que são férias. O mês dos taurinos,dos geminianos, do meu aniversário, do aniversário de minha mãe, de vários amigos e amigas, o mês do dia das mães, padroeira de Goiânia, nossa linda cidade, de roçeiros, de roqueiros, de lindas ruas, lindas mulheres, e, com toda certeza, de pessoas maravilhosas, de quem tive a oportunidade de conhecer e àquelas que ainda cruzarão o meu caminho.&lt;br /&gt;Tenho uma afeição inexplicável por esses dois meses do ano: Abril e Maio. Não sei se é pelo clima do Outono, o começo de um friozinho bacana,se é pelo fim das chuvas, das "águas de Março", se é por eu estar ouvindo Sultans of Swing neste exato momento e a minha alegria subir a níveis que me fazem escrever de assuntos como esse, ou simplesmente com a simpatia que carrego pelos nomes "Abril, Maio" ...enfim (por isso o inexplicável).&lt;br /&gt;Não sei porque mas me deu uma vontade de estar na Europa agora, numa casa no interior, no pé de uma montanha, de manhã cedo, cheiro de plantas, de manhã (sim, a manhã tem um cheiro característico) e de água, porque tem um lago na frente, olhando o nascer do sol, escutando Pink Floyd, esperando alguma coisa ou apenas a vontade de me levantar da fria grama e sair dali... Não sei se a imagem que eu tentei passar aqui, aquela que está na minha cabeça, se assemelha a esta que vocês estão tendo, mas penso numa sensação única, extraordinária, e quero um dia poder realizar esse sonho (obs: não precisa ser na Europa...). E creio que cada um de nós tem um pequeno sonho, aquele nada a ver com a espectativa de vida, da carreira, de um carro, de o seu time subir de divisão... Um sonho lá no fundo, simples, besteira que você sempre teve vontade de fazer e não morreria feliz sem realizá-lo."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Está aí um texto que escrevi em Maio de 2008, e hoje, mais de 3 anos depois constato: os meses de Abril e Maio são, de fato, os melhores do ano.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7237218817070897773?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7237218817070897773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7237218817070897773' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7237218817070897773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7237218817070897773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/maio-2.html' title='Maio (2)'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5207545535024356055</id><published>2011-05-21T17:38:00.003-03:00</published><updated>2011-05-21T17:52:29.443-03:00</updated><title type='text'>Leituras por aí</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"Já vivi muito, agora acho que encontrei o que é preciso para a felicidade. Uma vida de isolamento no campo, com a possibilidade de ser útil para quem seja fácil de se fazer o bem, e que não estão acostumadas que façam isto por elas. E trabalho que esperamos ser de alguma utilidade, depois o descanso, a natureza, os livros, a música, o amor pelo próximo. Tal é minha idéia de felicidade. E depois, por sobre tudo isso, está você como companhia, e crianças, talvez. O que mais o coração de um homem pode desejar?" &lt;em&gt;Leon Tolstoi&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5207545535024356055?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5207545535024356055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5207545535024356055' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5207545535024356055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5207545535024356055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/leituras-por-ai.html' title='Leituras por aí'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2031849332091817347</id><published>2011-05-18T21:04:00.002-03:00</published><updated>2011-05-18T21:11:44.617-03:00</updated><title type='text'>Divulgação do blog para o banco comunitário</title><content type='html'>Não sou muito de fazer merchan mais ai vai. Deem uma olhada no blog, sobre o projeto do Banco Comunitário do qual eu participo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bancocomunitario.wordpress.com/"&gt;www.bancocomunitario.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2031849332091817347?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2031849332091817347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2031849332091817347' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2031849332091817347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2031849332091817347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/divulgacao-do-blog-para-o-banco.html' title='Divulgação do blog para o banco comunitário'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5245860843581168010</id><published>2011-05-18T15:17:00.000-03:00</published><updated>2011-05-18T15:19:27.351-03:00</updated><title type='text'>Conto - Espírito de Lobo (Parte III)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Durante períodos não contínuos, Samanta fazia atividades a tarde. Um tempo fizera inglês das quatro às seis, outra época fizera natação das cinco às seis e houve um tempo que arriscara também aulas de dança que não duraram muito, de modo que, nesses momentos, o cão era deixado novamente sozinho nos 123 m³ que conhecia perfeitamente bem. Não precisava dos olhos para andar pela casa, apenas seu olfato naturalmente apurado trabalhando em conjunto com a audição atenta, já que o espaço físico, a disposição das cadeiras, dos pés das mesas, dos armários, dos abajures, dos sofás, das camas e das montanhas de roupas sujas no quarto de Samanta já ocupavam um lugar fixo e irrecuperável do seu cérebro. Só não se dava bem com as cortinas, nunca lembrava da existência delas como também nunca entendera a lógica desse objeto em particular, que flutuava levemente com o vento e nunca tocava o chão. Às vezes, passando por ali, a cortina o encobria não mais que de repente e ele sempre se desesperava na tentativa de livrar-se dela. Certa vez, o desespero não se mostrou tão eficaz e seus movimentos afobados e aleatórios só lhe-ajudaram a se intrincar ainda mais na confusão do tecido e, depois de trinta minutos se debatendo, lutando, correndo e mordendo aquela imensidão branca sem sucesso o cão, exausto, desiste. Sabia que não tinha escapatória. Estava totalmente preso na sua própria mortalha, e, a idéia da morte, sem nem saber ao certo o que era aquilo, o amedrontou com tanta força que começara a lamentar fortemente e chorar, mesmo sem saber que sentimentos eram aqueles que lhe torturavam. Depois de mais duas horas de lamentações, quando o cãozinho não tinha mais forças para chorar, quando o branco da cortina ia desaparecendo aos poucos, se rendendo à escuridão da noite, quando a solitária alma canina já havia perdido por completo a noção de si mesmo e do mundo, quando não existia mais nada, casa, pessoas, cores, cheiros, chão, cão,vida, um lampejo de realidade o resgatou àquela paralela que havia criado nas entranhas da cortina ao escutar de longe o tilintar da vida. Eram as chaves que se encontravam do lado de fora daquilo que lembrou ser um apartamento, e as vozes que ecoavam à distância daqueles que lembrou serem as pessoas da sua vida. Buscou choramingar novamente, dessa vez mais para ser escutado do que pela tristeza que já se esvaía com a segurança da famíliaridade e, em poucos instantes, Samanta, com alguns movimentos coordenados, o libertou da prisão de veludo e abriu os braços para recebê-lo em seu colo quente que o cão pulou tão rapidamente quanto conseguiu e, demorou tanto tempo quanto conseguiu, e, dentro de si, não gostaria de deixá-lo nunca mais. Samanta não percebera nada de diferente. Ao chegar e ver o cão choramingando no bolo da cortina da sala, não imaginou que travara uma batalha durante algumas horas. Imaginou que tivesse se enrolado um pouco antes de chegarem e conseguiria se safar se caso chegassem dez segundos depois. De modo que largou o cão no chão de madeira, e, depois de uma rápida ida ao banheiro, o levou pra passear. Era o momento do dia que o cão mais ansiava. (continua...)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5245860843581168010?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5245860843581168010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5245860843581168010' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5245860843581168010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5245860843581168010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/conto-espirito-de-lobo-parte-iii.html' title='Conto - Espírito de Lobo (Parte III)'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3816967911090199327</id><published>2011-05-14T11:44:00.003-03:00</published><updated>2011-05-14T12:35:09.821-03:00</updated><title type='text'>Conto - Espírito de Lobo (Parte II)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Durante todo esse tempo vivia a rotina da família, pois fazia parte dela. Acordava pouco antes do primeiro toque de despertador, se levantava do seu cafofo acolchoado e quente, fazia suas necessidades na caixinha que todo dia aparecia limpa ao lado da sua casinha e ia à cozinha esperar o café da manhã. Logo, a porta do quarto abria e saia de lá a mãe, ainda com uma cara amassada e olhos inchados porém com o mesmo cheiro característico, indo para o seu encontro. Dizia-lhe alguma coisa e fazia-lhe um carinho em forma de cafuné. Fazia também o café. Dava-lhe algo de comer, ou um pedaço de queijo, presunto, pão, doce, bolo ou, seu preferido, iogurte. O cãozinho tinha aficção por iogurte. Certa vez Samanta comia descuidada um pote de iogurte de morango quando o deixou cair ao chão. O bicho não hesitou e começou a lamber o iogurte no chão até não deixar nada rosa. Desde então sempre quando alguém comia iogurte, independentemente do sabor, deixava um restinho no pote para dar ao cachorro que havia desenvolvido uma técnica totalmente original de lamber todo o potinho, deixando-o tão limpo que ninguém poderia suspeitar que um dia ali houve de fato iogurte. Samanta muitas vezes comia iogurte apenas pelo prazer e vontade de poder ofereçer ao cachorrinho o seu resto de comida e, com o tempo, o cão também pegou o costume de comê-lo sem vontade, apenas porque sabia que aquele fato chamava a atenção dos humanos. Depois da mãe, quem aparecia na cozinha para partilhar o café era o pai e, por último, Samanta, a que acordava mais preguiçosa e mais mau-humorada, bem diferente do que costumava a ser pelo resto do dia. O cão havia aprendido a nunca tentar pedir carinho a ela logo pela manhã, já que nunca fora correspondido como desejava. No começo achava tudo aquilo muito estranho e ficara confuso, mas depois concluiu sabiamente que simplesmente ela não o amava na parte da manhã. Manhã que, por sua vez, vivia a solidão. Depois do café a casa ficava vazia e ele ficava só. Observava os raios do sol que passavam pela grande janela, pela grade e iam de encontro à parede da sala, formando uma imagem de vários retângulos verticais que se juntavam num grande retângulo horizontal, recheado por sombras disformes dos galhos das árvores que balançavam com a força do vento, que ia descendo aos poucos, da parede para o criado mudo da sala, onde jaziam os porta-retratos da família e alguns ornamentos de cristal que geravam um efeito interessante com a luz do sol,mas durava bem pouco já que o grande retângulo, às vezes losango, às vezes quadrado, descia para a mesa de vidro que raramente era utilizada, mas servia bem como um enfeite, pelo seu design diferenciado, dela para o tapete persa que ficava por baixo e por último ao chão de assoalho de madeira, onde percorria lentamente toda a extensão da sala até terminar a jornada iluminada exatamente sobre a janela. O cãozinho passou a relacionar o fato de a sala não ser mais iluminada com a chegada dos humanos, ou seja, no momento em que o retângulo amaralo houvesse sido consumido por completo pelo chão abaixo da janela ele já ia para a porta ficar na espectativa da chegada. Nunca falhava. Pouco tempo depois que começava a vigília ao pé da porta a rotina se mostrava rígida mais uma vez e escutava o barulho característico de chaves batendo. A porta se abria por fora e ele tratava de pular em cima das pessoas que chegavam, tamanha era a felicidade de poder dividir a sua solidão. Quem chegava era, quase sempre, a mãe e Samanta. Essa claramente mais alegre e com uma aura muito mais colorida do que no momento do despertar, logo tratam de ir brincar de traduzir os sentimentos em estímulos físicos e novamente os estímulos físicos em sentimentos e assim sucessivamente, sem vaidade, rodeios ou qualquer outro turvante social. A mãe, por sua vez, ia diretamente à cozinha onde se tornava a rainha e a serva. Escolhia o cardápio de sua preferência e o preparava com vontade e orgulho, não importasse o cansaço que o trabalho lhe incitava. Quando o cheiro agradava ao cão, ele sempre dava um jeito de ganhar sua parte, fosse com a carinha dócil e os grandes olhos redondos, fosse com um rosnado quase choro que enchia o ambiente com o som agudo de sofrimento fingido. Algum tempo depois chegava o pai, com todo seu ar de seriedade e respeito. Bem vestido, colocava sua maletinha num canto da sala, com algumas palavras cumprimentava a família, ía à cozinha, dava um beijo na esposa e sentava já na mesa da cozinha, trocando-lhe algumas palavras sem muito valor e pronto para comer. Seu trabalho só lhe permitia tempo para um almoço rápido e logo depois estava de volta ao batente, deixando a filha e a mãe terminando de almoçar sozinhas. Saía tão apressado e respeitável quanto entrara e, de novo, sumia no mundo. Samanta terminava de comer e, sem ritual, sem ajuda na louça suja, sem agradacer pela comida, sem escovar os dentes, ia ao quarto cuidar dos seus afazeres de menina adolescente. Deixada só na cozinha, a mãe termina de comer, retira os pratos da mesa, os lava, guarda o resto da comida em pequenos potes que serão devorados ou não na janta, limpa a cozinha e vai ao quarto tirar um cochilo de trinta minutos antes de voltar ao trabalho. Deixado apenas com Samanta, o cãozinho se junta a ela nas possíveis atividades da tarde. E dividem entre si as solidões. Samanta tem o apartamento todo pra si, mas passa a maioria das horas sentada em um canto do seu quarto na frente do computador, usando a internet e papeando com amigos. Conversas que não levam e nunca levaram a nada, mas são horas que se passam facilmente, nada mais do que um outro recurso contra a solidão e que, por sinal, funciona muito bem. Samanta acha sua própria companhia insuportável, por isso, quando cansa do computador, abre um digno confessionário ao pequeno cão. Ele, só ouvidos, escuta indiferente a Samanta que lhe abre o coração. Fala de assuntos de amor, do professor gato de matemática, do amigo nerd que é apaixonado nela, de como gosta e não gosta dele, do cara que ela pegou no barzinho no último final de semana, de 24 anos, de como seu corpo está mudando, do tanto que a Mariana e a Júlia são sortudas por seus peitos serem maiores, do tanto que o namorado da Fernanda é um idiota, da conversa que teve com o Bruno na hora do recreio, da fofura do Bruno, como Bruno é um menino diferente dos outros, como Bruno olha pra ela, da cara lerda do Bruno, de como a Júlia é nojenta, de como a Júlia chega conversando com o Bruno, de como ela dá em cima dele, de como tem vontade de matar Júlia enforcada com os próprios laços idiotas que ela usa na cabeça, “mó nada a ver, ridículo!”. O cãozinho, sempre distraído com alguma coisa a mais no quarto escuta Samanta sem atrapalhá-la e segue seus passos quando ela sai do quarto e vai ao banheiro da mãe. Lá o espelho é maior e a iluminação melhor. Despe-se na frente do espelho, tendo o cão como uma testemunha silenciosa, excitando-lhe a idéia de haver ali um outro ser vivo que contempla seu corpo, mas o que mais a excita de verdade é exatamente o fato oposto: o dele não contemplar o belo corpo, e sim olhá-lo com a indiferença de um gato sem fome, como se ela estivesse perfeitamente vestida. Diante disso, narcizista, Samanta fazia as poses mais sensuais possíveis diante do espelho, percorria com as mãos toda a extensão do seu corpo púbere, as enchiam com a carne das nádegas, passava suave por entre os seios, fazendo rodeios nos mamílos recém eréteis, brincava com a relva fina que crescia por entre as pernas descendo até a altura dos joelhos e semi-escancarava sua sexualidade, fazendo questão de a mostrar ao cão, que lhe observava menos interessado do que se fosse um pote de iogurte de coco... (continua).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3816967911090199327?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3816967911090199327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3816967911090199327' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3816967911090199327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3816967911090199327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/conto-espirito-de-lobo-parte-ii.html' title='Conto - Espírito de Lobo (Parte II)'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6034330928406790752</id><published>2011-05-11T20:17:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T17:42:54.791-03:00</updated><title type='text'>Conto - Espírito de Lobo (Parte I)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Num certo dia, não muito diferente dos outros, um transeunte anda distraído pela calçada quando seus olhos esbarram-se em um cão que estava em cima do parapeito, entre a grade e a janela, do primeiro andar dum típico pequeno prédio bloco C. O homem continua a caminhar, sem tirar o olhar do pequeno cão, que por sua vez o observa com uma atenta indiferença de quem a muito tempo tentara fazer aquilo que tivera vontade mas a crueldade dos fatos por algum motivo o impediu. O homem sente um calafrio, tropeça na calçada cimentada desviando o olhar da janela do primeiro andar, onde por entre as cortinas e em frente à luz se exibia a silhueta escura do cachorro malhado com suas abundantes orelhas penduradas. Não era a primeira vez que aquele homem havia se surpreendido com a figura enigmática do cão quando passava por ali às terças e quintas na hora do crepúsculo. Ele observava que, quando o cachorro jazia ali de olho no movimento aleatoriamente sistemático dos carros e das pessoas nas ruas, a luz do apartamento estava sempre ligada, o que o levou a concluir que o pequeno cão não estava ali por causa da solidão irremediável dos seus donos estarem fora, ansiando à chegada dos mesmos, mas sim por algum outro motivo obscuro. Lhe assumbrou a idéia de aquele comportamento ser muito mais típico ao de um ser humano do que ao comportamento de um cão. Alguma coisa ali fora o atraía. A grama verdinha que crescia se tornando uma massa disforme de capim, os pés de goiaba e pequenos arbustos, o grande pé de jaca e a mangueira que proporcionacam ao baixo primeiro andar uma ótima sombra na parte da tarde, o pequeno calçamento de cimento que linearizava um pouco aquele belo ambiente, as pessoas que caminhavam nos calçamentos ou que abriam novos caminhos por entre a grama virgem, criando triângulos e quebrando um pouco a linearidade e o paralelismo do caminho pré-moldado de cimento, os carros que transitavam aos montes numa velocidade praticamente constante na larga avenida ao fundo com seus faróis ligados e toda a sua aura de impessoalidade... Alguma coisa daquilo tudo, ou tudo daquela alguma coisa atraía a pequena alma canina acima do claustro do apartamento e do amor oferecido pelos donos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Era uma família simpática. O pai, por volta de seus cinquenta anos era o que menos tinha afeto pelo cão, já a mãe, um pouco mais jovem, amava a pequena criatura, que havia sido comprada de presente à única filha Samanta. Samanta tinha agora vinte e um anos e não dava mais a mesma atenção e o mesmo amor ao cãozinho do que quando tinha doze, época que o ganhou para lhe fazer companhia durante a puberdade e a adolescência. O pai nunca chegou a ser totalmente contra a compra do novo membro da família mas, com sua sensatez de homem da família, argumentou que não seria bom ter um cachorro já que moravam em apartamento mas, com sua sensatez de homem de homem da família, cedeu aos argumentos femininos: "Eu limpo as sujeiras que ele fizer dentro de casa", dizia a mãe, "Eu levo ele pra passear todo dia. Prometo!", argumentava por sua vez a filha. E, dessa forma, no dia seguinte à visita na loja de cães, o bixano já corria pela casa defecando em todo canto e reconhecendo seu novo ambiente, bem maior que a gaiola onde ficara trancafiado os primeiros meses de vida. Estava feliz. Feliz da mesma forma como continuou sendo até o momento em que observava complacente ao tropeço do transeute da calçada mal nivelada. (Continua...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6034330928406790752?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6034330928406790752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6034330928406790752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6034330928406790752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6034330928406790752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/conto-onde-esta-minha-coleira-parte-i.html' title='Conto - Espírito de Lobo (Parte I)'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4766209269583930429</id><published>2011-05-09T22:09:00.002-03:00</published><updated>2011-05-09T22:40:56.698-03:00</updated><title type='text'>Cientista, porém humano</title><content type='html'>Confesso que últimamente andava muito desprendido da realidade. Não que me sentisse como um ser abstrato que flutua soberbamente, mas cada vez menos me encarava como um indivíduo comum. Sempre estava tentando ver o mundo com a ótica do "sociologês" ou o "antropologês".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que coisas como vazamento nuclear no Japão ou o "monstro" de Realengo são coisas que não consigo me envolver. Primeiro pela espetacularização da tragédia, não que eu desreipeite a dor das pessoas, elas tem e com razão. Nem imagino como seja tal situação, o que torna um julgamento dificil (ou será preciso julgar?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, mas hoje voltando para casa, algo mudou. Voltava de Niterói, pego o ônibus 232 na praça XV como de costume. Mais ou menos na altura da central, um pouco antes eu acho, vejo uma viatura policial parada e algumas pessoas em volta. Quando olho mais a frente vejo algo enrolado no que parecia ser um papel bolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira impressão pensei não pode ser um corpo é muito pequeno, quando o ônibus já ultrapassava a cena, vejo uma pequena poça de sangue perto daquilo que imagino ser a cabeça da pessoa. Tudo isso durou cerca de 5 segundos eu acho e mesmo assim foi marcante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo com certeza que essa cena me marcou muito mais do que os incidentes no início do texto. É ai que faço minha reflexão. Eu não me envovia por motivos óbvios porque via pela televisão, e já me despojava do discurso sensacionalista da notícia. Via análises sociais e políticas em vez de ficar espantado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo um observador externo, mesmo com todo meu "aparato teórico", não pude deixar de sentir algo... indefinido, mas muito forte e de maneira negativa. Mas sabe acho que isso é bom, pois os humanos sentem, e se sinto, logo também sou humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensar que mais ou menos umas duas horas antes, eu estava discutindo essa minha indiferença com meus colegas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4766209269583930429?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4766209269583930429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4766209269583930429' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4766209269583930429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4766209269583930429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/05/cientista-porem-humano.html' title='Cientista, porém humano'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6387445834519431055</id><published>2011-04-18T15:47:00.003-03:00</published><updated>2011-04-18T18:12:30.223-03:00</updated><title type='text'>A Sedutora Leveza do Ser</title><content type='html'>É com o subtítulo do livro "Modernidade Líquida" de Zygmunt Bauman que começo esse texto. Eu senti na pele essa parte do livro no último sábado. É incrível como os espaços por maiores e mais distantes que sejam são percoridos em um tempo cada vez menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei sábado de manhã como sempre. Me desloquei da minha casa no Rio até Duque de Caxias (município vizinho), é incrível que um trajeto longo como esse de ônibus e sem trânsito seja feito em apenas 40 minutos. É estranho porque jogando essa distância no google maps é uma distância considerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais bizarro foi o que se sucedeu, me desloco de Duque de Caxias até a Ilha do Governador para pegar o avião, o tempo é de apenas 20 minutos. E claro, o aeroporto, aquele não lugar onde todas suas orientações e conhecimentos geográficos vão por água a baixo. Todos os estranhos ficam ali naquele estágio de transição, a espera do avião para seus destinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é estranho gastar 1 hora e 45 minutos para ir do Rio até Brasília? Pois é, e depois mais 20 minutos de avião até Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que doidera!" como diria uma propaganda por ai. Acordar no Rio, ir para Caxias, pegar o trem até Saracuruna, ir até o aeroporto, em seguida Brasília para acabar em Goiânia. Quem diria meu dia começa com reunião em uma comunidade carente e termina na festa de confraternização da burguesia goiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mais bizarro é que algumas pessoas vão ler esse texto e achar que essa distância não é nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que fluidez meus caros!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6387445834519431055?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6387445834519431055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6387445834519431055' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6387445834519431055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6387445834519431055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/04/sedutora-leveza-do-ser.html' title='A Sedutora Leveza do Ser'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-659690689769326021</id><published>2011-04-07T21:42:00.002-03:00</published><updated>2011-04-07T22:07:58.654-03:00</updated><title type='text'>Um balanço do trimestre</title><content type='html'>Pois é, meus caros, 2011 chegou tãooooo intenso que já se passou um trimestre. Quando não há nada para se escrever nada melhor que relatos subjetivos para reaquecer a escrita. Basta apenas atenção e criatividade. Muito bem, eu diria que 2011 começou exatamente o oposto da descrença com que 2010 terminou. Eu finalmente consegui o tão sonhado estágio, e "iria" morar em Niterói, o que seria uma guinada na minha vida. Minhas férias em Goiânia, foram legais, mas monôtonas. Não sei porque pela primeira vez, me senti limitado pela cidade e pelas pessoas. Eu sentia necessidade de fazer coisas novas e conhecer novas pessoas, mas ao mesmo tempo ainda me sinto preso e por ai vai. Voltei no fim do mês para o Rio, para começar minha formação em Economia Solidária e o também o estágio, sobre o mesmo tema. Sem dúvida foi muito estimulante, reuniões semanais, e trabalho de campo aos sábados. Conhecer novos lugares, realidades bem diferentes da minha. Um prato cheio para uma pesquisa, quem sabe disso tudo não saia minha monografia? Entretanto, se minha vida acadêmica é só euforia, minha vida privada continua no desânimo de sempre. A sorte é que faculdade e estágio estão me ocupando muito, então nem tenho tempo para ficar triste ou cabisbaixo. Mas no mais, nas horas vagas eu saio de casa. Vi muitos filmes e várias exposições (a maioria delas sozinho), isso me mantinha bem. Em março veio, o carnaval, e que carnaval Meu Deus! Adorei achei tudo ótimo, fiz coisas incriveis. De positivo ressalto que meus laços com 4 indivíduos da UFF estão bem concretizados são bons amigos, apesar não sairmos muito fora da faculdade. Infelizmente, como disse na hora H, deu errado e não pude morar em Niterói. As aulas começam e eu estou a mil por hora, tentanto relutar para não ligar o automático, pois não quero ficar maluco. Mas quem sabe, não é a hora de ligar mesmo? Pq assim o tempo passa mais rápido. Eu acho que sou uma pessoa que funciona por ciclos, e sinto que ainda tenho que cumprir o ciclo "Rio de Janeiro", mas ao mesmo tempo faço contagem regressiva para acabar logo. Pois apesar do futuro ser incerto, a certeza cada vez maior que tenho é que não vou continuar a morar aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-659690689769326021?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/659690689769326021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=659690689769326021' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/659690689769326021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/659690689769326021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/04/um-balanco-do-trimestre.html' title='Um balanço do trimestre'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7458530739335760907</id><published>2011-03-14T14:23:00.002-03:00</published><updated>2011-03-14T14:28:43.878-03:00</updated><title type='text'>Paraíso</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- O paraíso existe?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Eu tenho certeza de que o paraíso existe: e é nesta nossa terra. - responde Paracelso ao seu discípulo, e continua - Mas o inferno também existe: e consiste em não se dar conta de que vivemos num paraíso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7458530739335760907?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7458530739335760907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7458530739335760907' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7458530739335760907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7458530739335760907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/03/paraiso.html' title='Paraíso'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3280606440021298144</id><published>2011-03-10T11:41:00.003-03:00</published><updated>2011-03-10T12:06:15.324-03:00</updated><title type='text'>Viva o Zé Pereira!</title><content type='html'>"Viva o Zé Pereira, Viva o Carnaval!" Assim canta a marchinha se referindo aos foliões ou aos "zés" que existem por ai. Considero que este foi meu primeiro carnaval de verdade, e acho que consegui interpretar o espiríto do carnaval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até ano passado eu via o carnaval como apenas mais um feriado ocioso (até porque vivia em uma cidade onde o carnaval não existia).  Eu imaginava o carnaval como uma festa generalizada uma grande bagunça, eu digo que ficava com um certo medo inclusive. Uma época onde as pessoas se despojam das obrigações e libertam seus demônios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma é assim mesmo. O sociológo Zymmunt Bauman diz que o carnaval é a época do ano em que somos lembrados de que a cidade pode sair do ritmo frenético, opressor e coisificador em que vivemos, mas ao mesmo tempo são datas exatas com início e fim para que o ambiente urbano não perca suas características.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma válvula de escape por assim dizer. Assim como a Copa do Mundo, percebo que o carnaval é o "circo" do nosso &lt;em&gt;Panem et Circenses &lt;/em&gt;brasileiro. Mas e daí? Essa é a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser alienante pode ser enburrecedor, mas e daí? Precisamos de um momento hedonista nosso, um momento para esvaziarmos as frustraões do dia a dia. É claro é necessário que haja o bom senso, não podemos perder a noção de nossas obrigações e saber que o carnaval termina na quarta feira de cinzas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, é isso vamos foliar! Vamos aproveitar porque afinal é carnaval, é horas de livrarmos dos nossos preconceitos, vestir uma fantasia extravagante e cair na folia. É sair do trabalho na sexta cair na folia, emendar com o sábado, madrugar no domingo. Repetir o ritmo na segunda fazendo "triplas loucuras", fazer bobagem na terça (mas foda-se é carnaval) e morrer na quarta de cinzas. E ressucitar na quinta porque a vida continua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3280606440021298144?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3280606440021298144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3280606440021298144' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3280606440021298144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3280606440021298144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/03/viva-o-ze-pereira.html' title='Viva o Zé Pereira!'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-1001285180860700232</id><published>2011-03-10T00:10:00.002-03:00</published><updated>2011-03-10T03:04:15.123-03:00</updated><title type='text'>?</title><content type='html'>Levanto desolado da cama onde ainda uma mulher esconde em suas pálpebras os olhos mais bonitos já vistos. Meu coração pesa como jamais o sentira pesar. Apesar disso consigo chegar à sala. Ando até a cozinha, bebo dois copos d'água para satisfazer uma sede inexistente, junto à janela olho o exterior por entre as grades de metal, porém a verdadeira prisão estava dentro de mim. Senti vontade de gritar a plenos pulmões mas não queria ser escutado por ninguém. Minha angústia então calou-se na garrafa de whisky repousada sobre a mesa, que abri ferozmente com a boca e, em meio a uma lágrima solitária, bebi daquele líquido consolador num gole rápido e amargo. Deito no sofá repousando a garrafa recém aberta sobre meu abdômen. Nesse momento não saberia descrever o que senti, porque nada senti. Não sentia o sol do fim de tarde entrar pelas janelas e bater nas minhas costas, não me sentia feliz ou triste, não tive vontade de fazer nada, apenas o limbo se alastrava ia tomando conta de mim. Meu coração já não estava apenas pesado, meu corpo todo havia sido transformado num imenso músculo pulsante. Dessa forma, com pulsos rápidos e desritimados, sofri por horas que nos olhos das dura realidade não eram mais que poucos minutos. Numa tentativa de extrapolar os limites do próprio corpo minhas mãos esbarram num livro que jazia na mesinha ao lado do desconfortável sofá. Continuo minha leitura do "O Homem Invisível" numa desesperançosa tentativa de afundar minhas angústias num canto escuro e inatingível da alma. No começo deu certo. A história me distraía com sua narrativa flúida e cíclica, como um pensamento solto que vaga numa mente saudável... Até que, por uma infeliz coincidência, o personagem principal da narrativa é magistralmente tranformado em mim e o autor trata da mesma angústia a qual eu passava com uma triste acidez e um pessimismo definitivo. Maldisse o momento o qual minha mão esbarrou no livro que culminou e instigou a conclusões destutivas. Agora não era mais o personagem que me tinha, e sim eu quem supliquei a ser transformado em "O Homem Invisível" e desaparecer, sumir. Não havia vivalma naquele recinto mas eu próprio não suportava minha imagem, tamanha era a vergonha. Sem conseguir levantar, sem atingir a invisibilidade e estando ali com todos os músculos demostrando uma falsa virilidade, meu corpo ardeu de desejo por um abraço da mulher que continara absorta nos sonhos no quarto ao lado, pior que a vergonha infinita é a solidão infinita. Observei a porta fechada do quarto esperando inutilmente o consolo vir em forma de abraço e o abraço vir em forma de mulher. Ansioso me ponho de pé, ando pesadamente de um canto a outro da sala, repito o trajeto tantas vezes que não consigo contar, sem nenhum motivo também paro no centro da sala e me ponho a fazer apoios e abdominais até ficar suado, como se isso fosse compensar algo já perdido. E, por fim, finjo pra mim mesmo uma vontade de ir ao banheiro, só com o intuito de entrar no quarto e provocar acidentalmente o despertar da bela adormecida sem que ela perceba a fraqueza da minha alma e poder encontrar força entre seus frágeis braços, me sentir grande novamente em seu pequeno corpo e achar em seus olhos o brilho que havia perdido há algum tempo dos meus. Entro no quarto e tateando a escuridão encontro tudo que estava a procura (e um pouco mais). Confortavelmente entorpecido adormeço.&lt;br /&gt;Viajei ao paraíso, voltei e percebi que (ainda) não mereço um lugar ao céu.&lt;br /&gt;E de longe, escuto os versos vomitados atravéz de um velho rádio estéreo: "Calma alma minha calminha, você tem muito o que aprender."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-1001285180860700232?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/1001285180860700232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=1001285180860700232' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1001285180860700232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1001285180860700232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/03/blog-post.html' title='?'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3496803250261139489</id><published>2011-02-23T16:33:00.005-03:00</published><updated>2011-02-23T17:27:32.356-03:00</updated><title type='text'>Alegrias Simples e Inocentes [2]</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"Para cada um de nós, tempo livre significa viagem, cultura, erotismo, estética, repouso, esporte, ginástica, meditação e reflexão. Significa, antes de tudo, nos exercitarmos em descobrir quantas coisas podemos fazer, desde hoje, no nosso tempo disponível, sem gastar nenhum tostão: passear sozinhos, passear com amigos, ir à praia, fazer amor com a pessoa amada, adivinhar os pensamentos, os problemas e as paixões que estão por trás dos rostos dos transeuntes, admirar os quadros expostos em cada igreja, assistir a um festival na televisão, ler um livro, provocar uma discussão com um motorista de táxi, jogar conversa fora com os mendigos, admirar a sábia beleza de uma garrafa, de um ovo ou das carruagens antigas que ainda passam pelas ruas. Balançar numa rede que me parece encarnar o símbolo por excelência do trabalho criativo, perfeita antítese da linha de montagem, a qual foi o símbolo do trabalho alienado. Em suma, dar sentido às coisas de todo o dia, em geral, lindas, sempre iguais e sempre diversas, que infelizmente são depreciadas pelo uso cotidiano."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Domenico de Masi &lt;/em&gt;em &lt;em&gt;Entrevista a Maria Serena Palieri&lt;/em&gt; para o livro &lt;em&gt;Ócio Criativo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"[...]Andei. Estava um dia lindo. Foi otimo. Tudo novo, os lugares, o frio, as calçadas, os carros, as ruas, as faixas de pedestre, as lojas, a lingua, os prédios, as frutas, os pães nas lojas, os onibus, as mulheres... Espero que durante a viagem essas coisas peculiares (como por exemplo a casa que estou) nao se tornem comuns, quero que eu nao me familiarize o bastante a ponto de passar a ignorà-las.[...]"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Alex Cezne,&lt;/em&gt; anotação realizada em seu diário durante a viagem à Itália&lt;em&gt;. Bologna, Dia 13 de Março de 2010 (primeiro dia).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3496803250261139489?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3496803250261139489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3496803250261139489' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3496803250261139489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3496803250261139489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/02/alegrias-simples-e-inocentes-2.html' title='Alegrias Simples e Inocentes [2]'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8174562080043449517</id><published>2011-02-22T16:39:00.002-03:00</published><updated>2011-02-22T17:04:03.995-03:00</updated><title type='text'>Alegrias simples e inocentes</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"Como me sinto feliz por ter um coração feito para sentir as alegrias simples e inocentes do homem que põe na sua mesa a cabeça de repolho que ele mesmo cultivou. E não apenas o repolho mas também os bons dias, as belas manhãs em que o plantou, as deliciosas tardes que o regou, e de novo volta a gozar em um momento todas aquelas alegrias que experimentou ao ver o paulatino crescimento da planta!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;J. W. Goethe&lt;/em&gt; em &lt;em&gt;Os Sofrimentos do Jovem Werther.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Se isso for amor, sou a pessoa mais apaixonada que eu conheço!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8174562080043449517?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8174562080043449517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8174562080043449517' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8174562080043449517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8174562080043449517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/02/alegrias-simples-e-inocentes.html' title='Alegrias simples e inocentes'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3371290077747578419</id><published>2011-02-16T16:31:00.003-02:00</published><updated>2011-02-16T17:06:59.039-02:00</updated><title type='text'>Homens Malandros (Ou o medo de ser homem de verdade)</title><content type='html'>Bem para agradar gregos e troianos resolvi dar continuidade ao texto anterior. Sobretudo, começo dizendo que esse texto está sendo escrito muito mais pela obrigação de ser justo do que por boa vontade. Isso é coisa de cientista social (especialmente antropólogos), o olhar sobre o diferente parece muito mais interessante do que sobre si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem malandro é aquele cara que amigável entre os homens, desejado entre as mulheres, enfim, é uma pessoa que digamos "se dá bem". A construção do homem malandro também é simples, começa no familiar, o macho dominante e onipotente. Ele sempre deve provar para seu pai sua força e virilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa com alguns dizeres simples "homem não chora". Assim a criança é estimulada a brigar com seus colegas na escola para provar que é macho. "Se apanhar revide, homem não leva desaforo pra casa". E por ai vai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa faz tudo o que quer, tratando as mulheres da casa (seja mãe, irmã, avó ou empregada) como se fossem suas escravas, e claro, o pai consente com tudo isso, estimulando inclusive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o garoto vai crescendo e a puberdade chegando, aprende que na verdade as mulheres não existem, só existem bucetas, sendo o objetivo do homem conquistar o maior número de bucetas possíveis e usar de todos os meios para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim ele cresce, se tornando um machão. Sendo indiferente a tudo aquilo que é delicado ou meigo. "Isso é coisa de mulher ou de boiola".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas estou descrevendo um "homem troglodita" não um "homem malandro". Mas o pulo do gato está exatamente ai. Não digo que não existam homens carregando características que estão fora do gênero masculino que não possam ser malandros. Mas assim como disse que para mulher ser "bonita e rica" é quase uma pré-condição para ser "burra", para o homem ser "troglodita" é um passo para ser "malandro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu diria que esse passo, é a própria dissimulação. Saber o que tem na mão, saber que pode fazer merda, bater o carro, bater em outro cara, engravidar uma garota,afinal sabe que o papai cobre. Não precisa arranjar um emprego bom ou fazer boa faculdade, leva tudo nas coxas. Sabe que pode fazer direito em uma universidade de esquina, porque o papai que é promotor consegue emprego pro filhinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o ''não ser'' reside ai. Todos esses machões malandros, metidos a "fodões" se escondem atrás da vida bem sucedida que seus pais tem. Não existem limites, para eles o dinheiro compra tudo. Isso não é ser homem de verdade, isto é, usando ainda um pensamento conservador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem que não anda por suas próprias pernas? Um homem que finge autonomia se escondendo atrás de outro? Um homem que para se afirmar precisa agredir mulheres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo um gancho com o texto de baixo me parece que a maladragem masculina, é inferior a da mulher. Pois me parece ser menos dissimulada e menos trabalhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que seriam esses homens, se não coisas também? A diferença para coisas femininas é que as masculinas ainda estão no comando, apesar de todos os avanços que tivemos no século passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que uma saída para isso é tentar resignificar os gêneros, faça o que vc goste mesmo que tal atividade contrarie a construção social em torno do seu gênero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3371290077747578419?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3371290077747578419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3371290077747578419' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3371290077747578419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3371290077747578419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/02/homens-malandros-ou-o-medo-de-ser-homem.html' title='Homens Malandros (Ou o medo de ser homem de verdade)'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8754462329238400159</id><published>2011-02-09T12:21:00.002-02:00</published><updated>2011-02-09T12:39:31.455-02:00</updated><title type='text'>Mulheres Malandras (ou o não ser feminino)</title><content type='html'>É incrível como na nossa realidade ocidental as mulheres bonitas conseguem o que querem, ou pelo menos o que acham que querem. Sempre tem tudo é todos aos seus pés, se vier de uma família rica é pior ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa quando criança, regada a brinquedos caros e isolada do mundo exterior. Vai crescendo e sua beleza pubel, se aflora na mesma intensidade. Começando a entortar os olhares masculinos. O que eu digo é... as mulheres tem sempre o controle da situação, é claro que muitas variáveis influem também, entretanto se ela for bonita isso já ajuda bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a adolescência, não tem que chegar em ninguém e ainda pode se dar ao luxo de fazer "cú doce". Vive em sua redoma de vidro, como se fosse uma bonequinha de porcelana intocável, isoladas dos problemas do mundo exterior. E claro tem um bando de ovelhas... digo, otários... digos fãs, hehe. Esses sempre estatão dispostos a atender cada pedido feito por essa pessoa, e ainda soma-se a família superprotetora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, humildade e consideração pelo próximo é uma coisa que passa bem longe dessas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o cara não quer ela, não importa, ela tem dez a disposição dela e mais tarde ainda pode esnoba-lo. Se tira nota baixa na escola, pode muito bem fazer aquele dramalhão para os pais, sendo bem capaz de passarem a mão em sua cabeça. Ou então, como é mais comum na universidade podem muito bem fingir que estão dando mole para o professor para conseguir sua nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando crescer pode muito bem entrar em uma universidade particular, pois os pais endinheirados fariam de tudo pela sua filhinha. Não precisa ter competência profissional, pode muito bem passar pelo "teste do sofá" para conseguir emprego, ou então casar com alguém rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não precisa ler, ser culta, não há necessidade disso. Basta para ela passar muitas horas na academia aperfeiçoando seu físico e buscando mais otários... digo, fãs. Ela pode cagar e andar para o mundo a sua volta, enquanto o dinheiro para comprar roupa da Armani e bolsa da Louis Voulton, e claro pagar a mensalidade da academia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me deixa estarrecido é que essas pessoas, depois ainda reclamam do fato de serem tratadas como coisas. Sério mesmo, algumas lésbicas que conheço são muito mais mulheres do que essas "coisas" que andam por ai embaladas a vácuo dentro de seu vestido de grife. Vale muito mais um cérebro do que dois peitos de silicone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está a luta por direitos iguais, por emancipação? Infelizmente, a única emancipação que as mulheres conseguiram foi a econômica só isso, porque em outros fatores a coisa continua a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não digo que não existem mulheres bonitas e interessantes, é óbvio que existem. Mas é incrível como se "bonita e rica" está quase virando um sinônimo para "mulher burra".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8754462329238400159?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8754462329238400159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8754462329238400159' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8754462329238400159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8754462329238400159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/02/mulheres-malandras-ou-o-nao-ser.html' title='Mulheres Malandras (ou o não ser feminino)'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6469828494644974527</id><published>2011-02-07T16:24:00.002-02:00</published><updated>2011-02-07T16:25:06.268-02:00</updated><title type='text'>Uma tirinha pra descontrair [2]</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.jacarebanguela.com.br/wp-content/uploads/2011/02/will-Metas.png"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 310px; height: 2003px;" src="http://www.jacarebanguela.com.br/wp-content/uploads/2011/02/will-Metas.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6469828494644974527?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6469828494644974527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6469828494644974527' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6469828494644974527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6469828494644974527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/02/uma-tirinha-pra-descontrair-2.html' title='Uma tirinha pra descontrair [2]'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6609634208542596408</id><published>2011-01-31T16:10:00.003-02:00</published><updated>2011-01-31T21:00:11.577-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Lendo algumas coisas por aí, me deparei com um pequeno trecho que resume com perfeição algumas reflexões que tenho tido nos últimos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todos os homens, de todos os tempos, e ainda os de hoje, dividem-se entre escravos e livres, porque quem não dispõe de dois terços do próprio dia é um escravo, não importa o que seja de resto: homem de Estado, comerciante, funcionário público ou estudioso."&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflitam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6609634208542596408?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6609634208542596408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6609634208542596408' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6609634208542596408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6609634208542596408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/lendo-algumas-coisas-por-ae-me-deparei.html' title=''/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2365771456338294350</id><published>2011-01-26T18:16:00.003-02:00</published><updated>2011-01-27T15:47:42.373-02:00</updated><title type='text'>Sobretudo é preciso ter fé</title><content type='html'>O ano ainda está no começo e tento passar essa mensagem positiva para vocês. Vamos fazer diferente, tentar mudar, correr atrás de novos horizontes e obstáculos? Ou por que não, voltar atrás? arrependimento não é pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com essa mensagem que eu quero passar a vocês meus poucos mas queridos leitores, acreditem em si, corram atrás, vamos mudar nós mesmos e o mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco de ousadia e loucura não faz mal a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me lembra que eu queria escrever esse texto há uma semana atrás, mas acabei enrolando. Enfim, apesar de não ter religião ressalto que fé é algo MUUUUUITO importante. Ter algo palpável, ter no que acreditar, um ideal a seguir. É ter fé que as coisas vão dar certo, quando tudo ao seu redor indica que não dará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vejo alguns blogueiros que sigo andam bastante desânimados e perdidos, mas que tal mudarmos isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As famílias que perderam seus famíliares na serra carioca acreditam naquilo que lhes resta: Fé!&lt;br /&gt;Eu tb tive fé quando soube que um colega meu de faculdade estava sobre os escombros, apesar dele ter falecido, eu tive fé, me mantive acreditando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É meus caros... vamos tentar mudar as coisas construir (ou quem sabe reconstruir) o velho caminho. Espero que em dezembro de 2011 nós vamos ler esse texto de novo e vamos rir pelas realizações conquistadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2365771456338294350?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2365771456338294350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2365771456338294350' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2365771456338294350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2365771456338294350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/sobretudo-e-preciso-ter-fe.html' title='Sobretudo é preciso ter fé'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8392284857481546808</id><published>2011-01-19T21:15:00.002-02:00</published><updated>2011-01-24T22:10:54.799-02:00</updated><title type='text'>Criancice</title><content type='html'>&lt;div&gt;Esses dias, andando nas ruas de Brasília, me percebo fazendo brincadeirinhas de não pisar nas ranhuras das diferenças de concreto e contando, um dois, três, quatro... até trocar de "plataforma" digamos assim. Um pouco mais a frente me distraio com as folhas de uma árvore que vinham a uma altura um pouco mais altas que minha cabeça e pulo, arrancando assim as suas pontas, numa felicidade infantil. Não é a primeira vez que me pego fazendo isso depois de "ter deixado de ser criança". Mas aí surge uma questão... Quando foi que deixei de ser criança? Quando que parei de brincar de pique-esconde e correr de um lado pro outro sem motivo? Quando parei de plantar bananeira quando ficava sozinho do elevador? A resposta para essas questões não me parece muito clara (com excessão da última que foi quando colocaram uma câmera dentro do elevador e me repreenderam).  Ainda neste ano, em Porto Seguro, fiz amizade com um garotinho de seus 10 anos na piscina do hotel. Ele propunha brincadeirinhas idiotas de nadar até algum lugar, de falar de baixo d'água, de prender a respiração, de plantar bananeira, coisas que eu também faria com sua idade. Entrei na brincadeira. Havia só nós na piscina e brincava, nadava de lá pra cá, descobria o que ele dizia sob a água, quando a piscina foi enchendo... Um bocado de gente foi entrando de modo que eu fiquei acanhado de continuar brincadeiras tão infantis. Estava me divertindo, mas quando outros adultos chegaram, parei com as brincadeiras, fingi ser sério e adulto. Me surpreendi com tal comportamento. Por que fiz isso?&lt;br /&gt;Entrei numa profunda reflexão...&lt;br /&gt;Não houve um marco na minha história em que eu paresse de me comportar como criança. Não foi no meu primeiro beijo que larguei os brinquedos e resolvi virar "adultozinho" e tomar banho todos os dias. Não foi quando entrei no Dinâmico e começara a vida de vestibulando que larguei as minhas criancices de vez. Na verdade, percebei que foram as pessoas à minha volta. O tempo das pessoas que eu brincava foi diminuindo, eles foram tornando desinteressados pelos jogos e desinteressantes, monótonos, adultos. Olhei em volta e me vi solitário num campo verde, com uma bola de futebol no braço, e um lindo céu azul sobre minha cabeça, o vento vinha ao meu rosto e suavemente murmurava "corra até mim, me abraçe!", e lá ia eu, empurrava a bola lá na frente e, contra o vento, corria e jogava, sem esperar um vencedor.&lt;br /&gt;O tempo passou também para mim, infelizmente. Meu corpo enferrujado já não gozava da mesma flexibilidade e destreza de alguns anos atrás. A repetição de certos movimentos e, por outro lado, a falta desses me transformam num Charles Champlin, não dos Tempos Modernos mas dos tempos Pós-Modernos, sentado na frente de um computador vivendo a minha vida que está dentro dele...&lt;br /&gt;Mudei pra Brasília e perdi de vez o espaço que tinha no meu antigo prédio para ser criança, descer e ter contato com a natureza, deitar na grama e ver o céu, plantar bananeira sem ninguém julgar insensatez, arrancar o tampão do pé chutando o cimento. Me vi enclausurado em poucos metros quadrados de artificialidade onde o simples ato de ver o céu se tornou complicado.&lt;br /&gt;É um claustro tão artificial que as paredes de burocracia, papéis, contas, documentos, datas, responsabilidades, crescem cada vez mais para o alto e para os lados, me esmagando.&lt;br /&gt;Sinto muito falta de espaço. Fato.&lt;br /&gt;As atividades "chatas, monótonas e adultas" tomaram conta do meu tempo, dos meus dias. Tomo conta para que meu cérebro não entre no vício repetitivo no qual meu corpo sedentário já se encontra mergulhado e rejeito a idéia de que, no mercado de trabalho, o trabalho se torne mais um "mal necessário" para que eu possa, em fins de semana, voltar a viver momentos infantis como recompensa. Isso faz sentido?&lt;br /&gt;Não deixei de ser criança. Pelo menos não mentalmente. Crianças são mais espertas, felizes e livres. Aprendem com mais facilidade e ainda não têm a cabeça travada. Têm curiosidade e sede por descobrimento, viveram apenas 10% de suas vidas e ainda não têm a noção exata da morte.&lt;br /&gt;Me lembro uma vez, uma conversa que tive com minha mãe na cozinha de casa, eu devia ter uns 12 anos, "Mãe, a infância é a melhor fase de vida né?".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8392284857481546808?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8392284857481546808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8392284857481546808' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8392284857481546808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8392284857481546808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/criancice.html' title='Criancice'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5478381312853018059</id><published>2011-01-14T00:47:00.002-02:00</published><updated>2011-01-14T00:50:10.270-02:00</updated><title type='text'>Bom Senso [2]</title><content type='html'>...mas não quero chegar ao ponto que o &lt;em&gt;nonsense &lt;/em&gt;vire um mero &lt;em&gt;senso comum&lt;/em&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5478381312853018059?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5478381312853018059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5478381312853018059' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5478381312853018059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5478381312853018059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/bom-senso-2.html' title='Bom Senso [2]'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2128798783625522307</id><published>2011-01-13T17:09:00.002-02:00</published><updated>2011-01-13T17:54:53.551-02:00</updated><title type='text'>Bom Senso</title><content type='html'>Há momentos que preferiria não tê-lo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegar em uma mulher linda e nem se tocar que ela é inalcançavel&lt;br /&gt;Entrar num amor sem ver que ele é inabalável&lt;br /&gt;Comer feijão congelado e gritar convicto "Isso é chocolate!"&lt;br /&gt;Escorregar no tobogã com uma sunguinha listrada escarlate&lt;br /&gt;Seguir São Paulo quando o destino teima Brasília&lt;br /&gt;Seguir o vento quando me gritam: "família"&lt;br /&gt;Dizer "tomá no cu!" no lugar de "ah, entendo..."&lt;br /&gt;Esquecer do Grêmio e se apaixonar pelo Flamengo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ter vergonha alheia quando um amigo não se usa de bom senso :D&lt;br /&gt;Conversar com qualquer pessoa em qualquer rua sobre qualquer assunto&lt;br /&gt;Escrever um texto desses&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2128798783625522307?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2128798783625522307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2128798783625522307' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2128798783625522307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2128798783625522307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/bom-senso.html' title='Bom Senso'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5970612099085474242</id><published>2011-01-10T20:37:00.003-02:00</published><updated>2011-01-10T20:48:40.306-02:00</updated><title type='text'>Resposta a tirinha</title><content type='html'>Como disse um amigo meu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando uma mulher me fala que gosta de um cara mal, meu desejo interno é que ela seja estuprada, engravide, e ela e o filho morram de AIDS. Ai sim ela vai descobrir o que é um cara mal de verdade." - DS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5970612099085474242?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5970612099085474242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5970612099085474242' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5970612099085474242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5970612099085474242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/resposta-tirinha.html' title='Resposta a tirinha'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2656409367199971708</id><published>2011-01-06T13:24:00.003-02:00</published><updated>2011-01-06T13:27:36.238-02:00</updated><title type='text'>Uma tirinha pra descontrair...</title><content type='html'>&lt;a href="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tirinha.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 440px; DISPLAY: block; HEIGHT: 2674px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tirinha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2656409367199971708?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2656409367199971708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2656409367199971708' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2656409367199971708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2656409367199971708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/uma-tirinha-pra-descontrair.html' title='Uma tirinha pra descontrair...'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4656293455873502975</id><published>2011-01-05T13:14:00.002-02:00</published><updated>2011-01-05T13:49:31.889-02:00</updated><title type='text'>Feliz 2011, 2011 feliz?</title><content type='html'>Feliz Ano Novo!&lt;br /&gt;2011 chegou. A primeira década do século foi deixada para trás e o primeiro ano da década de 10 surge. Para muito de nós, leitores desse blog, será a década decisiva para nossas vidas profissionais. A tão sonhada formatura e a tão temida entrada no mercado de trabalho provavelmente ocorrerão nesta década. Mas não irei fazer um grande texto divagando sobre a "década de 10" e sim uma rápida espectativa sobre esse ano de 2011.&lt;br /&gt;Não sou uma pessoa de ter "espectativas" ou "planos", e nesse ano, não é diferente. Mas tem algo que, nos últimos anos, tenho observado: a "cara" do número do ano. 2008 parecia um númeoro massa, e o ano foi muito bom, não fui muito com a cara de 2009, achava o número feio, foi um ano bem difícil pra mim (o que não deixou de ser extremamente importante). 2010 parecia ser lindo! E sim, foi um ano espetacular...&lt;br /&gt;Falar depois que passou é fácil, mas dessa vez irei dizer o que acho de 2011: é um número que não acho nem bonito nem feio, bastante neutro, de cor branca, com certeza, parece que as coisas acontecerão com lenta certeza... Mas certeza é a coisa que menos existe para mim nesse começo de ano. Sim, é um começo de ano talvez mais incerto que o de 2009. Já estou em Brasília tendo aulas, sabendo que já reprovei em cálculo 2 e sabendo que, se não conseguir a transferência do meu curso pra Civil no semestre que vem, tô fodido, tô na merda, das grandes. Por outro lado, as inscrições obscuras e inexatas que fiz para 2 vestibulares no ano passado quando voltara da Europa com idéias renovadas, deram algum resultado, e se tiverem sucesso, serão minha rota de fuga para algo mais obscuro ainda. Para quem ainda não sabe, eu fiz vestibular de novo. Dessa vez fiz na USP e na UNICAMP. Na primeira prestei pra Eng. Civil na segunda pra Economia. Passei para a segunda fase nas duas instituições e as segundas fases serão em breve. Mesmo com pouca esperança de sucesso, há uma chance.&lt;br /&gt;Não estou satisfeito com o meu curso de Engenharia Mecatrônica e essa é a primeira vez que tive coragem de dizer, apesar de aparentar desde a minha primeira semana de aula em 2009, e não pretendo continuar. A maior barreira contra esse problema é meu pai. Isso já está confortável na minha mente e minha mãe apóia a troca de curso, já meu pai, será um problema... Acho que Simon entende bem como é isso...&lt;br /&gt;Se caso TUDO der errado, ou seja, não conseguir transferência de curso, reprovar em cálculo, e não conseguir passar nos vestibulares de São Paulo, penso seriamente em voltar a Goiânia, para a asa da minha mãe, entrar em um cursinho e ahhhhhhhhhhhhhhh... Nem sei :\\\\&lt;br /&gt;Por uma das primeiras vezes na minha vida sinto algo como uma forte angústia sobre mim, sobre meu futuro... Espero que minha projeção para 2011, um ano neutro, branco (porém um branco de paz e de tranquilidade) esteja certa. Feliz 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E nossa história não estará pelo avesso assim, sem final feliz&lt;br /&gt;Teremos coisas bonitas pra contar&lt;br /&gt;E até lá, vamos viver, temos muito ainda por fazer&lt;br /&gt;Não olhe pra trás&lt;br /&gt;Apenas começamos&lt;br /&gt;O mundo começa agora&lt;br /&gt;Ahhh&lt;br /&gt;Apenas começamos"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4656293455873502975?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4656293455873502975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4656293455873502975' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4656293455873502975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4656293455873502975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/feliz-2011-2011-feliz.html' title='Feliz 2011, 2011 feliz?'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7755419556610282583</id><published>2011-01-02T15:36:00.006-02:00</published><updated>2011-01-02T16:48:53.583-02:00</updated><title type='text'>Sobre Omissão e Loucura</title><content type='html'>Em um dos meios devaneios pós-reveion estava pensando nessas duas ações. E por acaso me lembrei de dois jogadores do Botafogo que representam isso muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada esse texto não é sobre futebol, e sim sobre certas posturas que a vida exige que tomemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é o Lúcio Flávio um típico camisa 10 clássico, daqueles que não correm apenas cruzam e tocam. Entretanto, ele é pouco eficiente e sua postura como jogador também não ajuda. Lento, omisso, manso, "peidão", treme quando vê o goleiro do maior rival, símbolo de um ano fracassado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida esse é o tipo de postura que jamais podemos ter. É preciso ter atitude, a omissão e a lentidão tardará o alcance de objetivos, ou quem sabe eles nem acontecerão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso em vez de "pegar a bola e tocar para o lado" é preciso que a pessoa "saia diblando e entre no campo adversário". Individualmente falando, a vida pode se assemelhar a uma competição, por isso uma atitude enérgica é necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não devemos confundir omissão com precaução, é claro devemos pensar em cada passo que damos. Afinal o futebol é um jogo de equipe que exige tática e inteligência não apenas vontade. A vida é assim cada passo deve ser pensando antes de ser dado, mas cuidado para não pensar demais e se esquecer de fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro jogador e bem sintético e imagino que quem gosta de futebol já imagina quem seja. Enfim, o típico centro-avante, grande, grosso e trombador. Mas com uma perseverança incrível, típica daqueles que nasceram para ser o centro das atenções. Sua camisa é incomum para um centro avante: 13! Sem dúvida um Louco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobretudo, além de vontade e perseverança é preciso ser Louco! A vida exige isso em alguns momentos, é na Loucura que nascem os sonhos, que as pessoas resolvem dar as grandes guinadas da sua vida. É na Loucura que um gênio como Beethoven escreve a "Nona Sinfonia",  então Marx escreve "O Capital" ou um estudante larga a Universidade e resolve rodar pelos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É na Loucura que se faz as revoluções, começa ou acaba um romance, corre ou se fica parado( e claro bater um pênalti com cavadinha em final de campeonato ou em quartas de final de Copa do Mundo, e sair rindo de satisfação ao ver o gol marcado). A Loucura se assemelha a utopia, é ter um sonho acreditar naquilo que só você acha possível e nunca desistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro o excesso de Loucura pode ter um preço, é necessário momentos de Loucura e não ser constantemente Louco. É em uma dessas que o grande empresário quebra, o jogador de cartas se endivida, que o amigo ou namorado é rejeitado pelo temperamento intempestivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso meu conselho é vivam na Loucura, mas saibam a hora de omiti-la. Mas cá entre nós o 13 é melhor que o 10. Afinal quando se perde o 1 vc ainda tem 3 opções ao passo que no outro depois do 1 sobra o 0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz ano novo atrasado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7755419556610282583?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7755419556610282583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7755419556610282583' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7755419556610282583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7755419556610282583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2011/01/sobre-omissao-e-loucura.html' title='Sobre Omissão e Loucura'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6396785195686350481</id><published>2010-12-21T23:46:00.002-02:00</published><updated>2010-12-22T00:46:28.353-02:00</updated><title type='text'>Generofobia</title><content type='html'>Em primeirto lugar queria que todo mundo TOMAR NO CU!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, dizer que cansei, perdi a paciência com gêneros. Homens e mulheres vocês enquanto um grupo (ou seja, o gênero) não prestam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega desse mundo apaixonado parem de ser infelizes, esqueça o filho da puta que te traiu e de o dedo para ele, ou então a garota que não fica contigo porque você é o melhor amigo dela. Esse texto é um FODA-SE bem mandado para todos vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diria o Mc Decão: "FODA-SE O AMOR E VIVA A PUTARIA!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueçam essa porra ninguém vive de amor e paixão. Vivemos de comida, água, moradia e vestimenta. Enquanto houverem idiotas para se apaixonar haverão aqueles que os magoem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="main"&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="search"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;GET ´ EM UP AGAINST THE WALL!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;IF I HAD MY WAY I'D HAVE ALL OF OF YOU SHOT&lt;br /&gt;(Tá bom isso foi um pouco exagerado, mas  a verdade prevalece)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6396785195686350481?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6396785195686350481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6396785195686350481' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6396785195686350481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6396785195686350481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/12/generofobia.html' title='Generofobia'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2654664273883643437</id><published>2010-12-09T19:19:00.002-02:00</published><updated>2010-12-09T20:22:34.091-02:00</updated><title type='text'>De longe...</title><content type='html'>... O próximo passo foi dado num clarão que se abriu no meio da floresta densa de pinheiros que andávamos. Um clarão de árvores visivelmente feito por seres humanos. Do meu lado direito, continuando o considerável declive de terra, se escutava o barulho inconfundível de água corrente. Havia um rio no fundo daquele vale onde, do outro lado, erguia-se a centenas de metros uma montanha com os picos ainda nevados. Olho para o outro lado, e lá em cima, ainda no espaço do clarão, vejo uma pequena guarita, feita de improviso com madeira e pedaços de plástico duro (daqueles usados em galões de sei-lá o quê). Apontei pra para ele. Meu amigo, morador daquele país, logo percebeu do que se tratava e logo me explicou: aquele espaço aberto no meio da floresta servia de campo de caça, a pequena guarita no topo servia de abrigo e esconderijo para os seres humanos, com suas armas poderosas, matarem os seres não-humanos. Subi aquele terreno inclinado todo cheio de restos de arbustos e árvores ao chão para observar de perto aquela guarita. Subi com dificuldade a tosca escada e entrei por uma portinha improvisada aberta num corte feito no plástico azul. A guarita por dentro era simples e limpa, pequena porém... O buraco para a alocação da arma era feita com a mesma técnica da porta, um corte feito no plástico que permitia abrir se fizesse uma força e fechava caso não houvesse nada. Coloquei minha arma pelo buraco. Miro pra fora da guarita procurando pelo meu amigo que havia ficado lá em baixo, com dificuldade o encontro no meio das folhas secas. Ele havia tirado a camisa não sei por qual motivo, só sei que havia dificultado bastante à minha procura a tal corpo branco no meio da paisagem amarelada. Aproximo-o com minha mira, e quando o tenho precisamente no foco, aperto o gatilho. Uma belíssima foto foi tirada. Diminuí o zoom e pude ver a paisagem com maior amplitude. Percebi o quão pequeno era meu amigo no meio daquilo tudo, a montanha nevada ao fundo, o céu azul acima dela, a grande floresta de pinheiros descendo para o fim do vale e o grande clarão no primeiro plano. Tirei outra foto com a nova visão e quando fui olhá-la na tela da própria câmera, e se havia um pixel apenas reservado para o magrelo corpo branco da paisagem era muito. Saí da guarita e fui ao encontro do meu amigo.&lt;br /&gt;Ele ainda continuava sem camisa e não o repreendi por isso, e não haveria ninguém para repreender se ele quisesse ficar pelado por ali também, éramos os únicos humanóides num raio de pelo menos 5 quilômetros e se gritássemos ali, o máximo que aconteceria era assustar um esquilinho que passava feliz a poucos passos de nós. Respiro aquele ar abundande e sento num monte de palha que tinha por ali. Tiro do meu bolso a minha carteira, e dentro dela uma nota de cem, a coloco do meu lado sobre o "sofá" de feno e centeio secos. Pergunto ao meu amigo:&lt;br /&gt;"Qual é o valor disso?", "Qual é o valor dessa nota aqui no meio do nada?", "Qual é a diferença dessa cédula com esse pedaço de folha seca?", "Na situação que estamos, qual é a utilidade desse pedaço de papel?", "Eu talvez o utilizaria para acender uma fogueira e espantar o frio, e ainda ficaria feliz". Meu amigo escutou a tudo isso exclamando palavras de espanto e admiração. "É isso aí!" dizia ele, concordando com meu ponto de vista. Tirou o seu relógio de ouro, a sandália e começou a correr. A princípio estávamos lá para chegar ao rio pela floresta, havíamos deixado o carro no acostamento de uma pequena estrada um pouco longe dali. Deixei-o correr e fui andando no meu próprio mundo, hipnotizado pelo contraste das cores da montanha com o céu azul e as nuvens logo acima. Que imensidão!&lt;br /&gt;Uma falha ocorreu, meu amigo esquecera seu celular no bolso da calça e conseguiu olhar as horas. Uma única "bactéria da civilização" que restara em um de nós dois nos contaminou, e em cinco minutos estávamos marchando de volta para o carro.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Uma ossada de rena passa despercebida por nós...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2654664273883643437?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2654664273883643437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2654664273883643437' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2654664273883643437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2654664273883643437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/12/de-longe.html' title='De longe...'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3672502934653115558</id><published>2010-12-06T00:10:00.002-02:00</published><updated>2011-01-09T12:36:46.238-02:00</updated><title type='text'>Minuto Quente</title><content type='html'>Tudo começa pela troca de olhares&lt;br /&gt;Aproximação, libido e intensidade&lt;br /&gt;Ocorre o contato, de leve no seu ouvido&lt;br /&gt;Os leves movimentos ditam a dança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para lá e para cá, nos movimentos de quadril&lt;br /&gt;A chance aparece e você consente&lt;br /&gt;Um leve toque de lábios&lt;br /&gt;As coisas esquentam&lt;br /&gt;e aquele lugar se torna pequeno para nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos, corremos, nos isolamos&lt;br /&gt;Estamos a sós, uma única opção&lt;br /&gt;Contatos corporais esquentam, tremem e sobem&lt;br /&gt;Sangue, Açucar, Sexo, Mágico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo é tão intenso, apesar da rapidez&lt;br /&gt;Estamos fundidos em só corpo&lt;br /&gt;Dois amantes, dois irmãos, uma chama&lt;br /&gt;Que se ascende e apaga nesse minuto quente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3672502934653115558?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3672502934653115558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3672502934653115558' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3672502934653115558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3672502934653115558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/12/minuto-quente.html' title='Minuto Quente'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-1454060781533345810</id><published>2010-12-06T00:04:00.002-02:00</published><updated>2010-12-06T00:10:00.001-02:00</updated><title type='text'>Amor a Distância</title><content type='html'>No dia em que eu te encontrei&lt;br /&gt;Você me conheceu e eu me revelei&lt;br /&gt;Parecia que tudo seria tão lindo&lt;br /&gt;Tão profundo, tão duradouro, tão tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a vida tem uma série de mudanças&lt;br /&gt;A rotina mudou e o sonho acabou&lt;br /&gt;A distância impediu a concretização&lt;br /&gt;contudo meu bem, você terá meu coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O correto seria aceitar o destino&lt;br /&gt;Aceitar que nossa história está em desatino&lt;br /&gt;Mas continuo vendo você em tudo&lt;br /&gt;Fico pensando se isso vale mais que um canudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amor vem se mostrando fiel&lt;br /&gt;Fiel e incondicional a você&lt;br /&gt;Porque a distância aumenta e o tempo passa&lt;br /&gt;Na medida que meu amor se reforça&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-1454060781533345810?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/1454060781533345810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=1454060781533345810' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1454060781533345810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1454060781533345810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/12/amor-distancia.html' title='Amor a Distância'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5079961987516626809</id><published>2010-12-05T22:52:00.002-02:00</published><updated>2010-12-05T23:59:38.031-02:00</updated><title type='text'>Miguel Perreira- RJ</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como se tornou rotina pelo terceiro ano seguido faço a excursão de final de ano com meu pai e seus amigos. O destino esse ano foi Miguel Perreira, no interior do estado, uma região serrana muito bonita, apesar da devastação devastada e das erosões (imagino que pelas chuvas e pela cafeicultura no início do século). Enfim, vou relatar a viagem, pois faz tempo que não faço crônicas descritivas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chego por volta de uma 7 da noite na sexta-feira na praça São Francisco Xavier na Tijuca, lá uma tia-avó que aguardava a viagem e a coitada havia chegado as 6:20, sendo que a previsão de saída era as 7:30. Muito bem ficamos nós lá papeando, ela perguntando coisas sobre faculdade e contando história, e claro, me aconselhando a fazer carreira na máquina pública federal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por volta de umas 8:00, uma bela moça se senta próxima de nós com uma mala, imaginei que ela fosse na viagem com a gente mas não falamos nada. Logo, ela ouviu meu papo e da minha tia. Acabou puxando assunto e descobrimos que ela na viagem. Logo minha madrasta chega avisando que o ônibus atrasou, e só iria chegar lá pelas 10 horas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ônibus chega as 10:30, finalmente entramos no ônibus aquela muvuca. Os amigos do meu pai batucando e "pandeirando" com o que dava, mandando suas rimas prontas de improviso. Fico impressionado com a capacidade de composição deles. Se juntar meu pai e os 3 amigos que estavam no ônibus, podia juntar Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil que não haveria tanta criatividade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então estamos lá no meio da muvuca comprimento um casal que tem minha idade, são meus conhecidos, o tipo de gente que se haver mais contato pode nascer uma boa amizade. Então sento perto deles, mas sou discreto para não incomodar o casal. Então, decido ficar na minha instrospectividade, coloco o Ipod com volume no máximo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começo ouvindo o disco One Hot Minute do Red Hot Chili Peppers. Enquanto ouvia "Tearjaker", me veio a cabeça compor um poema romântico e quando ouvi a música que dá nome ao disco me veio a idéia fazer um poema libidinoso. Bem, eu estaria ao ar livre em um ambiente inspirador seria simples fazer os poemas. Depois ouvi músicas aleatórias de bandas variadas, mas continuava instrospectivo. Então, se é para ser assim que seja dessa forma. Começo a ouvir o disco The Wall do Pink Floyd, e fico imaginando toda trama do disco se passando em um ambiente teatral.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No exato momento, em que acabava "Nobody Home" e começava "Vera", o ônibus para no meio do nada, a 1 da manhã em uma estrada de serra, logo uma região perigosa bem propícia para acidentes. Logo, as pessoas se desesperam e não era pra menos. O motorista parecia perdido, uns amigos do meu pai cismaram que o combustível tinha acabado e motorista negando veementemente. É engraçado, o ônibus quebrou e todos tem que colocar a culpa em alguém e sobra para o motorista. A culpa é da empresa não do motorista, mas como não tem como descarregar o estresse na empresa então já sabem né...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para nossa sorte, todos desesperados sem sinal de celular, alguns com rádio tentando fazer contato com guincho e a polícia rodoviária. Quando derrepente aparece um ônibus de viagem vazio e o motorista cobra 100 reais para levar todo mundo. Foi um milagre, para os que tem fé. Eu como bom cético achei muito conveniente aquele ônibus aparecer no meio do nada, como se alguém já previsse aquilo, enfim entramos no ônibus  e chegamos no nosso destino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chegamos duas manhã na pousada, lá algumas outras pessoas que foram de carro nos esperavam. Somos recepcionados pelas duas belas filhas da minha madrasta, pena que a beleza das duas é equivalente ao nojo que sinto pelas duas. Não é preciso falar que nos batemos, entranto somos cordiais nos comprimentamos e fingimos simpatia. Cansado vou dormir, pego a chave do quarto e vou com minha tia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dia seguinte sou acordado as 8 da manhã pela minha tia para não perdemos o café da manhã. Aquele blá blá blá café da manhã de hotel. Finalmente encontrei meu pai que foi de carro e chegou mais tarde do que eu. Resolvo após o café ir sozinho pelas trilhas da pousada buscar inspiração para escrever os poemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ando por alguns lugares acho um pesque e pague e uma cachoeira, olhando as belos morros que formam uma cadeia, logo, uma serra, me sento em uma pedra pego meu ipod começo a ouvir as músicas que me deram as idéias para os poemas. Me sinto meio mal por levar esse aparato símbolo do avanço tecnológico da sociedade capitalista ocidental, no meio desse meio natural cercado de verde e ar puro. Bem de qualquer forma compus os poemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Almoço, tento dormir a tarde mas não consigo. Vou a piscina e depois jogo bola com o pessoal que conheci, pessoas legais, um potencial para amizades futuras. Ah sim, este relato é algo digno que não deve ser esquecido. Alguns conhecem a história por mim dramatizada da "ninfomaníaca de angra dos reis" (quem ficar curioso depois eu conto a história), enfim, a tal garota estava lá de novo. Por sorte não me reconheceu porque em nosso último encontro eu estava com o cabelo grande.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meio da pelada, aquele famoso jogo com adultos e crianças eu e um outro cara estavamos com a mulecada, e essa garota no meio. Do nada, ela para e diz "oi, pode conversar comigo se você quiser", eu respondo secamente "depois do jogo eu converso com você". Enfim, depois vamos para sinuca e ela de novo, "ah vc nem conversou comigo" e eu fiquei lá enrolando. Mas enfim, chama-la de ninfomaníaca é maldade minha. A garota é uma coitada que precisa de tratamento, sei lá, tem algum tipo de problema que faz com que ela se atire para cima de qualquer pessoa do sexo oposto. Por sorte ela é feinha, imagina se fosse bonita o tanto de malandro que ia acabar se aproveitando dela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, depois disso vou tomar banho e jantar. A noite nos juntamos com um pessoal que sabia tocar violão e fizemos uma espécie de luau. Infelizmente acabou tendo um final triste, pois a avó de um pessoal que tocava havia morrido naquela semana, então todas músicas mais emotivas causavam um choro discreto pelos cantos. Lá pela 1 da manhã cansado resolvo dormir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dia seguinte rotina normal, café, piscina, almoço, caminhada, cachoeira, arrumação, ônibus e o mesmo motorista. Enfim, ficamos naquela apreensão de dar alguma merda de novo. De novo no &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ônibus fico na minha instrospectividade, ouvindo músicas aleatórias no ipod. Resolvo ouvir "Echoes" do Pink Floyd em certo momento, uma música indiscritível, 23 minutos de internalismo e transpiração de coisas boas no fim da música.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meio de muita chuva cada pessoa é deixada em sua casa, os primeiros descem ouvindo coisas do tipo "au au au, vai descer quem mora mal." , "A Penha é o poder, é a Penha é o poder, bonde do MK MR e o FB" , ou então "Esse pessoal da vila Cruzeiro tá metido pq tem UPP agora". Eu e o meu pai e outras pessoas descemos em Vila Isabel, cada um de volta em seu canto, para suas vidas privadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5079961987516626809?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5079961987516626809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5079961987516626809' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5079961987516626809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5079961987516626809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/12/miguel-perreira-rj.html' title='Miguel Perreira- RJ'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7392575060022834096</id><published>2010-11-23T23:08:00.008-02:00</published><updated>2010-11-23T23:58:46.642-02:00</updated><title type='text'>Andarilho do céu</title><content type='html'>Você tem a força e o dom da mudança&lt;br /&gt;Trazer-nos de volta os tempos da bonança&lt;br /&gt;Valente e destemido com seu sabre&lt;br /&gt;Por trás desta capa que lhe cobre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu pai cedeu a esta tentação&lt;br /&gt;Não caia nesta confusão&lt;br /&gt;Limpa sua mente deve estar&lt;br /&gt;Porque a hora está para chegar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voe andarilho voe. O céu talvez enevoe, mas você deve continuar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um cavaleiro nunca se apaixona&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois o incerto é que aprisona&lt;br /&gt;As sombras irão te seduzir&lt;br /&gt;Mas o importante é resistir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A ordem deve voltar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a você cabe ordenar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cuidado para não adoecer&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que força esteja com você&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Voe andarilho voe. O céu talvez enevoe, mas você continuar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7392575060022834096?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7392575060022834096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7392575060022834096' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7392575060022834096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7392575060022834096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/11/andarilho-do-ceu.html' title='Andarilho do céu'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8451410921181338440</id><published>2010-11-22T10:27:00.002-02:00</published><updated>2010-11-22T10:49:53.803-02:00</updated><title type='text'>Poemas Incompletos</title><content type='html'>E aqui me acho novamente&lt;br /&gt;Com você na minha frente&lt;br /&gt;Mas não consigo te tocar,&lt;br /&gt;Não consigo te ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa foge de mim,&lt;br /&gt;Porque tenho medo de me apaixonar&lt;br /&gt;Mas ao mesmo tempo, temo te perder&lt;br /&gt;E à distância, sofro como sofreria ao seu lado&lt;br /&gt;Por saber que não beijaria seus lábios&lt;br /&gt;...Quando fosse embora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;....................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ponto espero um ônibus para me levar daqui&lt;br /&gt;Um ônibus sem cor nem número&lt;br /&gt;Que me leve por essas avenidas paralelas ao além&lt;br /&gt;E lá, no claustro do ser, na liberdade plena&lt;br /&gt;Eu consiga olhar pra trás e ver um brilho,&lt;br /&gt;Um ponto sequer de luz&lt;br /&gt;Um sinal qualquer que me mostre, la no ponto de partida,&lt;br /&gt;Algo real, algo verdadeiro, algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando, de lá, me surpreendo com o espetáculo.&lt;br /&gt;No fim da estrada, vejo brotando do ventre da Terra,&lt;br /&gt;Não só um ponto brilhante, mas uma infinidade deles.&lt;br /&gt;Uma abóbada de estrelas.&lt;br /&gt;Cada uma com seu brilho característico,&lt;br /&gt;Convergindo-se vagarosamente no céu escuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, do além solitário, resolvi voltar&lt;br /&gt;Dou o primeiro passo em direção ao céu estrelado&lt;br /&gt;Quando surge você ao meu lado&lt;br /&gt;E de mãos dadas andamos errantemente&lt;br /&gt;Só com a idéia de um dia chegarmos às estrelas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;................................................................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você apareceu e sumiu em minha vida&lt;br /&gt;Tão forte e veloz quanto um trovão&lt;br /&gt;Como muitas passam todos os dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhares se cruzando por instantes&lt;br /&gt;Que mais parecem eternidades&lt;br /&gt;Ah!, e como poderiam ser eternidades&lt;br /&gt;Aqueles momentos (ir)relevantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rua, decido ou não atravessar&lt;br /&gt;Somente para prendê-la por mais tempo em meu olhar&lt;br /&gt;Ah, como meus olhos poderiam ser de fato uma prisão&lt;br /&gt;Para trancafiar para sempre a sua imagem&lt;br /&gt;E evitar sua fuga,&lt;br /&gt;A dura e definitiva fuga&lt;br /&gt;A fuga para o sempre&lt;br /&gt;A fuga para o nunca&lt;br /&gt;Nunca mais vê-la&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não trocamos uma palavra&lt;br /&gt;Não me deste um beijo&lt;br /&gt;Mas no mundo paralelo&lt;br /&gt;No mundo real das confluências de nossas imaginações&lt;br /&gt;Fizemos amor por uma noite inteira à luz da lua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso , a pior coisa que você faz&lt;br /&gt;É quando move rápida e fugaz&lt;br /&gt;E some da minha vida sem olhar pra trás&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o mesmo que passar quase toda sua existência&lt;br /&gt;Ao lado de sua amada&lt;br /&gt;E ela não se despedir de forma adequada&lt;br /&gt;Virar as costas e dizer mais nada&lt;br /&gt;Ir em frente e pular a sacada&lt;br /&gt;Morrer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda quente a minha memória&lt;br /&gt;Uma outra dama vira a esquina&lt;br /&gt;E com a sensualidade de uma menina&lt;br /&gt;Me consquista momentâneamente e comtinua a história...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8451410921181338440?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8451410921181338440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8451410921181338440' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8451410921181338440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8451410921181338440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/11/poemas-incompletos.html' title='Poemas Incompletos'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4718005337934661360</id><published>2010-11-19T17:36:00.003-02:00</published><updated>2010-11-19T18:16:33.690-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;Jóia, perna, mesa, silêncio, pão de queijo, bola, bateria, calça, cabelo, concreto, olhos, verdes, passarinho, tosse, telefone, luva, cor, uva, tijolo, maçã, idiota, passos, tecnologia, pasta, tecla, loira, barriga, quimica, biologia, oportunidade, listras, mini-saia, cheiro, pescoço, grama, lua, lago, árvore, tênis, sorriso, boca, lábio, seco, rosa, óculos, rastafari, bicicleta, mel, vento, samambaia, feijão, baixa, banco, pedra, vermelho, capitalismo, metal, rachadura, brasileiros, azul, bússola, bola, viagem, centro, terra, dinossauro, mar, vulcão, Itália, macarrão, tomate, parque, grama, céu, flor, amarela, branco, cisne, castelo, barroco, suor, cara, pulseira, tempo, desejo, distância, equilíbrio, mente, vestibular,  ônibus, laranja, sol, Brasil, Ronaldo, grama, bola, inútil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estatísticas :&lt;br /&gt;Palavras : 97&lt;br /&gt;Tempo gasto: 5 minutos&lt;br /&gt;Média: 19.4 palavras por minuto ou 0.3 palavras por  segundo&lt;br /&gt;Palavras repetidas: 2&lt;br /&gt;Mais vezes repetidas: Bola e Grama (ambas 3 vezes)&lt;br /&gt;Palavra mais relevante: Inútil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4718005337934661360?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4718005337934661360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4718005337934661360' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4718005337934661360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4718005337934661360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/11/joia-perna-mesa-silencio-pao-de-queijo.html' title=''/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3702919673018937443</id><published>2010-11-08T22:11:00.002-02:00</published><updated>2010-11-14T20:31:52.619-02:00</updated><title type='text'>"Só me fodo"</title><content type='html'>Antes de mais nada, esse texto não é apenas mais uma de minhas várias lamentações. É justamente ao contrário. O título se dá por causa de uma piada interna relacionada a um amigo que só se fode, a intenção também não é denegri-lo até porque essa piada já vai além do próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos classificar que existem sujeitos "só me fodo", estes seriam aquelas pessoas que não conseguem ver o lado bom das coisas, sempre há algum problema por mais que as coisas estejam dando certo. Aliás, acho que é inato a busca da perfeição pelo ser humano, entretanto todos sabemos que ela nunca chegará, até porque pela personalidade volátil de muitas pessoas os desejos mudam, e claro, os que são alcançados tem pouco tempo de satisfação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então acho que é por ai, é importante fazer um exercício de boa vontade de vez em quando, lembrando-se de todas as coisas que você já tem, e se lamentar menos pelos objetivos não alcançados. Penso que as vezes isso falta para mim, volta e meia me pego em situações de "só me fodo", mas tento evitar isso ao máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que em uma situação onde você realmente tá "se fudendo" seria necessário tomar alguma atitude. É assim que o mundo funciona, existem coisas que não estão ao nosso alcance mas devemos fazer o possível para alcança-las. Ou então faça como eu fiz (e estou pensando em fazer de nada), chute o balde! Mude de ares, faça uma mudança radical, frenquente novos lugares, conheça novas pessoas. Porque permanecer na inércia não ajuda em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, essa reflexão/desabafo se mostra útil para alguns projetos meus no ano que vem. E para esse meu amigo digo, o "fudido" de hoje, pode ser o "fudedor" de amanhã. Amém!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3702919673018937443?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3702919673018937443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3702919673018937443' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3702919673018937443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3702919673018937443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/11/so-me-fodo.html' title='&quot;Só me fodo&quot;'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2371137970302359649</id><published>2010-11-05T00:06:00.004-02:00</published><updated>2010-11-08T09:41:20.801-02:00</updated><title type='text'>Quebrando a rotina</title><content type='html'>Tenho o que se chama de vida feliz&lt;br /&gt;Mas as vezes a infelicidade é a mascára da intorpercência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo em uma faculdade federal e deveria me orgulhar disso&lt;br /&gt;Faço um curso onde um bando de pseudo intelectuais tentam explicar o mundo&lt;br /&gt;Infelizmente, nenhum deles mostrou competência para transforma-lo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo numa cidade dita maravilhosa e de povo acolhedor&lt;br /&gt;As maravilhas que são a porcaria de mascára para aqueles que ficam além dos morros&lt;br /&gt;O acolhimento que se mostra a primeira impressão, em determinados lugares e momentos. Amizades de momento e contingência apenas isso. No fundo, ninguém é seu amigo e só recorrem a você quando é preciso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho acessos a meios de transporte que são caros a poupalação&lt;br /&gt;Não sei se me felicito por ter condição de pagar ou se me entristesso por aqueles que não tem como pagar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma gama de programas vastos a fazer mas ninguém com quem compartilhar, há menos que seja com hora e dia marcados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada é derrepente tudo é contado, determinado, profissionalizado, tempo custa dinheiro literalmente. Tudo o que se faz representa um gasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toco aquele velho foda-se para o mundo, e me lembro que é hora de crescer. Porque as pessoas não vão me esperar os amigos vem e vão, assim como os amores também, contudo, últimamente só os estou vendo indo e eu estou ficando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma velha rotina, que nos quebra, tortura, entristesse mas ao mesmo tempo entorpece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2371137970302359649?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2371137970302359649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2371137970302359649' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2371137970302359649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2371137970302359649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/11/quebrando-rotina.html' title='Quebrando a rotina'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4503489106183398721</id><published>2010-10-26T20:01:00.005-02:00</published><updated>2010-10-28T13:48:53.048-02:00</updated><title type='text'>"Tropa de Elite" e a aspiração facista da classe média brasileira</title><content type='html'>Finalmente depois de encarar imensas filas e ingressos esgotados finalmente consegui ver o "Tropa de Elite 2" e faço algumas observações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De longe, o filme apresenta bem mais conteúdo do que o primeiro. É visto como o problema da violência urbana é muito profundo, bem mais do que "matar bandido" como é visto no primeiro filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão do filme, é uma visão facista, isso não é uma crítica ao diretor, ao contrário, é um elogio. Ele retratou muito bem qual é a visão de um policial do BOPE. O que é normal, perante todas as aspectativas apresentadas para os policiais, sintetizadas na figura do capitão Nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me assusta são duas coisas, o distanciamento e a inserção no filme. O primeiro é encarar o filme com uma ótica hollywoodiana, como se fosse um filme de ação qualquer. Aquilo é a realidade, posso discordar da visão da protagonista, mas não deixa de ser verdade a vivência dentro do seu ponto de vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda coisa presenciei no cinema. Algumas pessoas bateram palmas ao sairem da sessão. É nesse ponto que faço a crítica implicita no título: As pessoas enxergam que "bandido bom, é bandido morto". Isso é muito perigoso, eu sinto que no Brasil e mais especificamente no Rio, está se formando uma classe média bastante conservadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, a justificativa é a grande violência, mas ao mesmo tempo a mentalidade de senso comum nos prende ao efeito e não a causa. Digo, o perigo de se acreditar em um capitão nascimento salvador, nos leva a um caminho que beira o facismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente isso. Uma sociedade a beira do colapso, enxerga a causa de seus problemas no efeito (a violência urbana). Logo, recorrem em desespero a uma figura carismática forte, que apresenta soluções instântaneas. Hitler, Mussolini, Franco, Salazar entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é um perigo se tratando de Brasil, pois temos a cultura de elergemos "pais" e não governantes. Em um momento de desespero, um Belusconi poderia se tornar presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é mais profunda. É interessante notar que ao longo do filme, a protagonista compreende que a questão da violência é mais profunda do que um contingente populacional tendente a marginalidade. Ele é desililudido e percebe toda estrutura podre que permeia a área de segurança do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é estrutural. É falado muito em "sistema" durante o filme. Acho interessante uma frase dita: "O sistema dá a mão para não perder o braço". Isso é inato ao sistema, e entendo sistema como o capitalismo, apesar de isso não ser citado no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitalismo é excludente em sua essência, por mais que se faça filantropia a inclusão nunca será total. Sempre haverá uma margem de marginalizados. A questão é essa: o que resta a um coitado que para sobreviver na vida se não tem o básico (ou a condição material de subsistência, como diriam os marxistas)? O banditismo é a saída, é a unica maneira de ascenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Argumenta-se também "mas existem assassinatos tão cruéis, que não é possível que a pessoa não tenha uma inclinação para o mau". Isso é ridículo, eu acredito em indole, acho que cada pessoa tem suas inclinações. Mas sobre tudo a condição material de vida aumenta ou diminui as potencialidades do invíduo (Isso é uma opinião pessoal, não tenho dados empirícos para comprovar). Portanto, é bem mais fácil que um indivíduo como uma baixa condição de vida entre para o crime do que uma pessoa de alta condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, disse tudo isso para me referir a metáfora do sistema. Isso é uma coisa normal, dar parte do lucro, para manutenção do &lt;em&gt;status co&lt;/em&gt; da sociedade. Fizeram isso na década de 30 e no pós guerra, fizeram isso na era vargas e fazem no Brasil com o bolsa família. Um mero assistencialismo para evitar o colapso e manter as distinções equilibradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme é feita a crítica aos ditos "intelectuais de esquerda, que defendem bandido". A questão é simplismente a abordada, não é defender bandido é simplesmente reconhecer que tanto ele, quanto o policial são vítimas do sistema. O confronto é apenas o resultado da desigualdade, a questão como foi dita é bem mais profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro ponto interessante é a semelhança dos personagens com pessoas reais. O próprio Capitão Nascimento (Rodrigo Pimentel, consultor de segurança e ex-membro do BOPE), Diogo Fraga (Marcelo Freixo, deputado estadual pelo PSOL, com destaque no combate as milícias), Fortunato (Wagner Montes, apresentador do Balanço Geral, e suspeito por envolvimento com milícias). E por ai vai... e o próprio Governador no filme que também tem envolvimento com as milícias. Por coincidência o atual governador do Rio, Sergio Cabral, foi acusado em um debate eleitoral de fazer campanha junto com líderes mílicianos. Até quanto esses fatos são semelhantes a realidade, não sabemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, esse texto da longe da pretensão de sistematizar uma crítica bem elaborada ao sistema de segurança, é apenas um pequeno esboço misturado com outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah sim, a parte do hospital é filmada na rua atrás da entrada principal da UFF :D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4503489106183398721?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4503489106183398721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4503489106183398721' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4503489106183398721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4503489106183398721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/10/tropa-de-elite-e-aspiracao-facista-da.html' title='&quot;Tropa de Elite&quot; e a aspiração facista da classe média brasileira'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5854048590840802154</id><published>2010-10-18T16:13:00.006-02:00</published><updated>2010-10-28T13:56:46.959-02:00</updated><title type='text'>"Meteoro da Paixão"</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;A notícia obviamente não foi bem recebida pela população. As capitais da região sudeste estavam irreconhecíveis. O caos natural das horas de rush é um paraíso tranquilo se comparado a situação atual, causada pela espectativa da catástrofe. Os aeroportos cheios, as rodoviárias lotadas e as estradas inevitavelmente engarrafadas. Enquanto os líderes de estado, ministros, governadores e até presidente se pronunciavam nos meios de comunicação, procurando controlar ao máximo a delicada situação e minimizar os estragos, existia um desejo comum extremamente forte que eles não poderiam controlar: o desespero de sair o mais rápido dali e salvar a sua pele.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Naquele momento, as mesmas pessoas que passaram anos e anos de suas vidas seguindo regras, leis, convenções sociais e sistemas, deixam magicamente seus princípios de lado se rendendo ao caos. As únicas coisas que aparentam trazer consigo daquela "sociedade que não é válida para casos extremos" foi o dinheiro e a fé, ou seja, apesar de tudo, não abriram mão dos seus bens mais "queridos" e de suas rezas egoístas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;O presidente em sua declaração tenta acalmar os cidadãos dizendo que o asteróide, o meteoro que confluía para o nosso planeta e atingiria a região metropolitana de São Paulo em menos de dois dias, não teria um estrago maior que um raio de 200 quilômetros do ponto de impacto. Era um meteoro de tamanho médio: alguns quilômetros de raio. No momento era inevitável a grande destruição que causaria no estado mais rico do país e o que procurava-se era a redução do número de mortos, que, no momento, era impossível imaginar aquela catástrofe sem mortes. A imprensa sensacionalista fazia artigos ao vivo nas capitais e principais cidades da região sudeste e, por outro lado, a imprensa cult questionava a demora das instituições internacionais para divulgar o local exato da queda do asteróide.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;O céu na grande São Paulo era bem azul e sem nuvens. O que dava atmosfera de fim de mundo era apenas a especulação da notícia e o caos da cidade, gerado pela primeira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Apesar de o projeto de evacuação ser mais focalizado na capital paulista, alguns precavidos de cidades um pouco mais distantes como Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória, além de milhares de outras (que não eram capitais) tambem tentavam escapar procurando lugares mais distantes. A parte que seria totalmente destruida pelo asteróide era apenas um raio de 75 quilômetros, mas havia também a onda de energia que causaria muitos danos por pelo menos mais uma centena de quilômetros. Essa era a informação dada pelas autoridades. Mesmo assim, as pessoas que estavam mais distantes não gostaram da idéia de correr o risco de verificar isso com os próprios olhos. Goiânia foi a cidade preferida de grande parte dos refugiados. Toda sua infraestrutura para turismo não ajudou nesse aspecto. Poucos hotéis, transporte público não eficiente e vias não tão bem planejadas. A bela Goiânia se transformou. Com os refugiados vieram tambem aqueles que viram neles uma maneira de se enriquecer. Como Goiânia, outras cidades com tal "potencial acolhedor" se tranformavam...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;O dia passa e a situação em São Paulo só piora. Muita gente já estava em direção ao norte ou ao sul mas a maioria ainda só imaginava nisso. Assassinatos, saques por toda a cidade, suicídos a todo momento...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Num canto da cidade, Eric, estudante, estava em sua kitnet confortavelmente entorpecido. Aquela notícia havia causado nele um sentimento bem diferente do que na maioria das pessoas. Ficou deitado na cama da mesma maneira que estava quando viu a notícia em sua quase inútil TV 14 polegadas. Viajou em seus pensamentos por horas. Vagando em partes do cérebro que não imaginaria vagar. Era um jovem filosófico e pessimista, refugiara seus últimos meses nos braços de Pamella, seu amor e nada mais. Levantou da cama decidido. Não secou as lágrimas dos olhos pois elas já haviam secado por si só, foi até a cozinha, bebeu um copo d'água e enquanto bebia olhou pela janela pela primeira vez. Estava agora mais decidido. Pegou o telefone esperando muito que alguem atendesse do outro lado. Esperou uma eternidade e do outro lado escutou uma voz suave feminina, não encontrou exaltação nela, encontrou nada mais do que um fio de felicidade por saber que estava bem. Eric foi à pé ao encontro de Pamella, carros enchiam as ruas mas as calçadas estavam relativamente vazias, e outra, Eric não tinha carro. Pamella não morava muito longe. Estudavam na mesma universidade e moravam perto dessa. Eric andava vagarosamente pelas ruas, indiferente a tudo que acontecia a sua volta. Parecia que vivia em outro mundo daqueles seres-humanos desumanos, e a falta de brilho em seus olhos negros não dava sinal de confluência entre esses dois mundos. Subiu ao apartamento de Pamella e deu-lhe um longo abraço. Olharam-se nos olhos por longos minutos se abraçaram novamente e Pamella perdeu suas forças para um choro, não alto mas intenso. Suas pernas bambearam mas Eric evitou que ela caísse de joelhos ao chão. Sem trocar uma palavra eles haviam decidido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Eles se amavam. Um amor jamais explicável por um narrador onisciente inexperiente. A maneira de Eric ver o mundo vinha, em pouco tempo, influenciando Pamella que até chegou a ser considerada fútil por ele. Não gostava tanto dela no começo da relação, mas com o passar do tempo ele descobriu nela muito mais do que aquele rosto lindo e aquele pequeno corpo e passou a amar mais que tudo, mais que a própria vida. Eric não é e nunca foi um "buon vivant", não compreendia o mundo e passou a ter ojeriza das coisas e das pessoas assim que seu pequeno coração começou a sentir as injustiças. Tentava fugir de tudo aquilo que considerava hipocrisia, vindo de uma família de classe média alta rejeitou por muitas vezes confortos e presentes orefecidos pelos pais. Foi levando e sendo levado pelos seus princípios e descobriu que era rodeado por todos os lados por hipocrisia, preconceitos, injustiças, ilusões... e aos poucos se isolou. Não era anti-social. Tinha uma boa conversa e não era feio. Várias pessoas viam nele um bom potencial de amizade mas pela parte dele sempre havia uma inexplicável e por vezes irritante indiferença, não ligava muito para as pessoas (em ambos os sentidos) e refugiava-se em seu instrumento musical que tocava com uma quase perfeição: o violino. O tocava para si e para as 4 paredes que o rodeavam. Tivera pouco tempo de aulas quando criança, mas a pouca técnica era compensada por um sentimento sem igual que inundava suas melancólicas improvisações. Fechava os olhos e entrava no instrumento, entrava na música. Ali, no instante, produzia composições maravilhosas e fazia com que qualquer sinal de umidade nas paredes se transformasse em lágrimas. O timbre único do violino, contínuo e triste, vestia perfeitamente a sua feição ao tocar enquanto melodia era o seu interior traduzido em música. Sem saber, usara-se da música para conquistar Pamella. Só depois demuito tempo que ela foi descobrir da sua aptidão musical. "Você é uma caixa de surpresas, isso foi maravilhoso!" foram as palavras dela ao ouvir o violino pela primeira vez. Era normal, pouquíssimas pessoas sabiam que ele tocava: a sua mãe, seu pai, os irmãos, a empregada da casa onde morava, alguns amigos de infância, vizinhos invisíveis que por trás das paredes se emburreciam ou se impressionavam com o som e a sua namorada que tivera a primeira oportunidade de escutar quando fora fazer um trabalho da universidade em sua kitnet. Ela percebeu o violino num canto da cama e ficou interessada, pedindo para ele tocar. Ele hesitou mas logo se rendeu àquela voz doce e aos olhos verdes que o olhavam com compaixão. Ele tocou pela primeira vez na vida uma melodia apaixonada...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Pamella era curiosa. Criada numa família também de classe média perdeu a mãe cedo e passou a viver com seu apático pai. Filha única, era bastante sagaz e apesar de ter sido criada como qualquer menina-filha única-protegida, tinha a idéia de independência e liberdade bastante forte em si. Gostava do novo e do velho, do complexo e do simples. Era discreta, nunca vulgar. Gostava de andar por aí com calças jeans e uma blusa simples que não lhe deixava menos bela. Era relativamente baixa, cabelos castanhos claros e olhos verdes. Não chamava atenção a primeira vista, opção dela para excluir (de fato) aqueles ogros vorazes e sedentos. Mas tinha um sorriso incomparável, fazia uma noite escura se tornar iluminada e o fim do mundo se tornar um renascimento. Menina de muito boa índole não conseguia ver o mau com facilidade e nutria uma personalidade aberta e otimista. Gostava de ler mas não era intelectual, gostava e praticava esportes mas não era atleta, gostava de exatas mas era de humanas, vivia sem pesos, sem stress e gostava dos muitos amigos que tinha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Eric não era um desses amigos. Era nada mais do que um colega de sala desconhecido. Para ela, ele sempre estava do "lado negro" da sala de aula, era um vulto... um poço de mistério. Ela começou a ficar chateada e ao mesmo tempo instigada por conhecer, em seis meses de curso, quase todos da turma menos aquele garoto que ficava ali no canto da sala, anotando algumas coisas que o professor escrevia. Mal sabia a cor da sua voz mas já tivera a oportunidade de observá-lo andando pelos corredores da universidade, com os olhos levemente inclinados para o alto e para algum dos lados, parecia nunca estar interessado nos acontecimentos no plano "mundano", pouco se distraía com qualquer uma das dezenas de pessoas por quem cruzava, e andava ali, num caminho invisível criado por ele e não permitia que outra pessoa o atrapalhasse, ou seja, andava constante, sem alterar a velocidade e direção, não trombando com ninguém, numa outra dimensão paralela...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Talvez ela acabasse morrendo sem saber a cor da voz de Eric se não fosse por um professor que propôs um trabalho em grupo aos alunos e os grupos deveriam ser formados de forma aleatória. Uma semana depois os ouvidos dela eram acariciados pela música magistral do violino e um mês mais tarde por sua boca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Hoje, diferente de tudo o que já foi e tudo que imaginava ser, ela parece ser mais o que é. Diante de Eric todas as coisas que havia pensado e refletido nas horas anteriores desapareceram. No princípio, pensara como todos, em deixar a cidade o mais rápido possível, mas não conseguiria fazê-lo sozinha. Seu pai ligou umas duas vezes nesse meio tempo, não por estar de fato preocupado mas para fazer o "papel de pai-responsável", realmente não importava, parou na segunda ligação porque achou que a não-resposta dela era suficiente para deduzir que estava bem e tentava escapar do desastre, por isso não atendeu. Por outro lado, os pais de Eric eram só preocupação. Não passaram um minuto sem pensar no filho caçula (e predileto) e ligaram inutilmente tantas vezes quanto podiam. Do outro lado da linha, Eric estava deitado na cama, escutando o celular tocar. Cada toque era um grande aperto no coração. Nas horas que ficara refletindo na cama, apenas resevou um minuto para si. O tempo restante pensava nas pessoas que poderiam sofrer com sua decisão: Pamella e sua família, principalmente sua mãe, a quem amava acima de qualquer outra coisa no universo. Via nela a imagem pura da ingenuidade e valorizou desde sempre aquele amor verdadeiro que é o de mãe. Sofreu mais que qualquer tortura ao ignorar as ligações, pensou nos irmãos e até no cachorro Geraldo, outro ouvinte assíduo de suas músicas. Pamella estava decidida a ir embora, estava apenas a espera de Eric, mas a demora do telefonema a fez preocupada e por isso não se impressionou tanto quando Eric entrou pela porta da sua casa carregando nada mais que a roupa do corpo e o case do violino. Foi quando lhe deu um abraço e caiu no choro. Não foi preciso palavras para Pamella entender o que Eric pensava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Depois do abraço Eric pediu um copo d'água que bebeu com tranquilidade. Pegou o violino numa mão, e apertou a mão de Pamella na outra e sairam pela porta da frente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Pamella ainda não estava totalmente acostumada com a idéia de renunciar a vida, ou facilitar a própria renúncia, pelo amor que, apesar de forte não era suficiente para tal ato egoísta. No elevador, ao descer os doze andares do prédio onde morava, houve o "silêncio que incomoda". Era Pamella que agora estava reflexiva, e não se arriscou a dividir a angústia com Eric, que percebia o toque da mão de Pamella enfraquecer, apertando-a com mais força. Ela não conseguia entender por completo a idéia do namorado. Com seu otimismo típico não via àquele meteoro um problema, era nada mais do que uma pedra no meio do caminho que poderia ser retirada facilmente, mas a pedra estava em proporções gigantescas e cada vez mais próxima, cortando o espaço com uma velocidade astronômica. Ela pensava, se se amavam com tanta força, porque não fugiam assim como os outros para um lugar distante, sobrevivem ao desastre e se amam por toda uma longa vida?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Saindo para a rua eles perceberam que a cidade ainda continuava cheia. Muita gente havia ido e deixado tudo para trás, porém outros que confiaram na previsão de 2 dias para o desastre ficaram para sugar o máximo que conseguiam de riquezas materiais. Tudo se via na cidade naqueles tempos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Andaram cautelosos pelas calçadas passando por mendigos-profetas, mulheres nuas, crianças perdidas, cães livres, carros, motos, onibus lotados, pessoas com carrinhos de mão, correria louca... Passaram por eles como se não fizessem parte daquilo tudo e, sempre de mãos dadas continuaram o desfile. Andavam numa leveza incomum, como se não fosse o pesado e retalhado concreto que tivesse aos seus pés e sim como se estivessem andando no céu azul e as nuvens formassem o caminho por onde deveriam seguir. Se isso fosse verdade, as nuvens os estariam levando para o Parque do Ibirapuera, lá seria a escala rumo ao paraíso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Gostavam do "urbe" nas grandes metrópoles, as vicissitudes de suas culturas, contra-culturas e sub-culturas espalhadas pelas veias e artérias quadradas, e seus organismos que funcionam quase que completamente interligados. A homeostase urbana lhes fascinava, mas nada lhes fascinava mais do que o extremo oposto disso, o contato direto com a natureza, de um espaço onde não tenha nenhum sinal de civilização, a luz da lua e apenas ela, uma grama, o cheiro da água, o barulho de insetos invisíveis, o bucolismo... Talvez uma parte deles era fascinada pelo lado humano e mutável do ser, com suas contruções (físicas ou não) enquanto existia tambem um resquício dos nossos ancestrais, na nossa parte animal e o convívio com a natureza de forma plena e pura. Perto do fim a idéia que mais os agradou foi a da natureza. Não lhes caía bem a idéia de passar as últimas horas de suas vidas como haviam passado infinitas horas anteriores, dentro de seus apartamentos. Queriam ver a chegada do grande astro e presenciar talvez uma das cenas mais fenomenais já testemunhadas pela humanidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Chegando ao parque, esse estava intacto, assim como era antes de tudo. Ninguém havia levado suas árvores, seus passarinhos, seus laguinhos, peixes, tartarugas, patos, sua infinidade de insetos, quatis, preás, macaquinhos, pedaços de grama, arbustos... Era uma das poucas partes da cidade que tinha ficado até mais bonita com a gradual ausência humana. Escolheram um canto próximo ao lago central do parque, se sentaram na verde grama e aí começaram a saga sabática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Eric largou a mão de Pamella para tirar o violino do case. Nesse instante Pamella levanta e sai correndo. Eric olha para ela por um instante apenas levantando a sombancelha, e volta a mecher com seu violino, afina o instrumento e começa a tocar suavemente. Pamella, que já havia parado de correr, olha para tras e se aborrece com a falta de atitude de Eric e fica sem ação. Se ele tivesse levantado e a seguido ela ia levar na brincadeira e talvez desse um pulo no lago, como sempre desejou, mas agora que Eric nem olhou para o lado ela não teria coragem de se jogar no caos e tentar uma fuga tardia sem ninguém mais que a própria sombra. Para disfarçar qualquer suspeita ela continua correndo, um pouco mais saltitante até chegar do lado oposto do lago. De lá ela acenou para Eric, com as duas mãos. Eric, que apesar da aparência tranbordar tranquilidade, não parou de pensar um instante sequer desde que Pamella se levantou, achou que não precisaria esperar a chegada do meteoro para declarar a própria morte, olhou-a de lado e a viu parando, sentiu esperanças que logo se foram quando ela voltou a correr, distanciando-se de si. Quando parou do outro lado e deu "chau" ele estava certo de que passaria o resto das horas na mais perfeita solidão, uma lágrima escorreu pelo olho esquerdo e do violino não saía mais qualquer tipo de som.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Mal sabia que ela estava a brincar com ele. Uma brincadeira infantil mesmo, de sair correndo sem sentido pelas margens do lago. Ela retornou pelo mesmo caminho que foi, esboçando um largo sorriso no rosto.Aproximando-se, percebeu o estado do namorado, se preocupou e também se culpou por ter saído daquela forma, deu-lhe um forte abraço e agora era ele que explodia chorando no colo da outra. Dessa vez não se soltaram e mergulharam nos laços do amor infinito...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Ficaram ali, juntos e felizes por horas. Esqueceram do futuro e do passado, eram puramente a existência, a essência (d)o ser. Criaram e transbordaram amor em seus pequenos corpos. Eric, certo momento, pega o violino e começa a tocar. Uma melodia romantica e tranquila flui e do nada ele começa a cantar no meio da música! Uma tarefa extremamente árdua para um violinista, ainda mais quando se trata de uma melodia mais complexa e uma letra bem feita, que era o caso. Em inglês ele solta os versos :&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;"Sky is in dark blue&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;The meteor is coming&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;But my love's still growing&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;For you&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Any human have ever felt the way like we do&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Cause a star's falling from the sky just to kiss you&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Now there are two suns in the sunset&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;But even with this, the greatest heat is from our love, I bet&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;I'll love you till I die&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;I'll love you till the end of time&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;It's true!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;E com o andar da música, Pamella é supreendida realmente com um segundo sol que aparece no céu. Primeiro com um ponto distante e agora em constante aproximação. A música continuava e o meteoro aproximava. O céu mudava de cor, do azul escuro do final da noite para o azul claro do começo da manhã, ia ficando amarelado, e depois alaranjado e finalmente atinge os tons de vermelho. A música acelerava cada vez mais. Os dois estavam juntos, eram um só corpo. Aquela cena era magnífica! Espetacular! Música acelerando mais e mais e mais, e o meteoro se aproximando, tomando proporções gigantescas, fazendo sombra no verdadeiro sol, porém ele mesmo estava em chamas, iluminando cada vez mais o planeta Terra. Era só emoção nos dois, estavam mais felizes e impressionados como jamais estiveram. Decidiram por aquilo e não se arrependiam naquele momento. Quando nada mais parecia real, quando o meteoro já estava tão perto a ponto de queimar as árvores da cidade, pessoas ainda estavam correndo inutilmente para fugir nas zonas mais afastadas da cidade, Pamella e Eric deram o último e mais apaixonado beijo de todos, até virarem lava menos quente do que o amor que exalavam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;O meteoro havia colidido com a Terra há 23 horas antes do anunciado pelas autoridades internacionais, teve um alcançe de raio 450 quilometros maior do que o esperado. Por isso a sua destruição atingiu o litoral brasileiro gerando assim uma tsunami de magnetude nunca antes vista, que logo atingiria o litoral da África e Europa Ocidental, além dos estragos causados em todo o mundo. O astro havia colidido com tanta força que alterou as estruturas físicas do nosso planeta, mecheu no polo magnético e, em menos de 8 meses o mundo entrou em colapso e a raça humana não existia mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;Enquanto a maoiria da população mundial gastou as últimas horas, ou dias ou semanas ou meses de suas vidas preocupados, tristes, procurando alguém para culpar, procurando onde se esconder, procurando como ficar rico, não perceberam que tudo aquilo que está ali no plano material ,inclusive eles mesmos, é tão frágil e inútil que não faz sentido passar o pouco tempo que lhes é dado para tentar implementar ainda mais essa forma de vida. Pamella e Eric, influenciados pela visão pessimista-filosófica de Eric, foram os últimos seres humanos felizes da face da Terra. Viram o que poucos viram, tiveram sensações físicas e psicológicas nunca antes imaginadas nem sentidas por qualquer ser vivo no universo e, num pedaço de verde grama, diante de um pequeno lago, com a companhia célebre da música, sintetizaram a parte boa da extinta raça humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5854048590840802154?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5854048590840802154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5854048590840802154' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5854048590840802154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5854048590840802154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/10/meteoro-da-paixao.html' title='&quot;Meteoro da Paixão&quot;'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2620223482770041677</id><published>2010-10-16T23:52:00.003-03:00</published><updated>2010-10-17T01:19:42.156-02:00</updated><title type='text'>Zonas Pioneiras</title><content type='html'>Aproximadamente a um terço da distância que separa, em linha reta, a costa meridional do curso do Amazonas, estendem-se amplos planaltos esquecidos pelo homem há dois séculos. (...) A única testemunha dessa antiga via provincial era a pequena capital do Estado de Goiás. que lhe deu seu nome, que dormitava a mil quilometros do litoral, estava praticamente isolada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se devemos nos lamentar ou regozijarmo-nos com o absurdo do fato, mas o certo é que a administração decidira esquecer Goiás, o seu campo, as suas rampas, a sua graça ultrapassada. Tudo aquilo era demasiado pequeno, demasiado velho. Seria preciso partir do nada para fundar um empreendimento a leste, na forma de um planalto coberto apenas de erva rija e arbustos espinhosos, como se tivesse sido assolado por flagelo destruidor de toda fauna e inimigo da vegetação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não havia ali qualquer incidente natural para importunar os arquitetos, eles puderam trabalhar no próprio local como se o fizessem no papel. O traçado da cidade foi desenhado no solo; o seu contorno foi delimitado, bem como as diferentes zonas internas, zona residencial, zona administrativa, zona comercial, zona industrial e outra consagrada às distrações (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um dia para o outro os jornais foram cobertos por manchetes na primeira página. Nelas se anunciava a fundação de Goiânia; em redor de um plano pormenorizado como se a cidade fosse já centenária, eram enumeradas as vantagens concedidas aos habitantes: arruamentos, estradas de ferro, água canalizada, esgotos e cinemas. Se não me engano, chegou a haver um momento, no princípio, em 1935/36, em que a terra era oferecida aos compradores que concordavam em pagar os direitos de escritura. Pois os noticiários e os especuladores eram os primeiros ocupantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitei Goiânia em 1937. Uma planície sem fim, que tinha alfo de terreno baldio e campo de batalha, eriçada de postes elétricos e estacas de agrimessor, deixava entrever uma centena de casas dispersas pelos quatro cantos do horizonte. A mais importante de todas era o hotel, um parelelepípedo de cimento que me fazia lembrar, no meio daquela planície, uma estação aérea ou um forte; de bom grado poderiamos chamá-la de "baluarte da civilização", expressão utilizada já num sentido figurativo mas direto que adquiria assim um valor singularmente irônico. &lt;strong&gt;Pois nada podia ser tão bárbaro, tão desumano, como essa iniciativa no deserto. Aquele edifício sem grandiosidade era o contrário de Goiás; não havia história, duração ou hábito que lhe saturasse seu vazio ou adoçasse sua rigidez; sentíamo-nos ali sempre com passageiros nunca como residentes, como numa estação ou em um hospital.&lt;/strong&gt; Só receio de um cataclismo podia justificar aquela casamata. Tinha-se com efeito verificado um, cuja ameaça era prolongada pelo silêncio e imobilidades reinantes. Cadmus*, o civilizador, semeara as sementes do dragão. Numa terra esfolada e calcinada pelo sopro do monstro que esperava-se que os homens medrassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a recordação do grande hotel de Goiânia encontra-se na minha memória, testemunhando, nos dois polos do luxo e da miséria, o absurdo das relações que o homem consente em manter com o mundo, ou que, melhor dizendo, lhe são impostas em grau crescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(LEVI-STRAUSS, Claude. In: &lt;em&gt;Tristes Trópicos&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Criador de Tebas e Sparta, segundo a mitologia grega.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2620223482770041677?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2620223482770041677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2620223482770041677' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2620223482770041677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2620223482770041677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/10/zonas-pioneiras.html' title='Zonas Pioneiras'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5721025835383411842</id><published>2010-10-15T20:30:00.003-03:00</published><updated>2010-10-16T21:46:10.062-03:00</updated><title type='text'>Outubro</title><content type='html'>Sei que já estamos na metade do mês, mas há algum tempo venho querendo escrever esse texto. De fato, apenas faltava "sentar e escrever", mas acabei me enrolando com outras inutilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bem, aaaaahhhhh outubro! Que mês, o começo da primavera, onde as flores desabrocham e os passáros cantam. O mês que começa a vir aquela ansiedade de fim de ano, para saber o que faremos no natal, reveion e férias (para aqueles que ainda as tem). Para mim é um mês bem desagradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês podem falar que é uma cisma minha, mas é incrível como nos últimos anos outubro é o mês que "fode" o resto do meu ano, acho que desde 2007 tem sido assim. Geralmente é em outubro que a ficha cai, as realizações do ano não vão se concretizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim foi 2007 e 2008: outubro era quando eu me tocava que tinha que estudar pra passar de ano. Também outros assuntos que hoje julgo menores, mas na época eram de extrema importância não se concretizaram. 2009: A crise de adaptação a uma nova cidade, logo, saudades extremas da velha vida somada a decepções amorosas blá blá blá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem sabe isso não é apenas coincidência? O fato de eu ter levado com a barriga apenas ter se desencadeado em outubro, pode ser... mas querendo ou não esse mês já ficou estagmatizado para mim como aquele é que vaca vai pro brejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse estigma é foda, com isso acabo julgando com preconceito e culpando todos meus problemas por ser outubro. Já me falaram que pode ser algo relacionado ao meu "mapa astral", não acredito nisso, mas na falta de apego a uma explicação essa serve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por em quanto esse mês tem sido tranquilo, até agora considero que outubro está sendo pior que setembro (apesar de já ter ocorrido um incidente infeliz há uma semana atrás). Mas vamos ver né, preciso me focar ou me destrair, afinal já foi metade do mês; Leva-se em conta também que devo viver 60 ou 70 anos (se tudo der certo), então não posso jogar todos os maus agouros para o calendário e me insentar da responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que esse texto foi meio bobo, mas tá ai. Já escrevi coisas piores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5721025835383411842?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5721025835383411842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5721025835383411842' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5721025835383411842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5721025835383411842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/10/outubro.html' title='Outubro'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2993019812679784989</id><published>2010-10-12T01:58:00.001-03:00</published><updated>2010-10-12T01:59:58.215-03:00</updated><title type='text'>Garoto iludido</title><content type='html'>O garoto sonha&lt;br /&gt;O garoto tenta&lt;br /&gt;O garoto apanha&lt;br /&gt;O garoto se fode&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O garoto insiste&lt;br /&gt;e toma no cu de novo&lt;br /&gt;O garoto toca o foda-se&lt;br /&gt;e da o dedão pro mundo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2993019812679784989?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2993019812679784989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2993019812679784989' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2993019812679784989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2993019812679784989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/10/garoto-iludido.html' title='Garoto iludido'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7293497146585322078</id><published>2010-10-11T23:18:00.003-03:00</published><updated>2010-10-12T00:16:38.594-03:00</updated><title type='text'>Um relato de uma vida</title><content type='html'>Depois de ter escrito o texto "Fernanda" de maneira subjetiva, recebo um depoimento pessoal. Uma amiga que gentilmente cedeu alguns detalhes da sua vida. Então, os detalhes subjetivos que faltaram no meu texto estão sendo preenchidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A vida é mesmo engraçada, com meus dez anos tinha certeza do queria para o futuro:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Apartamento para morar sem os pais, um carro zero na garagem, faculdade de veterinária e farrear bastante. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;O cenário escolhido foi Goiânia, a cidade que nasci e sempre amei. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nessa época minha maior vontade era ir ao shopping sozinha ou virar a noite na internet. Coisa que só foi acontecer aos doze anos. Não me pergunte porque mas adorei o primeiro dia no shopping sem nenhum adulto vigiando.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Com 14 anos isso me satisfazia mais. Eu já me sentia responsával para frequentar bares e shows, mas claro não tinha autorização, então passava a madrugada na internet. Foi nessa época também meu primeiro beijo, e logo depois o primeiro namorado. A vida não permitiu a reação do meu pai com isso, afinal, ele já estava doente e partiu.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os 15 anos chegaram! Os famosos 15 anos em que a menina passa a ser mulher, mas garanto que isso não aconteceu comigo. Tive um baile com direito a vestido rodado, mas o momento mais esperado não aconteceu, não tive oportunidade de dançar valsa com meu querido paizinho. Mas sei que ele estava do meu lado, até hoje está.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cansei de namorar, entrei no ensino médio. Acabei brigando com minha melhor amiga, entretando conheci pessoas novas e arranjei uma confidente. Passei a frequentar bares e experimentei os efeitos do álcool, estava adorando tudo isso. Adorando o mundo que queria estar inclusa. Fiquei com muitos homens até mais de um na mesma noite.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antes dos 16 minha prima me apresenta o irmão do ficante/namorando dela, mesmo que ele fosse mais velho nós acabamos namorando. Adorei namorar um cara mais velho, pois era sinal que eu era muito madura pra minha idade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os 16 bateram a porta e entraram com tudo. Foi com esse namorado que aconteceu, me entreguei cedo demais, mas pra mim era a hora. Eu não era mais virgem, coincidência ou não passei a desconfiar muito dele, mesmo sem provas concretas decidi terminar o namoro.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mais uma vez solteira,  dessa vez foi diferente, não tinha mais vontade de ficar com todos os garotos do mundo. Só queria curtir a vida adoidada, saindo com minha melhor amiga seu namorado e seus amigos, logo, fiquei amigos dele também.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vieram as férias e o reveion, passei com meu primose os amigos deles.  Me aproximei de todo eles, um em especial se tornou confidente das minhas paranóias. O ano começou com coisas boas e ruins. Acabei namorando um amigo da minha "turma do mal" por 6 meses. Considero este o melhor namorado, o verdadeiro primeiro homem, alguém mais que especial.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Virei modelo, recebi uma proposta para trabalhar em São Paulo. Pensei bastante e escolhi ficar e fazer direito ano que vem, em alguma universidade pública de preferência.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Contagem regressiva aos 17, me sinto perdida. Mais uma vez mudando o status de namorando para solteira. Sem planos pra nada, sem previsões para o futuro. Não sei mais o que quero, a única coisa que desejo é ficar bem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estou tirando a mochila com programações futuras das costas, no lugar coloco os fones de ouvido no maior volume, na tentativa de sair desse labirinto que parece sem fim.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7293497146585322078?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7293497146585322078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7293497146585322078' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7293497146585322078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7293497146585322078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/10/um-relato-de-uma-vida.html' title='Um relato de uma vida'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3603348883939279864</id><published>2010-09-30T01:11:00.003-03:00</published><updated>2010-09-30T23:58:49.210-03:00</updated><title type='text'>Fernanda</title><content type='html'>Ela nasceu como todos os outros, um parto normal de sua mãe. Enquanto o pai olhava do lado ansiosamente segurando a mão da mãe, estando tão nervoso quanto ela. Não era o garotão que ele queria mas ficou satisfeito com a bela filhinha que acabava de ganhar. Não poderia jogar bola com ela, teria que protege-la do sexo oposto ao invez de encoraja-la (caso a situação fosse ao contrário, isto é, o bebê fosse um menino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota vai crescendo... sempre rodiada de pais, avós, tios e primos que a paparicam como a "meninha da famíla", era uma família majoritariamente de homens, os avós há muito tempo esperavam pelo nascimento da garota, ela era criada como um uma princesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi, a garota tinha tudo em sua mão. A idade ia passando, por intermédio da vizinha descobre uma coisa chamada sexo, quando um homem coloca seu pênis na vagina de uma mulher. A garota sente nojo daquilo, exasperada, ela corre para contar aos pais o que havia ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assustados, eles a botam de castigo e cortam parte as mordomias por um determinado tempo. Mas durou pouco, Fernanda tinha tudo que precisava ao seu alcance. Um muro impedia que a menina fosse corrompida pelo mundo exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que os pais nem sempre estavam presentes. Na escola ela aprendia tantas coisas educacionais convencionais, como não-convencionais pelo contato com os colegas. Aos 11 anos era o momento, debaixo da escada, apenas ela e o garoto. Ele tinha 13 estava na sétima série, era o máximo ela ficar com um cara mais velho. E assim foi, Fernanda sente pela primeira vez o prazer de ter seus lábios tocados pelos de outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a idade ia passando, seu busto inclava para frente e o quadril para atrás (inclinando também os olhares do sexo oposto). Entretanto, ela não compreendia esse crescimento que incorporava, não entendia como os outros a encaravam. Ela já tinha seus 14 anos, se assustou quando estava em um clube e um cara de 18 começou a conversar com ela. Ela se sentiu ótima: "uau ele tem 18 anos!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 15 era seu desabrochar... finalmente ela estava debutando. Mostrando toda sensualidade de uma mulher com rosto de criança. Naquele desconfortável traje de gala "tomara que caia", ao olhar atento dos homens da família. Na sua festa ele fica com um garoto, ele tinha 19 anos, mas uma vez ela batia seu recorde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles foram ficando... ficando... e ela percebia que o mundo era maravilhoso. Ela o amava (ou pelo menos pensava assim). Um ano de namoro, agora ela tinha 16, resolveu presentear o namorado, pelo 1 ano de espera, finalmente, ela desabrochava por completo se tornando uma mulher de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi mágico, durante um mês. Quando aconteceu: A carruagem virou abóbora, o príncipe virou sapo. E a garota se via em sua primeira decepção amorosa. O choro foi grande, e aumentou mais ainda ao perceber que tudo que o tal príncipe queria era a jóia que ela guardava escondida em seu ventre, ao retirar a jóia, o príncipe disse adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garota decide que é hora de mudar. Ela sai na rua de novo, com maquiagem pesada pronta para atacar! Mas dessa vez é diferente, ela percebe que os homens a observam, não com admiração mas com desejo. Ela se sente um objeto, como se fosse uma presa esperando para ser atacada. E garota fica reclusa novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um ano se passa ela agora tem 17, ela ficou mais um pouco reclusa. Percebeu que a família que aparentemente a amava, era repressora e não amorosa. Ao contar que havia cedido sua jóia ouviu palavras do mais baixo calão, sendo comparada a mais nefasta das meretrizes. Ela precisava se libertar! Era hora de ir em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim 18, a garota estava livre! Passa no vestibular, arruma um emprego de meio período e vai morar sozinha. Ela se vira como dá, tudo que quer é repugnância do velho mundo. Agora independente, ela quer se descosificar, que deixar de ser um pedaço de carne e voltar a ser humana. Decide ser radical: Abandona os decotes, só usa calça jeans, raspa a cabeça, larga academia e maquiagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira impressão foi ruim, amigos e família reprovaram, mas a garota estava convicta. Aquele era um EU autêntico, ninguém tiraria aquela identidade dela. Ela deixou de ser uma coisa e passou a ser gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernanda ficou presa na ditadura do ser que lhe impuseram, mas ela se libertou. Contudo essa é a questão quantas Fernandas existem por ai? Enlatadas e alienadas a vácuo e channel. Quantas Fernandas são necessárias para se fazer uma mulher de verdade? Ou melhor, Uma Fernanda é mulher ou apenas um objeto &lt;em&gt;made in China&lt;/em&gt;?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3603348883939279864?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3603348883939279864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3603348883939279864' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3603348883939279864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3603348883939279864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/09/fernanda.html' title='Fernanda'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8470048655233867994</id><published>2010-09-28T11:10:00.004-03:00</published><updated>2010-09-28T11:26:56.178-03:00</updated><title type='text'>A Vela</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Naquela noite silenciosa, deito na cama&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Janela escancarada de nada adianta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Se sinto o calor no fundo da garganta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Ponho ao chão o inútil pijama&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Sobre a cabeceira fósforos usados, piris e uma vela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Ah sim, e um livro do Kafka&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;A luz vacilante da vela tremula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;E procuro um refúgio à janela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Lá fora o vento sopra e brilha a lua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Logo, nas viagens aos pensamentos, chego a você, nua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;E fortemente desejei-te ao meu lado, bela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Afinal precisaria de sua ajuda para apagar a vela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;No escuro do quarto e na claridade da lua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Comigo despido e você nua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Algo muito grande surge: A Metamorfose&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;E dos corpos juntam-se em um, zoomórfico...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;De repente, uma nuvem carregada acaba minha viagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Entre mim e a lua, ofusca sua imagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;E na realidade concluo um triste veredicto:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;Você não existe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;E se você não existe, eu não existo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;O que resta é apenas uma vela acesa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;" &gt;E sua chama que vacila, sobre a mesa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8470048655233867994?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8470048655233867994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8470048655233867994' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8470048655233867994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8470048655233867994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/09/vela.html' title='A Vela'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-9000027122485951768</id><published>2010-09-21T00:51:00.002-03:00</published><updated>2010-09-21T00:55:40.178-03:00</updated><title type='text'>Indeferença</title><content type='html'>Acho que a indiferença é o pior castigo&lt;br /&gt;Aquela pessoa que só olha para seu umbigo&lt;br /&gt;Você não é notado, a rejeição seria agradável&lt;br /&gt;Pois mesmo assm você é notável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho, para o vazio&lt;br /&gt;Olhar esse que não é retribuido&lt;br /&gt;Digo que dói esse sentimento diluído&lt;br /&gt;Diluído como minha presença em sua vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que vou ficar perneta&lt;br /&gt;Só assim para entrar em sua cabeça&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-9000027122485951768?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/9000027122485951768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=9000027122485951768' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/9000027122485951768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/9000027122485951768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/09/indeferenca.html' title='Indeferença'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6740492210733944624</id><published>2010-09-14T00:54:00.002-03:00</published><updated>2010-09-14T02:57:44.008-03:00</updated><title type='text'>Dúvidas da nossa geração</title><content type='html'>Não temos pelo quê lutar. A juventude que cresce hoje no Brasil, a minha geração, que sai da adolescência agora atingindo a maioridade, não sabe o que fazer. Estamos perdidos em nossas dúvidas sem saber para qual direção apontá-las. Lutamos e nos revoltamos para atingir um objetivo amorfo. Mas apesar de não termos uma noção perfeita do formato daquilo que procuramos, sabemos muito bem o formato e a dimensão da nossa inimiga que é uma velha conhecida: A sociedade. Não é muito raro, ao trocar ideia com as mentes mais reflexivas dessa geração, escutar o vocábulo "sociedade" mais de uma vez. Todavia, apesar do conhecimento desta, não sabemos de qual forma e nem baseado em quais artifícios poderemos criar algo para contrapor-se a ela.&lt;br /&gt;Mas antes, para não adquirirmos a triste nomeação de rebeldes sem causa, devemos explicar e justificar o motivo da luta.&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, muitos gaguejam já neste ponto. Apesar de saberem o porque da sua revolta, têm dificuldade de expô-la, isso porque os problemas, as injustiças, as verdades... estão inteligentemente maquiadas. Mas, afinal, porque mesmo que somos revoltados? Acho até que "revoltado" não é o adjetivo correto para discernir tal sentimento, "insatisfação" talvez fosse uma expressão mais ponderada. Insatisfação pela vida? Não. Os que se dizem insatifeitos pela vida não se enquadram no perfil de "reflexivos" dito anteriormente. Insatisfeitos com o que então? É uma insatisfação mais subjetiva que está ligada à noção de que se dá mais valor a certas coisas, comportamentos, ações e idéias do que a outras... Para deixar mais claro e exemplificar: Dá se mais valor ao dinheiro que certo indivíduo possui do que ao próprio indivíduo; dá se mais valor à fama e moda de certa música do que a música em si e sua qualidade; dá se mais valor ao malandro àquele que age com bom senso; dá se mais valor àquele que pensa economicamente àquele que pensa; dá se mais valor a uma tarde de estudo do que a uma tarde de ócio (seja ele produtivo ou não); dá se mais valor à vida pessoal de um famoso qualquer do que ao nada(;D)...; da religião ao pensamento livre... E nós nascemos dentro desses valores equivocados, vivemos certamente mais de uma década aceitando e engolindo qualquer coisa que nos colocam goela abaixo, aprendendo "coisas boas e coisas ruins", porém tudo baseado em ideais da instituição vigente. Quando em tempos atrás a Igreja Católica controlava o mundo ocidental, o certo era ir à missa, acreditar na existência de Deus, rezar, pagar tributos a ela... o errado era ser homossexual, ser negro ou duvidar ou questionar sobre a veracidade do tal livro sagrado. Na Revolução Industrial os valores mudam e toma se posição um ideal que passou a ser relacionado ao trabalho e este por sua vez ao dinheiro. Uma sociedade mais complexa e cada vez mais globalizada surge e até hoje tem progressos. Tivemos algumas tentativas durante o século passado, de mudar isso. Sem muito sucesso o último país que resiste ao regime socialista é Cuba, uma ilha de pouca influência situada no Atlântico. Na sociedade atual, apesar de expressivas mudanças, o ideal é alicerçado naquele iniciado pelos burgueses industriais, o mundo nas mãos de grandes corporações onde o homem é rebaixado a aquilo que ele produz. Isso quer dizer, não importa a sua religião (pode ser até ateu) se é produtivo, não importa seu estado civil contando que não atrapalhe o seu trabalho, não importa a cor da sua pele contando que ganhe dinheiro para a empresa, não importa o seu sexo ou sua idade, não importa o seu ideal, não importa a sua tatuagem, seu cabelo, seu rosto, quem é você!, desde que os números da empresa tendam a aumentar com a sua contratação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma expressiva diferença do que aconteceu há cem anos atrás é que naquela época havia um ideal comum de mudança. O socialismo surgiu forte para aqueles que desejavam, no fim de tudo uma sociedade melhor. Hoje em dia, alem desse ideal estar significativamente enfraquecido, temos uma poderosa "indústria de idéias", ou seja, meios de comunicação em massa que moldam e criam idéias áqueles acomodados que têm preguiça de pensar por conta própria. E, por outro lado, é importante dizer que a qualidade de vida das pessoas, de modo geral, melhorou muito, criando, na minha concepção, uma contemporânea "Belle Epoque". Pessoas felizes pelo mundo estar em relativa paz e pelo progresso econômico. Nunca antes o Brasil e os brasileiros viveram num cenário tão otimista quanto agora. Economia se desenvolvendo, grande parte da população passando para a classe média, real valorizado, país sede da copa do mundo de futebol 2014 e das olimpíadas logo depois em 2016, universidades cheias, shoppings cheios... Tudo ocorre como planejado, está tudo perfeito! Aí que está o ponto crítico. Um jovem que cresce nessas condições, dentro da segurança das "grades" nos bairros centrais urbanos, prevendo para si um futuro próspero pela frente e uma vida maravilhosa, o que tem para se preocupar? A maioria dos jovens que conheço estão nessas condições. Totalmente a parte de idéias filosóficas, científicas, humanas e sociais estão boiando na superfície, ou seja, passam seus dias ligados a coisas e fatos de extrema superficialidade e muitas vezes até futilidade, dando exagerada importância aos mesmos. Mas, eles estão certos, para que lutar? Vivemos num país democrático como desejamos e almejamos por muito tempo, as mulheres já conseguiram a tão sonhada independência com o movimento feminista no século passado, o socialismo já se mostrou utópico... Está tudo perfeito. O que fazemos para comemorar então? Festa! Um exemplo claro disso é o tipo de musica que faz sucesso hoje em dia: músicas para serem tocadas em festas ou músicas falando sobre festas e curtição ou os dois. Então, voltemos a falar daqueles jovens que pensam demais. Qual é a visão política? Esse é outro ponto interessante: não existe! A chamada "centro esquerda" era a que parecia mais razoável mas agora parece mais conservadores do que os de direita. Os que se dizem radicais de esquerda são de fato radicais mas cometem o erro de se basearem ainda em políticas obsoletas e mal-fundamentadas para o cenário atual. Os que são de direita, por fim, só não são conservadores na hora da corrupção... O que sobra? Uma indiferença insatisfeita e um voto em branco.&lt;br /&gt;O que é melhor então? Dúvidas que sobrevoam a cabeça sem respostas. A geração que veio antes de mim, indivíduos que hoje tem por volta dos 22, 23 anos, é uma geração maravilhosa, eles têm um potencial de trabalho muito grande e farão sua parte para o nosso "belo quadro social". Já a minha geração, sinto que, aprendendo com os pais que viveram numa época conturbada e lutaram por uma sociedade mais justa, nós filhos da queda do muro de Berlim, nascidos já no capitalismo consagrado, temos um grande potencial de provocar mudanças e entrar para a história. Deixamos de ser crianças e estamos numa fase crucial de formação intelectual e crítica. Deixemos de boiar na superficialidade e mergulhemos nesse oceano que é muito mais profundo que imaginamos, de maneira que consigamos compreender e entender bem daquilo que nos rodeia (voltando para a superfície de quando em vez para não morrer afogado) para criar, mudar, reinventar, lutar, perder, chorar, pensar, ganhar, delirar, e é claro, viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por uma sociedade feliz e pelo ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6740492210733944624?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6740492210733944624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6740492210733944624' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6740492210733944624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6740492210733944624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/09/duvidas-da-nossa-geracao.html' title='Dúvidas da nossa geração'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8202345804894332754</id><published>2010-09-05T23:30:00.003-03:00</published><updated>2010-09-05T23:41:07.348-03:00</updated><title type='text'>O conto das duas pontes - Epílogo</title><content type='html'>ATENÇÃO NÃO LEIAM ESSE TEXTO SEM TEREM LIDO O DEBAIXO ANTES, SE NÃO PERDERÁ TODA A GRAÇA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos anos depois do incidente:&lt;br /&gt;"Ei filha acorde... temos que ir"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mas já tá cedo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje é o grande dia, levante-se."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim mãe e filha pegam o avião e seguem para a Equalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mamãe, por que estamos viajando mesmo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Minha filha, há muito tempo o mundo era um lugar horrível, as diferenças sociais eram gritantes, pessoas viviam do trabalho das outras. Não havia respeito, dignidade e igualdade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como assim?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É uma homenagem para um antecestral nosso, ele lutou por muitas das coisas que temos hoje, apesar de não conseguir, ele foi um márti para a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avião finalmente pousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos, estão todos esperando."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mamãe, como o mundo ficou bom?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe acaricia a filha e diz:&lt;br /&gt;"Você ainda não tem idade para entender isso, assim como nossos antepassados, que apesar de esforçados também não compreendiam".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8202345804894332754?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8202345804894332754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8202345804894332754' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8202345804894332754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8202345804894332754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/09/o-conto-das-duas-pontes-epilogo.html' title='O conto das duas pontes - Epílogo'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-144879073108107031</id><published>2010-09-05T21:28:00.004-03:00</published><updated>2010-09-05T23:42:07.870-03:00</updated><title type='text'>O conto das duas pontes - O mal está mais próximo do que se pensa</title><content type='html'>Sete anos se passam desde da revolução e criação de Equalia. Com muita dificuldade Denis tenta construir um novo país, através dos conhecimentos adquiridos, visando desapropriação e redestribuição das riquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse existem muitas dificuldades, primeiro como era de se esperar Aporue fazia investidas militares constantes a Equalia, a revolução na pequena ilha incentivava outros lugares a fazerem o mesmo. A repressão nunca havia se mostrado tão forte como agora. A tática de conhecimento geográfico vinha funcionando até agora, mas era necessário que a população sempre tivesse armas as mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro problema, foi o corte de privilégios dos que antes estavam no poder. As opções eram duas: Ou aceitavam as mudanças ou suas cabeças rolariam (é claro que para os mais importantes só havia a segunda opção). Ainda havia o bloqueio continental imposto por Aporue o que mantia Equalia em uma condição miníma de sobrevivência, sua esperança era incentivar as revoluções em outros países, assim estabelecendo uma aliança contra Aporue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso herói tentava ser o mais "racional" possível, mas ele só era um. Esse era o problema, o poder centralizado, por mais que Equalia tenha chegado perto de uma "igualdade social", boa parte da população estava descontente, queria maior participação ativa na política, os plesbicitos deveriam retornar. O problema era que a instabilidade desse novo Estado tornava uma perca de centralidade dificil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida pessoal Denis era um homem feliz, finalmente se casou com Renê. Denis adotou os dois filhos do primeiro casamento como se fossem seus. Denis julgou que eles eram apenas crianças e não poderiam atrapalhar a revolução. Fernando agora com 14 era bem apegado ao padrasto, Filipi com 17 já era mais revoltado e ainda tinha dificuldades de aceitar a convivência com o homem que matou seu pai. Se Fernando herdou todo carinho e compreensão da mãe, Filipi herdou toda arrogância e presunção do pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal ainda teve um filho, seu nome era Platos em homenagem ao avô de Denis e herói nacional da antiga Respéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renê parecia finalmente ter alcançado sua felicidade. Finalmente se casou com o homem que amava, criava seus dois filhos e se tornou uma pessoa melhor. Compreendeu toda miséria que sua família havia causado aos Réspeis e Arqueanos. O povo via Renê de maneira dúbia, para alguns ela deveria ser decapitada junto com os filhos, a linhagem dos Di Sarrah e dos Di Farri deveria ser extinta. Entretanto, alguns compreendiam o papel fundamental de Renê na revolução (revelando as passagens secretas para que as tropas réspeis entrassem no castelo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio de tudo isso em uma taberna bem escondida, alguns ex-privilegiados se encontravam todos agoniados e ansiosos debatiam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se alguém nos descobrir, perderemos nossa cabeça, tem certeza que o plano de Aporue dará certo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fique queito Osório,perderiamos nossa cabeça de qualquer jeito, estamos na desvantagem desde que a ralé chegou ao poder."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não mais" - disse alguém ao fundo" - "A nossa esperança acaba de passar pela porta."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então nesta ensalubre taberna entra Filipi di Sarrah, bem parecido com o finado pai tanto fisicamente como no cárater. Ele queria ver a cabeça de seu padrasto decepada assim como viu a do seu pai, pela brecha do castelo (hoje implodido) há 7 anos atrás. Assim arquitetando com os velhos, sobre a poderosa tutela de Aporue o plano está sendo elaborado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso na sede do governo, Denis tem uma agradável supresa: a esposa e seu filho foram visita-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Meu amor, como me anima após um dia estressante ter essa agradável supresa. Está tudo um caos! Preciso que Ideos volte a Equalia!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah Denis - diz Renê - você anda tão tenso últimamente, nem parece o velho e simples Denis que conheci há muito tempo. Entendo que estamos com problemas sérios, mas você não é Deus, é apenas um humano, as vezes as coisas não podem ser como queremos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É complicado Renê - diz Denis - "Assim como amo você e os meninos devo amar meu povo, entretanto ele tem que ser independente ele não é um filho. A estabilidade é tão dificil, realmente me dói quando tenho que usar a força contra meus conterâneos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não use, o velho Denis não usaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O velho Denis era apenas um artesão ignorante" - contrapõe Denis - "As coisas não são tão simples como naquela época você não tem idéia..." - Denis é interompido pela esposa, que já lhe dava as costas - "É, as coisas não são tão simples, eu me apoixonei pelo simples artesão e não por um ditador... ah amor me desculpe, também ando estressada com tudo isso que acontece".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tudo bem ouço coisas bem piores pela rua. Mas falando de coisas amenas, onde estão Fenando e Filipi?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fernando está fazendo atividades na escola, Filipi disse que precisava ira a biblioteca"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hum" - Denis pensativo - "Ando preocupado com o Filipi, ele me culpa pela morte do pai até hoje, sete anos e ele ainda não me perdou. Se ele entendesse o porque..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Denis" - acalma Renê - "A visão que ele tinha de Guilherme era de um pai e não de um déspota, Filipi sempre teve um grande apreço pelo pai. Mas ele é apenas um jovem impulsivo, as coisas já melhoraram bastante não é mesmo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É verdade, mas Renê, temo apenas que algo ruim possa acontecer a nós."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim se passam os dias, Filipi continua estranho, anda mais indeferente com Denis do que com raiva, o padrasto desconfiava desse comportamento."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia em seu gabinete, Denis recebe uma carta de Ideos:&lt;br /&gt;"(...) O que me preocupa além das ofensivas e o bloqueio de Aporue, é sua relação com herdeiros Di Sarrah, é opinião praticamente unânime que apesar da juventude eles são uma ameaça a revolução. Sem ofensa, mas as vezes você parece colocar seu amor por Renê a frente dos interesses políticos. Tome cuidado, retornarei a Equalia assim que possível. Saudações, Ideos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar de ler a carta para a supresa de Denis, Filipe entra no recinto com uma garafa de vinho. A estranheza continua com enorme sorriso o e entiado diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah meu padrasto! Tenho sido tão duro com você, é tudo pela morte do meu pai. Eu sofro até hoje você, mas entendo os seus motivos apesar disso. Precisamos tocar para frente, o que está feito não pode ser mudado, quero me aproximar de você Denis"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denis ensaia um sorriso muito mais de espanto e supresa do que de alegria. Educadamente, aceita o vinho, Mas se lembra da carta de Ideos que acabou de ler. Outra estranheza ele repara que Filipi também trouxe os copos. Espertamente Denis fingi dar um leve chute no enteado, na distração ele troca os copos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Oh me desculpe" - disse Denis - "Você não sabe como essa situação é inusitada pra mim, normamente não bebo nesse ambiente, mas posso abrir uma exceção dessa vez". As garrafas são abertas e feito o brinde: "Ao futuro então".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos bebem a taça de vinho, minutos depois Filipi começa a se contorcer no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tolo como o pai, a ambição o matou e está fazendo o mesmo com você" - disse Denis - "Adotei você e seu irmão como meus filhos verdadeiros, sei que você não gosta de mim, mas não achei que chegaria a esse ponto. Um fedelho não vai estragar anos de luta pela liberdade e democracia. Você é um rato sujo, assim como toda sua... (um grito lacinante de dor)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denis supreso se vira e se depara com o inocente Fernando enfiando um punhal em suas costas. O líder cai no chão mas dispara o alarma. Filipi balbucia estrebuchando:&lt;br /&gt;"Você acha que meu irmão te amava? O rato sempre foi vc, réspel maldito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os guardas chegam e matam Fernando sem piedade, foi um ato de exceção, o líder estava caido no chão. Não houve julgamento, simplesmente e velha lei de Hamurabi. Os médicos ainda tentam socorrer Denis, entretanto não uma hemorragia interna já o consumia, pouco tempo depois Denis Cógito, o herói revolucionário, aquele que libertou seus irmãos da tirania dos Aporuenses e tentava liberta-lo de suas próprias caia no chão morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Renê só lhe restava fugir com o jovem Platos. Nem é preciso dizer o quanto a cabeça da primeira dama era desejada, tanto pelos Apourense como por Arqueanos, e agora pelos Réspeis. Que a acusavam de arquitetar a morte de Denis junto com os filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renê estava destroçada. Marido morto e filhos também, pior ainda saber que os três morreram em um conflito mútuo. E ainda havia o bebe nos braços. Só havia uma pessoa a quem recorrer: Ideos. Renê ainda conseguiu abrigo provisório com alguns amigos que sabiam de sua inocência, mas a permanencia em Equalia era ariscada. Logo, uma viagem foi preparada, para uma colônia de Aporue bem afastada e longe. Ideos se mudara para lá após a revolução, havia o temor de ligarem sua pessoa a de Denis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro foi frio, tão frio quanto o inverno de Aporue:&lt;br /&gt;"Então, você deve ser Renê?" - diz Ideos secamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sim, e este é Platos meu filho e de Denis."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não é nem preciso dizer" - Ideos argumenta - "Que a confiança nesse suposto amor de Denis por você causou tudo isso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renê começa a chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Denis foi piedoso por sua causa, se ele tivesse seguido meus conselhos estaria vivo, tolo apaixonado! Se tivesse acabado com os herdeiros..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ELES ERAM MEUS FILHOS!" - Renê em misto de histeria e desespero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ideos coloca melhor suas palavras:&lt;br /&gt;"Entretanto, parece que esse amor era recíproco. Ouça bem, eu disse que os sentimentos dele o levaram a morte, não você. Não posso me esquecer do jovem Platos também, que educa-lo assim como eduquei Denis."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não permitirei, que ele vá para mesma cova que o pai."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Renê" - disse Ideos segurando seus ombros - "Eu errei com Denis, fui precipitado, eu avisei para ele ir devagar, as coisas aconteceram muito rápido. Prometo não cometer o mesmo erro com Platos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É... que venha o futuro. O que será que nos aguarda?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o filósofo, a viúva e o herdeiro olham para o imenso oceano, através do frio e da névoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso o caos tomava conta de Equalia uma guerra civil se instaurava na ilha. As classes populares enfretavam o resquício de elite Arqueana e mais os Aporuenses. Os últimos se julgavam tão espertos livrando-se de Denis, mas problemas maiores ainda foram sendo desencadeados. Outras ilhas também se revoltavam, processos de indepedência explodiam por todo mundo, parecia quase impossível conter isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida Denis Cógito se tornou imortal, sua luta e seu legado serão lembrados. Denis não era Deus, como se revelou, as falhas humanas levaram a sua morte. Mas dentro dessas imperfeições lutou contra as injustiças e buscou sempre a igualdade para seu povo. Aporue matou o homem, mas não matou o espiríto, que agora vaga por todas as revoluções que acontecem no mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-144879073108107031?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/144879073108107031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=144879073108107031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/144879073108107031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/144879073108107031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/09/o-conto-das-duas-pontes-o-mal-esta-mais.html' title='O conto das duas pontes - O mal está mais próximo do que se pensa'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7598013158911958736</id><published>2010-08-30T22:00:00.007-03:00</published><updated>2010-08-30T22:37:12.932-03:00</updated><title type='text'>Conflitos</title><content type='html'>"Você não participou de nada esse período. Aliás, você nunca participa de nada." Assim me diz um colega da uff, antes que vocês pensem: "Oh mais um devaneio de solidão", calma! Essa é apenas uma justa crítica que recebo por não participar dos movimentos estudantis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu seja obrigado, mas sou pressionado. Por uma simples razão: Eu penso! Acreditem, um grande contingente de estudantes de ciências sociais não refletem sobre o que aprendem. Simplesmente decoram e fazem as provas. Mas enfim, por algum motivo (preguiça ou indolência, provavelmente) eu não me engajo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia dar a desculpa: "Moro no Rio, pego barca e ônibus", mas muitas pessoas ficam depois da aula e moram mais longe da faculdade que eu. O me leva a outro ponto: Do que adianta aprender Política, Sociologia e Antropologia se não aplico isso no mundo real? Como ajudar os outros com isso? Muitos falam que projetos acadêmicos são úteis, mas há muitos alunos e professores fazem isso para conquistar prestígio, não por solidariedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprender por gosto e contemplação é horrível, só para falar "eu sei." Eu pensando e aprendendo sobre essas coisas deveria fazer algo, mas não faço. Entretanto me sinto na obrigado a concretizar as abstrações, por isso reduzo meu engajamento mediocrimente a escrita, isto é, em um blog lido por meia dúzia de pessoas (Que fique bem claro, que fico feliz quando essa meia dúzia lê o que eu escrevo), o ponto é: O que eu escrevo tem pouco alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partidos políticos não me agradam, todos te tratam como massa de manobra, direcionando os interessses estudantis para os do partido, não simpatizo com anarquismo (muito mais pelos anarquistas que vejo do que pelo movimento em si, deveria ler mais para saber). Poderia procurar outros movimentos, mas ai a inércia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maldita pós-modernidade! Por que não me engajo? Por que os indivíduos não se agregam? Só, só, só, só... apenas isso que sobra. Todos com uma diversidade de problemas privados, mas ninguém vai além disso, apenas quando o seu problema coincide com o do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez fosse melhor me desligar dessas coisas. O problema de aprender meia dúzia de teorias humanísticas é o envolvimento com elas. Afinal, eu vivo o que estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez ainda, meu problema seja a comodidade. Não estudei o que deveria no ensino médio, não estudo baixo como deveria, eu não disse que a amava antes de me mudar. Portanto, não joguei, não assumi, não dei a cara a tapa. Quem não arrisca não pestisca, não é mesmo? E claro, não me manifesto politicamente&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7598013158911958736?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7598013158911958736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7598013158911958736' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7598013158911958736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7598013158911958736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/08/conflitos.html' title='Conflitos'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-81729818470834038</id><published>2010-08-24T22:13:00.003-03:00</published><updated>2010-08-24T23:13:01.041-03:00</updated><title type='text'>Como fazer sucesso musical (Para mulheres)</title><content type='html'>Antes de mais nada você deve se destacar por duas coisas: Ou você é bizarra (isto é, no sentido de fazer coisas bizarras) ou ser gostosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das duas a segunda é mais fácil (Há menos que você seja uma Lady Gaga ou uma Amy Winehouse). Enfim, você pode fazer fama à base de polêmicas e bizarrices, mas cuidado Sinead o´Connor, rasgou a foto do papa no auge da carreira e nunca mais fez sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nível de Brasil há três opções: Axé, Funk ou Pop. Lembre-se seu corpo deve estar exposto. Hoje, nenhuma mulher que usa uma roupa até o pescoço faz sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantenha uma postura dupla, ousada e "boa moça" ao mesmo tempo. Passa a imagem de "sou safada mas não sou promíscua".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os fãs o mesmo conselho vale tanto para homens quanto para mulheres. Existe um contingente de idiotas para idolatrá-la. Os homens te desejam e as mulheres querem ser como você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é necessário tocar um instrumento, basta cantar. Caso você cante mal não há problema, basta ter energia de palco e ser sensual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo de sucesso é mais variável que dos homens. No funk provavelmente será de um verão há um ano. No pop de um ano a três. E no axé talvez você passe de três. Boa sorte!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-81729818470834038?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/81729818470834038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=81729818470834038' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/81729818470834038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/81729818470834038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/08/como-fazer-sucesso-musical-para.html' title='Como fazer sucesso musical (Para mulheres)'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-3341823624064420525</id><published>2010-08-24T21:52:00.003-03:00</published><updated>2010-08-24T23:12:05.329-03:00</updated><title type='text'>Como fazer sucesso musical (Para homens)</title><content type='html'>Faça uma franja na cara, mas sorria, lembre-se você não é emo (por mais que todo mundo insita que você seja). Use roupas coloridas, de preferência calça amarela e camisa roxa (ou o contrário).&lt;br /&gt;Lembre-se você é virgem! Tá na moda hoje em dia ( vide Justin Biber e Jonas Brothers). Ah sim para garantir use um anel de castidade para mostrar sua "pureza", as fãs vão amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em fãs... isso é o mais fácil. Sempre existe um contingente natural de idiotas que assistem MTV e MIX para idolatra-lo (tanto homens quanto mulheres).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça como o Fiuk, diga sempre que ama seus fãs, mesmo que você cague e ande para eles (ou para elas melhor dizendo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah sim já ia esquecendo: A MÚSICA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples, pegue dois meses de aulas básicas de violão/guitarra. Faça letras escritas em 5 minutos com 3 minutos de duração. Pronto, agora você está pronto para fazer sucesso! Mas lembre-se isso dura 3 anos no máximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-3341823624064420525?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/3341823624064420525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=3341823624064420525' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3341823624064420525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/3341823624064420525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/08/como-fazer-sucesso-musical-para-homens.html' title='Como fazer sucesso musical (Para homens)'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6959782746441942954</id><published>2010-08-19T22:06:00.006-03:00</published><updated>2010-08-19T22:27:17.622-03:00</updated><title type='text'>Crônicas Cariocas - Um ano no Rio</title><content type='html'>No último dia 9 fez um ano da minha mudança para o Rio de Janeiro. Normalmente nessas retrospectivas eu traço a linha cronológica, mas prefiro não fazer. Primeiro, porque já fiz em outros textos, segundo, porque quero algo mais lírico nesse texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então assim foi...&lt;br /&gt;Daniel arriscou, Daniel prestou, Daniel passou, Daniel se apaixonou, Daniel pensou, Daniel se mudou, Daniel chorou, Daniel experimentou, Daniel voltou, Daniel acostumou, Daniel voltou (de novo), Daniel está se readaptando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu posso dizer? Um ano, ainda é pouco tempo. Digo que vivo em um turbilhão de emoções, com o passar do tempo tento rotiniza-las (ou rotúla-las), enfim, vou vivendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei, sinto que esse texto é necessário, mas não vejo muito  que escrever, aliás, ultimamente não tenho tido muita inspiração para escrita. O que ressalto é que a rotina racionaliza, as saudades se apaziguam, e com o tempo tudo passa (eu acho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro tema é o peso da decisão. Eu fiz certo? Racionalmente, sim. Emocionalmente... huuuum não sei, depende do meu estado de espírito. O problema é aquele abrir mão de umas coisas por causa de outras. Acho que no fundo ter saído do exoesqueleto foi bom pra mim, apesar de meio doloroso. Sei lá, ganhei mais autonomia, to botando mais a cara no mundo (e conhecendo as consequências disso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que sempre estamos aprendendo, estamos sempre em contato com o novo e refletindo sobre, mesmo que inconscientemente (e claro, uns refletem mais que os outros), mas é assim acho que é mania de cientista social, ficar racionalizando tudo ou rotulando as coisas. Como se o mundo pudesse ser enlatado e classificado. Sinceramente, rotular tudo em certas situações tira a essência das coisas a meu ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então é isso vivendo e aprendendo, Devo voltar? Hoje, por mim voltaria, quando terminar a faculdade é claro. Agora pra valer: não sei, as contingências da vida podem me guiar por caminhos tortuosos e talvez e não volte. Mas é a vida né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diria o Alex em outro texto:&lt;br /&gt;"Naveguemos então"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6959782746441942954?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6959782746441942954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6959782746441942954' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6959782746441942954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6959782746441942954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/08/cronicas-cariocas-um-ano-no-rio.html' title='Crônicas Cariocas - Um ano no Rio'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6748257051876011304</id><published>2010-08-11T01:24:00.002-03:00</published><updated>2010-08-11T02:46:37.057-03:00</updated><title type='text'>Não vejo o ponto na riqueza</title><content type='html'>Eu não vejo sentido em ser bem sucedido. Para muitos, é loucura tal afirmação. Mas, de fato, não vejo e nem penso em uma razão digna de ganhar muito dinheiro e ser bem sucedido profissionalmente. Muitos podem argumentar que eu digo isso assim, da boca pra fora, facilmente, porque tal dinheiro nunca me faltou. É, de fato. Nunca me faltou dinheiro, mas é bom também dizer que nunca fui uma criança ou adolescente de querer as coisas. Claro, sempre com o dinheiro disponível e as únicas coisas que quis muito comprar em minha vida são apenas 3. Minha primeira bicicleta, aos 10 anos de idade, meu Playstation 2 aos 15 anos e minha guitarra, aos 12 anos, que, por eu ser paciente e tolerante com a situação financeira da família fui abrindo mão da tal guitarra até mês passado, eu já com 18 anos, quando a comprei com meu próprio dinheiro (esse sim fruto do meu trabalho). Não fui uma criança frustrada porque tive poucos brinquedos. Os que tinha dividia com a vizinhança, com meus amigos de infancia e a recíproca existia. Era uma relação quase socialista ali no Edifício Itália, onde morávamos. Dormia na casa dos amigos sempre que quisesse, assim como eles lá em nossa. Tudo era de todo mundo. Dessa forma, todo mundo aproveitava mais além de obviamente se socializarmos de uma maneira extremamente saudável. Dessa forma, nunca faltou bola pro nosso futebol, raquete para o ping-pong, controle para o video-game e gente para o pique-esconde. A pequena mesada de 25 reais por mês era quase certo o seu fim. Dez iam para comprar um novo jogo de video-game, mais dez para lazer (cinema na maioria das vezes) e os cinco restantes juntando para comprar a próxima bola de futebol enquanto a presente se acabava toda na quadrinha de cimento.&lt;br /&gt;Da mesma forma, não fui um adolescente frustrado por não ter minha guitarra quando, lá atrás, queria tê-la. O violão se tornou um hobby muito bom e saudável para mim. Não sou um exímio tocador porém, mas já assim me faço muito feliz quando estou tocando, para mim mesmo, ou para as meninas. Quando, ao fim do terceiro ano, já decidido pela área das engenharias para curso superior, nunca pensei, ou me passou pela cabeça "o retorno". Para mim seria interessante fazer algo que eu tivesse mais facilidade e afinidade. Para isso fiz a psicologa vocacional, que confirmou as espectativas. Ao entrar no curso vi tanta gente pensando e falando de dinheiro que me deu até nojo. Por quê? Qual é o sentido do dinheiro? Encher um buraco na vida de vocês causado por uma infância frustrada? Ter o tal conforto financeiro no futuro? O que é isso para vocês exatamente? Dar uma boa educação aos filhos? E quem disse que com muito dinheiro isso irá acontecer? Casar-se com uma mulher (dos sonhos) por quem se apaixonou, sem saber que apaixonara-se por sua máscara outrora exposta na vitrine como uma das mais caras da loja, e que agora jaz como um enfeite exposto no canto da sala e exposto também ao tempo que a deixa menos bela. Escolhera-a também para ser a mãe de seus filhos aos quais desejava dar a melhor educação disponível no mundo. Sim... A primeira educação é exatamente a mãe. Tal mulher, vazia em sua essência terá grande capacidade de educar e os garotos, dar bons exemplos ao tratar mal algumas das 4 empregadas domésticas, desprovida ela mesmo de ética e humanismo o que dirá de passá-los em diante para os filhos...  Já começando errado portanto a educação tão boa e sonhada para os filhos. Morar na imensa casa ali no AlfaVille Flamboyant para (super) protegê-los da violência da vida que existe fora dali. Matricular os pivetes no melhor colégio da cidade, pagando uma mensalidade que só os "melhores" conseguem pagar. Nos dois casos, do condomínio e do colégio, há uma limitação extrema no tipo de pessoa com quem a criança irá se relacionar, crianças com o berço de ouro. Para mim não parece ser um ambiente saudável para a formação de um bom ser humano... Qual satisfação pessoal verá quando chegar em casa todos os dias depois do trabalho e ver o enfeite no canto da sala assistindo novela na globo e as crianças, ainda em idade de serem inocentes, brigando e discutindo pela utilização do notebook. (É meeeu! Não, esse o papai comprou pra mim, você quebrou o outro!!). Pelo menos, olhando bom, você a essa altura já tem tudo, DE MATERIAL, que gostaria de ter. Aquela coleção de filmes desejada a tempos, os canais fechados para assistir o jogo de futebol Full HD que quiser, o Audi usado nos tempos que conquistava e comprava o enfeite da sala agora substituido por uma imponente Mercedes SUV onde cabe a família toda mas nunca acontece tal ocasião...&lt;br /&gt;Para mim isso é um bocado "pesadelo de mais" para poder chamar de sonho.&lt;br /&gt;É óbvio. Precisamos do dinheiro para comer. Claro, um trabalho vai bem. Não disse isso. Mas poderiamos ser um pouco mais anarquistas. Não ser uma mera peça para uma empresa te explorar até a última gota de suor e depois te dar um relógio de ouro e te despedir quando for velho e suas idéias "antiquadas" para o novo padrão moderno adotado por eles.&lt;br /&gt;Trabalhe de várias coisas diferntes. Seja garçom num bar de praia na Paraíba. Faça bicos pintando casas na Noruega. Seja o caixa de um hiper-mercado. Conheça gente de todo tipo, viaje, toque um instrumento musical, faça sexo por um dia inteiro e quando for a pausa para o almoço, faça novamente :O, seja um criador de galinhas-de-angola na Angola, converse muito, é muito bom e muito importante conversar, troque idéia com todo tipo de pessoas, leia muito, pense, pense, pense, faça diferente, veja diferente, não se enferruje e não se subestime... viva! Precisa de dinheiro para viver? Aí depende da visão da pessoa.&lt;br /&gt;Eu ainda não sei o que quero da minha vida, meu futuro é isso ---&gt;(?).&lt;br /&gt;Só espero que a visão de vida mostrada nesse texto não se perca com o tempo. Sério, tenho medo de que "se tornar adulto" faça com que eu me acomode com as coisas do jeito que passam e vão indo... Ainda não vejo o ponto em ter muito dinheiro... e nem quero ver!&lt;br /&gt;Descupem pela falta de planejamento e organização do texto. Foi só algo que queria por pra fora já faz algum tempo, e só não escrevo mais e desenvolvo mais e idéia porque simplesmente estou com sono!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6748257051876011304?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6748257051876011304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6748257051876011304' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6748257051876011304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6748257051876011304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/08/nao-vejo-o-ponto-na-riqueza.html' title='Não vejo o ponto na riqueza'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-256871810312449667</id><published>2010-07-30T06:34:00.005-03:00</published><updated>2010-07-30T17:34:45.071-03:00</updated><title type='text'>Tão certo quanto o nascer do sol</title><content type='html'>Bom dia! Hoje, dia 30 de Julho de 2010. Ontem ao despedir-me de uma pessoa em mais uma das conversas pelo MSN, essa pessoa me desejou "Feliz nascer do sol!". Dei uma risada inocente e logo depois uma lâmpada se acende em minha cabeça... Porque não esperar para ver o sol nascer? Aproveitei algumas horas da noite para dar uma arrumada na casa pois hoje chega minha mãe de viagem e ela merece chegar numa casa de pelo menos um aspecto aceitável. A noite voou como voaram as outras centenas de horas nesse mês de Julho. A poucos dias era eu quem chegava da Europa e um mês de volta no Brasil se foi ontem. E agora jazo na rede verde e amarela na sacada de meu apartamento, avistando o horizonte atento para vigiar o primeiro raio paralelo vindo diretamente do sol. "Waiting for The Sun", como já recitavam "The Doors" em uma de suas músicas. E lá está, o Sol com todo seu esplendor levantando para mais um dia. Coloquei Shine on You Crazy Diamond para eu escutar nesse momento e a sensação que sinto é maravilhosa. É uma manhã clara como de costume no inverno goiano. Nenhuma nuvem no céu que a pouco era negro, passando por tons de roxo, vermelho, amarelo e agora, aos poucos, do amarelo surge o azul claro predominante. Toda a circunferência do astro já está flutuando na imensidão azul, saido portanto completamente das montanhas que recheavam o horizonte. A minha música chega ao fim. Chega ao fim também o "nascer" do sol e a razão de eu estar aqui, porém de forma análoga, mais um dia só começa. Galos cantam não sei de onde, passaros piam e voam saindo dos esconderijos invisíveis, o barulho dos carros e motos e ônibus crescem na mesma proporção em que o sol se distancia do chão... Recordações de meus anos de ensino médio encheram minha memória. Acordava cedo para ir à escola e quase todo dia reservava alguns minutos para observar o sol pela manhã enquanto meu irmão demorava com seus sistemas. Uma energia e uma felicidade inexplicável invadiam (e invadem) o meu corpo quando presencio esse fenômeno. É algo diferente que sinto, eu digo! Sem graça pra mim é o pôr-do-sol, o início da escuridão, o crepúsculo... Pelo contrário, isso que estou vendo é mágia! Vou dormir. Àqueles que dormem, boa noite. Para os outros, tenham um dia excelente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-256871810312449667?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/256871810312449667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=256871810312449667' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/256871810312449667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/256871810312449667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/tao-certo-quanto-o-nascer-do-sol.html' title='Tão certo quanto o nascer do sol'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7651942029491150425</id><published>2010-07-29T22:15:00.002-03:00</published><updated>2010-07-29T22:18:19.007-03:00</updated><title type='text'>Seja Feliz</title><content type='html'>Não se sacrifique, é por isso que eu digo&lt;br /&gt;A felicidade sempre deve estar contigo&lt;br /&gt;Mil dúvidas você vai ter, e por elas vai sofrer&lt;br /&gt;Mas cuidado, a dor e a agonia podem lhe perecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não precisa ser a mais bela da cidade&lt;br /&gt;O importante, minha cara, é sua felecidade&lt;br /&gt;Seja feliz e não perca esse encanto&lt;br /&gt;Porque não quero te ver ao pranto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7651942029491150425?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7651942029491150425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7651942029491150425' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7651942029491150425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7651942029491150425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/seja-feliz.html' title='Seja Feliz'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8050858641457008486</id><published>2010-07-24T23:39:00.004-03:00</published><updated>2010-07-26T00:51:06.039-03:00</updated><title type='text'>A infelicidade humana</title><content type='html'>É incrível como o ser humano nunca está satisfeito. Eu não me excluo dessa lista. Por que? Nós seres incertos e errantes, vivemos vagando reclamando daquilo que não temos e sonhando com aquilo que podemos ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser humano, ser errante, ser insatisfeito. Será que é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ando muito reflexivo, penso no que eu era no que eu sou, o que passou o que mudou. Eu nunca estou satisfeito, aliás, sempre há um passado em que eu estou satisfeito, sei que é um exagero mas últimamente os períodos de maior felicidade são entre dezembro e março e o mês de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto do ano, bem eu vivo, é dramático eu sei! E talvez isso não reflita a realidade, mas é o que eu penso nesse momento que escrevo esse texto. É claro está parecendo um playboyzinho de classe média reclamando da boa vida, e de fato, minha vida é boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ai é outro ponto, ou melhor, o mesmo. Voltamos ao início: a infelicidade humana. Ter uma boa vida não significa ser feliz e o contrário também é verdade. Não digo que sou infeliz, mas acho que já fui mais feliz do que sou hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bem, chega de dramazinho pequeno burguês... de volta a vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8050858641457008486?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8050858641457008486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8050858641457008486' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8050858641457008486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8050858641457008486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/infelicidade-humana.html' title='A infelicidade humana'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-1665786850617575461</id><published>2010-07-23T01:04:00.002-03:00</published><updated>2010-07-23T01:08:41.217-03:00</updated><title type='text'>Abra os Olhos</title><content type='html'>Você acha que pode se enturmar&lt;br /&gt;Mas apenas a paciência irá gastar&lt;br /&gt;Mil amigos estão contigo&lt;br /&gt;Mas nenhum estará quando chegar o perigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua beleza em fotos de puberdade&lt;br /&gt;Apenas escondem a terrível verdade&lt;br /&gt;A solidão estará ao seu lado&lt;br /&gt;E tudo que sobrará é um sonho rachado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão próximo, tão distante, tão carente&lt;br /&gt;Se engana, sua melancolia ainda é pertinente&lt;br /&gt;Enquanto o foco for sua beleza, tudo será solidão&lt;br /&gt;E a sua suposta felicidade vai se esvair como um clarão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-1665786850617575461?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/1665786850617575461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=1665786850617575461' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1665786850617575461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1665786850617575461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/abra-os-olhos.html' title='Abra os Olhos'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6000398726943670743</id><published>2010-07-22T01:51:00.001-03:00</published><updated>2010-07-22T01:52:43.723-03:00</updated><title type='text'>O problema de crescermos...</title><content type='html'>...é esquecer o que era nosso passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica ai a dica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6000398726943670743?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6000398726943670743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6000398726943670743' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6000398726943670743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6000398726943670743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/o-problema-de-crescermos.html' title='O problema de crescermos...'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-1656751768076762043</id><published>2010-07-16T17:09:00.008-03:00</published><updated>2010-07-20T23:18:48.718-03:00</updated><title type='text'>O Primeiro Pelotão Sempre Morre</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imaginem aquela típica cena clichê de Hollywood, a cena clássica de segunda guerra, os aliados desembarcando na Normandia a espera de metralhadoras nazitas. A cena se passa no jogo "Company of heroes", esta é a primeira fase da campanha: os soldados desembarcam para a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão da fase: Reunir 25 soldados e levar ao "Skine" (uma espécie e banco de areia inclinado, formando um ângulo inacessível as metralhadoras nazistas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que estou ficando meio chato. Depois da missão cumprida largo o jogo , tomo banho e penso sobre o assunto. Os soldadinhos de passam de aglomerado numérico, ou seja, reuna 25 entre sei lá 200 ou 300. Essa é a função dos primeiros pelotões: Seguir até a morte. E claro o jogo é baseado em fatos reais, portanto, esses pelotões realmente existiram. Fico pensando no que se passa na cabeça desses soldados. A morte é inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja um tipo de suicídio altruísta, este segundo Durkheim é aquele que se dá pela auta inserção do indivíduo no grupo, ou seja, ele dá a vida pelo grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez possamos atribuir esse fato a uma lavagem cerebral que sofrem os soldados durante o treinamento. Um bom exemplo é o filme "nascido para matar" (Full Metal Jacket, do original) de Stanley Kubrick, lá é mostrada toda manipulação e moldagem em um "macho, poderoso e onipotente" durante a guerra do Vietnã. Sua missão: Matar. Sua namorada: Seu rifle. Sua ideologia: A vitória do tio Sam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida para dar a própria vida deve-se estar ciente (ou melhor convencido), da benesse futura desse ato capital. O soldado cumpriu sua missão? Não importa, isso não muda o fato de que o primeiro pelotão sempre morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um adendo do meu amigo Lucas: "No exército soviético, caso o primeiro pelotão recue o segundo deve atirar." &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-1656751768076762043?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/1656751768076762043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=1656751768076762043' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1656751768076762043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1656751768076762043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/o-primeiro-pelotao-sempre-morre.html' title='O Primeiro Pelotão Sempre Morre'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5867307662426282524</id><published>2010-07-12T18:45:00.002-03:00</published><updated>2010-07-12T18:48:09.420-03:00</updated><title type='text'>Uma transcrição interessante:</title><content type='html'>"Primeiro obrigado pelos conselhos. Eu digo que já estou (re)adaptado,  aquilo foi um estranhamento inicial. É isso mesmo, um distanciamento  relativiza o que a gente chama de "lar". Já estou melhor, e concordo não  sou melhor que ninguém pq estudo antropologia ou sociologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo,  realmente há divergências, mas esses amigos que falei são boas pessoas, e  alguns deles de infância que estiveram comigo em muitos momentos ao  longo da minha vida. Então não irei me afastar, e como vc disse  certamente mais uma vez, eles são um alento para minha solidão no Rio de  Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa é outra questão: eu acho os  cariocas/niteroienses muito receptivos mas ao mesmo tempo são fechados  tb. Sei lá, parece que as relações sociais são demarcadas "sou amigo de  fulano em tal ambiente e a gente faz isso, isso e isso" , espero que de  para vc entender. É algo como se a relação entre indivíduos ficasse  reservada em certo lugar ou situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sinto muito isso na uff, todo mundo é amiguinho dentro dos muros do  gragoatá mas fora dele é cada um pro seu lado e foda-se, ninguém  articula nada ou combina algo. Tá certo, a distância é um fator  importante se tratando de uma megalópole como o Rio, mas mesmo assim,  parece que há uma preguiça ou falta de empenho para organizar as  coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu digo isso pq estava acostumado com Goiás, que  geralmente é ao contrário a primeira vista as pessoas parecem ser mais  reservadas, mas são extremamente calorosas e receptivas quando as  conhecemos melhor. Tipo, é aquele tipo de coisa da pra contar com as  pessoas em qualquer hora ou qualquer lugar. Talvez seja pelo maior  provincianismo, as pessoas se tornam mais próximas umas das outras."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um scrap respondido por mim, achei ser digno de ser posto no blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5867307662426282524?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5867307662426282524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5867307662426282524' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5867307662426282524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5867307662426282524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/uma-transcricao-interessante.html' title='Uma transcrição interessante:'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8186381325017032816</id><published>2010-07-12T13:42:00.004-03:00</published><updated>2010-07-12T14:13:41.394-03:00</updated><title type='text'>Bonzinho só se fode[2]*</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Convidei alguns amigos para jogar um maroto futebol lá em casa e, por tabela, me ofereci para fazer o almoço, uma lasanha. Nunca havia feito lasanha na minha vida. Pra falar a verdade, a coisa mais complexa que havia feito na cozinha antes disso foi um macarrão ao Pesto, uma semana antes. Tudo bem. Minha mãe tinha dito que havia uma lasanha no congelador e poderia assá-la, porém ela não era suficiente para 12 pessoas. Combinei com meus amigos que ajudassem a pelo menos a comprar os ingredientes, uma contribuição mínima, 3 ou 4 reais.&lt;br /&gt;No dia anterior fiz a lasanha, não digo que foi um problema, foi até interessante mas, por esse motivo, e de lavar a louça depois, tive que ir dormir 3 e 30 da manhã, morto. No outro dia, tudo ocorreu perfeitamente. Decidi não cobrar o dinheiro. Confiei na boa índole e na consciência das pessoas. E quando me vi, no outro dia, após todos terem ido embora, estava sem nenhum centavo recebido. Havia gasto aproximadamente 50 reais e nenhum dos 11 convidados pagou o valor simbólico (apenas uma convidada, mas eu não tinha troco, e ela acabou ficando com o dinheiro).&lt;br /&gt;Não que eu me importe com isso! Não quero ser mal compreendido! Tive um tempo muito bom e fico feliz em oferecer minha casa e um pouco de comida para os amigos, ou seja, de recebê-los. Só constatei esse fato e me lembrei de um texto um pouco mais agressivo do meu amigo Simon: "Bonzinho só se fode".&lt;br /&gt;Eu, por outro lado, tenho a consciência tranquila. Penso que, na vida, você tem que estar disposto a dar, a se abrir aos outros. Acho (parcialmente) verdadeira o já dito popular "quem dá recebe em dobro". E recebe sim, nem sempre (quase nunca) das mesmas pessoas mas recebe.&lt;br /&gt;Continuo a alicerçar minha mente na confiança e na boa índole do próximo e, apesar de em nosso sistema captalista isso ser um motivo de muita preocupação, sou otimista e acredito no ser humano incorruptível que existe dentro de nós!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;PS.: Ah, não precisam pagar! Eu não fiz esse texto com finalidade de meus amigos lerem e ficarem com peso na consciência! Relaxem... :D&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8186381325017032816?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8186381325017032816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8186381325017032816' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8186381325017032816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8186381325017032816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/bonzinho-so-se-fode2.html' title='Bonzinho só se fode[2]*'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7854196537979367306</id><published>2010-07-09T13:17:00.004-03:00</published><updated>2010-07-09T16:43:07.330-03:00</updated><title type='text'>Ode aos idiotas</title><content type='html'>Aos bacanas, aos fúteis&lt;br /&gt;Aos bombados e inúteis (2x)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roupas lavadas&lt;br /&gt;Cabelos cortados&lt;br /&gt;Mentes taradas&lt;br /&gt;E braços inflados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caçadores noturnos&lt;br /&gt;Vazios e sedentos&lt;br /&gt;Por vezes violentos&lt;br /&gt;Exicitados aos hurros&lt;br /&gt;(uuuuuhhhhhhhh)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa se é cartão ou dinheiro&lt;br /&gt;(Just do it!)&lt;br /&gt;Salão pra criar o cabelo&lt;br /&gt;(Just do it!)&lt;br /&gt;Um carro para ser o primeiro&lt;br /&gt;(Just do it!)&lt;br /&gt;Tudo se resume em: comprar, usar, mostrar, sair, pegar... SEXO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho um coração partido&lt;br /&gt;A minha estima é um auto&lt;br /&gt;Gosto mesmo de um bom partido&lt;br /&gt;E brinco de tiro ao alvo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maquiagem e academia abuso&lt;br /&gt;Com saias e decotes seduzo&lt;br /&gt;E no meu canto espero&lt;br /&gt;O cantar de um príncipe esmero&lt;br /&gt;(lá lá lá lá lá)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa se é cartão ou dinheiro&lt;br /&gt;(Just do it!)&lt;br /&gt;Salão pra criar o cabelo&lt;br /&gt;(Just do it!)&lt;br /&gt;Um carro para ser o primeiro&lt;br /&gt;(Just do it!)&lt;br /&gt;Tudo se resume em: Compar, usar, mostrar, sair, pegar... SEXO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentes lavadas&lt;br /&gt;Mentes cortadas&lt;br /&gt;Mentes taradas&lt;br /&gt;Mentes infladas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cezne/Simon)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7854196537979367306?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7854196537979367306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7854196537979367306' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7854196537979367306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7854196537979367306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/07/ode-aos-idiotas.html' title='Ode aos idiotas'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6691723334623432739</id><published>2010-06-24T07:53:00.003-03:00</published><updated>2010-06-24T08:01:42.624-03:00</updated><title type='text'>Meu Coracao</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Pensei em comprar-lhe uma flor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Mas até eu chegar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Ela murcha e para de brilhar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Pensei em lhe dar um chocolate&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Mas seria redundante, nao?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Dar um doce a voce...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Pensei em levar-lhe a minha dor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Mas ao te ver, a saudade morre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;E a dor se esvai&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;E, por fim, trago-lhe este souvinir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Que so se abre por dentro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;E voce, mais que ninguem, tem o poder de abrir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Pois ja esta la ha muito tempo&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6691723334623432739?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6691723334623432739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6691723334623432739' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6691723334623432739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6691723334623432739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/06/meu-coracao.html' title='Meu Coracao'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4884610214438660740</id><published>2010-06-19T18:12:00.003-03:00</published><updated>2010-06-19T18:19:31.256-03:00</updated><title type='text'>Cansado</title><content type='html'>Estou cansado de tanta hipocrisia&lt;br /&gt;de tanta canalhice e demagogia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansado de fazer o correto&lt;br /&gt;de ficar no caminho certo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem disse que o caminho é certo?&lt;br /&gt;Se a única certeza que temos é morte&lt;br /&gt;Que virá fulgaz e cortante como um cerrote&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansado de ver os bons ao chão&lt;br /&gt;e os maus com o pão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida mostra o errado&lt;br /&gt;E o medo só me mantém parado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansado de lutar&lt;br /&gt;Do que adianta se não posso ganhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora com licença, o descanso me espera&lt;br /&gt;Sendo esse o fim de uma era&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4884610214438660740?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4884610214438660740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4884610214438660740' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4884610214438660740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4884610214438660740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/06/cansado.html' title='Cansado'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6159157293084495458</id><published>2010-06-16T20:41:00.002-03:00</published><updated>2010-06-16T21:09:30.934-03:00</updated><title type='text'>Confiança é a base de tudo</title><content type='html'>Nunca acuse ninguém sem provas&lt;br /&gt;Nunca desconfie que alguém traiu sua confiança sem ter certeza&lt;br /&gt;Nunca, mas nunca mesmo acuse alguém sem provas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contrário também vale...&lt;br /&gt;Nunca traia a confiança de alguém, até porque pode ser difícil de recuperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas um desabafo, ignorem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6159157293084495458?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6159157293084495458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6159157293084495458' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6159157293084495458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6159157293084495458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/06/confianca-e-base-de-tudo.html' title='Confiança é a base de tudo'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8614947028645047671</id><published>2010-06-15T21:28:00.002-03:00</published><updated>2010-06-15T21:54:53.418-03:00</updated><title type='text'>Me acordem depois da Copa do Mundo</title><content type='html'>Mas 4 anos e mais uma Copa do Mundo. É tão bonito ver todo mundo pintado de verde e amarelo, gritando: "sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor". E ver esse povo sofrido tendo um motivo para sorrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, não é sobre isso que quero tratar, ou melhor, envolve exatamente isso. Há cada 4 anos o povo mostra sua nacionalidade, como se isso fosse a única ocasião onde isso fosse digno de se demonstrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem dera se todo esse sentimento "pra frente Brasil" fosse levado para as eleições. Após a Copa passa a euforia e todo mundo volta a sua rotina, os pobres trabalhando que nem cão, a classe média lendo Veja e criticando o governo, e a elite enchendo os bolsos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso ser radical mas me parece que o Brasileiro, é inapto para organização coletiva. Não defendo ditaduras, até porque esse era um dos slogans do governo Vargas. Mas se percebemos todas as organizações coletivas que visam mudar alguma coisa sempre tem poucos participantes se incluirmos toda população. Acho que  é esse vício da política brasileira de tudo se resolver na base do acordo. É incrível que todas as mudanças de cenário pólítica sempre ocorreram através de negociações: NUNCA HOUVE UMA REVOLUÇÃO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a Copa do Mundo, é atípica, é o momento onde tomamos noção de nacionalidade e nos vestimos de maneira semelhante, visando os mesmos objetivos. É uma pena, que nesse período todo mundo fique imerso em outro mundo (inclusive eu). Quem derá ouvir em uma coletiva da seleção o Dunga clamar: "Brasileiros uni-vos por uma país melhor"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se nem em eleição fazemos isso, quem dirá uma revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei lá, as vezes ficar imerso é o melhor possível, vamos aproveitar e torcer! Vamos comemorar os gols, chamar o Dunga de burro por não ter levado o Ganso e o Neymar, secar a Argentina, mandar o Galvão calar a boca ou simplesmente vibrar se ele gritar "É HEXA!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente tive uma experiência diferente assisti o pífio jogo da seleção sozinho. Mas ouvindo o tempo todo a barulheira dos vizinhos. Isso é uma coisa curiosa os que mais torcem são os que menos entendem, e posso afirmar isso porque quem realmente torce por um time acaba criando um natural afastamento da seleção. É incrível como todo mundo julga isso a coisa mais importante de suas vidas, sendo que no cotidiano cagam e andam para futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas enfim como diria o slogan da ESPN: "Nada mais importa". É isso assistir a copa, e foda-se o resto. A siringa da Copa está em minha veia, me mantendo confortavelmente entorpecido, vamos ver o que muda daqui um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah sim, vejam a ironia: Hoje no dia do jogo do Brasil foi votado o reajuste salarial dos aposentados. Achos que velhinhos terão uma supresa depois da copa hehe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8614947028645047671?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8614947028645047671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8614947028645047671' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8614947028645047671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8614947028645047671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/06/me-acordem-depois-da-copa-do-mundo.html' title='Me acordem depois da Copa do Mundo'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6939667539384557768</id><published>2010-06-11T23:26:00.002-03:00</published><updated>2010-06-11T23:30:31.167-03:00</updated><title type='text'>Nosso silêncio não me constrange</title><content type='html'>Você não imagina como a vida contamina&lt;br /&gt;Olhando a paisagem deitado sobre a folhagem&lt;br /&gt;Ao seu lado, te observo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é necesário falar&lt;br /&gt;Os sinais do meu corpo explodem no ar&lt;br /&gt;Apenas o olhar...&lt;br /&gt;O olhar que me atrai, comove e apaixona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PS: Inocente poema feito em um momento de devaneio.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6939667539384557768?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6939667539384557768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6939667539384557768' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6939667539384557768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6939667539384557768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/06/nosso-silencio-nao-me-constrange.html' title='Nosso silêncio não me constrange'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-6473137470951331774</id><published>2010-05-31T23:35:00.006-03:00</published><updated>2010-06-05T16:42:38.214-03:00</updated><title type='text'>Um estudo etinológico</title><content type='html'>Caro povo do planeta Ktrax, por meio da desta venho lhes infomar os dados colhidos durante minha missão no planeta Terra. Eu decidi estudar as relações pessoais de acasalamento entre humanos, em primeiro lugar logo percebi que uma inimaginável subdivisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, tive que ser seletivo, acabei selecionando uma civilização como eles dizem "ocidental", aliás escolhi uma cidadela, encrustada no meio de um país em formato de coração. Este país foi muito explorado por outros, e apresenta uma variedade étnica incrível, e claro uma variedades de estamentos e classes. Seu líder é um sujeito, que tem um dos artérios superiores decepado, seus opositores se identificam através de uma ave local, o Tucano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim indo a essa cidadela, bem próxima a capital, onde reside o líder do membro e decepado e os tucanos, é onde faço a pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, devo dizer eu estava devidamente caracterizado como um deles, mas seguro o bastante para não me envolver ou comprometer minha análise. Acabo me aproximando de um macho, através da minha participação em um centro de excelência acadêmica, me identifico como um aprendiz de outro país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este meu amigo, me convida para um ritual de diversão local, é onde se acasalam com as fêmeas. E combinado o dia, ele me explica todo este ritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo é uma espécie de purificação, através de um líquido chamado água. Logo após isso, ele coloca suas vestimentas típicas do ritual e se enche com um outro líquido, este lhe causa um odor agradável. Também se enche de adereços, segundo ele isso é a ostentação, é mostrar a parceira em potencial sua capacidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu óbviamente faço o mesmo, e me caracterizo me preparando para o ritual. Após estarmos prontos, esperamos em frente a moradia deste colega. Logo, aparece um meio de transporte reluzente e prateado, esse era equipado com um potente som, emitindo músicas não entendidas por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse meio de transporte merece um adendo especial, eles o chamam de automóvel. Ele é outro elemento que dá status ao homem para se acasalar, além disso há uma divisão de valores, quanto maior foi a quantidade de valor equivalente gasta no automóvel e quanto mais chamativo for, maior será a probabilidade do macho se acasalar. Este é outro fator, que potencializa o valor do macho. O que mais me supreende é o valor dado a este veículo, afinal apesar de todas as diferenças ele não passa de um meio de transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas a título de curiosidade, eu aprendi a comandar tal meio de transporte. Mais a frente essa habilidade irá se revelar útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, partimos para um outro local aberto conhecido com "bar", neste local acontece uma espécie de pré-ritual, o chamado "esquenta". Os machos que me acompanham, se sentam e pedem há um outro humano que traga uma garrafa com um líquido amarelo dentro. Este líquido contém uma droga dentro dele, esta torna quem a usa menos desinibido e mais confiante, algo essencial na hora do acasalamento, entretanto, a longo prazo causa tonturas, regurgitações e dores na cabeça. Se for usada durante muito tempo causam melefícios que podem levar o indivíduo a morte. Este é outro aspecto importante, apesar dessa droga potencializar as chances de acasalamento há longo prazo também mata a espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois seguimos para uma edificação fechada. Esta diz muito pouco por fora, mas desperta uma grande curiosidade em saber o que há lá dentro. Para entrar é preciso entregar para o guardião determinada quantia equivalente a entrada no recinto, percebo que há muitas fêmeas neste ambiente. Já na entrada os machos começam a observa-las e discutir entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fêmeas também usam vestimentas típicas, curtas e pequenas, a intenção é valorizar seus atributos físicos, com a intenção de despertar o desejo masculino. Elas também tem um odor agradável, imagino que tenham passado um líquido semelhante aos homens. As fêmeas também se utilizam de pinturas faciais, para tampar as imperfeições. Noto também que os folículos capilares estão homogêneo há uma padronização pelo chamado "cabelo liso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá dentro, há um grande espaço e um humano mais elevado acima dos outros cercado por uma caixa de vidro, ele comanda uma máquina que emite sons muito altos, bem mais altos que no automóvel. Há também muitas luzes, todo esse ambiente estimula os indivíduos a fazerem as danças para o acasalamento. Há também um outro local para venda de mais líquidos com aquela droga estimulante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim vai, tento repetir as danças de forma que pareça a mais original possível. Chegando em determinado horário, um dos machos que me acompanha informa: "É hora de atacar!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, isso mesmo atacar. Esse termo revela certa semelhança com os animais irracionais, como se a fêmea fosse uma presa a se atacar. Entretanto, não devo julgar muito para não comprometer a análise. Primeiro, eles observam um grupo de três fêmeas, protesto veementemente, não posso me envolver com uma terráquea, além de ser fisiológicamente impossível comprometeria minha pesquisa. Por isso, ouço alguns insustos referente a minha conduta sexual, mas logo os machos se concentram em duas outras fêmeas e partem para o "ataque".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles chegam de pouco em pouco, e iniciam o contato, um dialógo que vai além da linguagem verbal. Todos os adereços mostram a capacidade de serem bons machos, devo dizer que o mais poderoso deles, foi a chave do automóvel pendurado na cintura de um deles. Alguns minutos de conversa e as fêmeas dão se sinal de consentimento e permitem que sua boca seja encostada pela dos macho. Desta forma, em pares, eles se unem. Parecem ser um só ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em torno de uma hora terráquia mais ou menos eles decidem que é hora de ir. "Você dirige" e me é entregue a chave. É claro, sobre efeito da droga eles não tinham condições de guiar o automóvel, aliás devo dizer que sobre efeito da droga, os seres humanos parecem que fazem uma espécie de regresso mental que beira o irracional. Talvez o acasalamento seja o afloramento destes institos irracionais. Devo dizer também, que apesar da ponderada atitude muitos humanos comandam seu automóvel sobre efeito da droga, isto revela um traço de anomia nesta sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou orientado a seguir para fora da cidadela, onde há várias edificações com luzes chamativas. Logo percebi que ali são locais próprios para o acasalamento. Ao chegar lá, é perguntado qual valor equivalente depois de tudo concordado os dois pares seguem para cada um para um cúbiculo. Eu fico do lado de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser contra lei de Ktrax, eu utilizo a nossa habilidade de visão de raio x. Devo lembrar que isto foi pela ciência. Não posso relatar o acasalamento sem observar o próprio ato em si. E claro, não estou em Ktrax, logo estou fora da jurisdição e isso não pode ser considerado um crime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indivíduos se despem e se unem mais uma vez como se fossem um só, dessa vez além da boca também unem seus orgãos reprodutivos, as posições são variáveis, toda ação se passa em um tempo extremamente rápido, após a errupção de fluídos do macho a relação é cessada, fico em dúvida se a fêmea chegou ao ápice sexual durante a cópula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois nós saimos, eu ainda no comando do automóvel, os machos entregam o valor equivalente ao uso dos cúbiculos, o que mais uma vez põe as fêmeas em submissão e revela um traço patriarcal da nossa sociedade, ao contrário do nosso planeta. Em seguida as fêmeas são entregues as suas moradias em segurança, entram de maneira sorrateira sem que os progenitores percebam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato que me chamou a atenção é a efêmeridade da relação de acasalamento. Pergunto a um dos machos se ele pretende ver a fêmea novamente, ele friamente me responde: "Nunca mais quero ver aquela vadia, mulher que dorme com o cara na primeira noite, tá louco?" Fico em choque com a resposta, primeiro ele insulta a honra da fêmea e ainda crítica uma situação em que ele acabou de ser colocar. O que me supreende que os seres humanos se classificam como os seres racionais do planeta, contudo, se acasalar sem nenhum sentimento revela um comportamento irracional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo, devo dizer que este relato é razo e superficial. Deve haver outras observações sobre outros aspectos que se revelaram intrísicos ao acasalamento e mostram a complexidade da espécie humana, talvez essa complexidade que os torne racionais. A fêmea submissa ao macho, o grande valor dado a posses, e os vários rituais a ser fazer em diferentes ambientes revelam esse aspecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zaob Ivel&lt;br /&gt;Etnográfo, certificado pelo instituto de excelência acadêmica suprema de Ktrax. Em missão especial ao planeta Terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-6473137470951331774?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/6473137470951331774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=6473137470951331774' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6473137470951331774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/6473137470951331774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/05/um-estudo-etinologico.html' title='Um estudo etinológico'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4416564353669047406</id><published>2010-05-27T22:08:00.006-03:00</published><updated>2010-05-28T00:14:15.237-03:00</updated><title type='text'>Utopia</title><content type='html'>"Isso é uma utopia!" ou então "estes pensamentos utópicos jamais se realiizarão." Quantas vezes já usamos e ouvimos essas frases em nosssas vidas. Mas eu gostaria de discorrer sobre o significado da palavra utopia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utopia, pode-se é vulgarmente conhecido como algo fantasioso. Mas na verdade, essa alcunha se dá pelo seu verdadeiro significado (pelo menos ao ver), que seria alcançar um marco ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje se fala muito na questão do esvaziamento de utopias, relativização de opiniões e falta de uma verdade objetiva, alguns sociológos classificam esse período como pós-modernidade (me limitarei aqui, pois ainda não tenho embasamento para discutir sobre o tema).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o que proponho é uma reflexão filosófica. O motivo do desígnio de "fantasia", se dá pelos objetivos não alcançados. O que para os mais racionais torna as utopias inúteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora lhes pergunto: O que seria do mundo sem utopias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As utopias são o sonho, a esperança da mudança, um mundo melhor ou então pior (depende da cabeça do pensador né...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se ela virar realidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento, ela deixa de ser "fantasia" ou "ideal" e passa a ser realidade, ou seja, não é mais uma utopia. Ai eu acho que é a grande questão, por mais paradoxal que pareça. Se a meta é alcançada ela deixa de ser utopia, o sonho virou realidade. Entretanto logo haverá a antítese dessa realidade e uma nova utopia será projetada. O que podemos concluir que para uma utopia virar realidade, ela deve deixar de existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, como disse vivemos em um momento de esvaziamento utópico, do que adianta viver se não se pode sonhar? Eu enfatizo: AS UTOPIAS MOVEM O MUNDO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os céticos discordam&lt;br /&gt;Os sonhadores acreditam&lt;br /&gt;Os lutadores botam em prática&lt;br /&gt;e os vencedores matam a utopia.&lt;br /&gt;Entretanto, novos sonhadores a ressucitam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Ah sim, devo fazer a devida deicatória, aliás será que eu digo pra quem foi a dedicatória?.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4416564353669047406?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4416564353669047406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4416564353669047406' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4416564353669047406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4416564353669047406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/05/utopia.html' title='Utopia'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4323885983420414604</id><published>2010-05-18T23:26:00.005-03:00</published><updated>2010-05-18T23:35:45.294-03:00</updated><title type='text'>Procuro um amor(será?)</title><content type='html'>Ei ei ei... espere ai! Que fique bem claro nada de obsessões malucas. Apenas um amor tranquilo sem muitas preocupações. Algo maior e mais bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu disse um AMOR, não uma PAIXÃO, a última é doentia, errada e incerta. Enquanto a primeira é mais certa, superior e lúcida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento de liberdade é que o me atinge, e digo que é bom ter um coração livre. Pensnado bem será que preciso de alguém? Pelo menos agora, não sei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, que venha a espera, e me diga que ventos seguir e caminhos traçar. Só digo que a tempestade da instabilidade amorosa passou em meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aproveitando, não sei pq escrevo essas coisas pessoais em um espaço público. Aliás, será que essas coisas interessam os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que sei é estou um pouco mais elucidado hoje. A vida me levou por caminhos que não esperava e destinos desconhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este pequeno balanço, é apenas um desabafo, ainda estou pensando se deveria ter postado este texto. Mas enfim FODA-SE, essa é a melhor das filosofias. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4323885983420414604?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4323885983420414604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4323885983420414604' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4323885983420414604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4323885983420414604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/05/procuro-um-amorsera.html' title='Procuro um amor(será?)'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-8559645778811387996</id><published>2010-05-14T23:32:00.000-03:00</published><updated>2010-05-14T23:41:21.669-03:00</updated><title type='text'>Coeso, agregado e Reificado</title><content type='html'>Começa assim, você isolado está altamente consciente de si e seu papel indiferenciável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, você é obrigado a se agregar aos grupos. A partir daí se molda uma identidade comum, entretanto sua subjetividade ainda está em parte onservada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em questão de tempo o grupo começa a tomar outros rumos, te obrigando a tomar uma postura. Você conserva ou revoluciona a estrutura. Agora em vez de um grupo pequeno você é a agregado a uma grande sociedade. Entretanto, ainda há o espaço do oicos*, onde você pode exercer sua subjetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai chega a fase final é quando você se torna "gente de verdade", começa a produzir, se torna um ser mecânico repetindo as mesmas atividades. Acordar, trânsito café, estudo/trabalho, trânsito, estresse, jantar, jornal, novela e sono. Parabéns agora você é um ser reificado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-8559645778811387996?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/8559645778811387996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=8559645778811387996' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8559645778811387996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/8559645778811387996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/05/coeso-agregado-e-reificado.html' title='Coeso, agregado e Reificado'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-5184957207736383340</id><published>2010-05-09T23:01:00.004-03:00</published><updated>2010-05-09T23:38:45.290-03:00</updated><title type='text'>Sobre o "não-escrever"</title><content type='html'>Como diria uma escritora que gosto muito, "as vezes o não-escrever é mais doloroso que o escrever". Então, penso eu, este momento é excelente para uma homenagem. Afinal vivo um momento assim, faz algum tempo que não escrevo no blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, quem tem blog sabe... parece que nós aspirantes a escritores, temos essa necessidade de expressar tudo que sentimos. Para mim os textos nada mais são do que abstrações das emoções que sentimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não sei porque não ando me sentindo estimulado a escrever, ando sem muitas emoções e reflexões. Por um lado é ruim, porque não gosto de banalizar a vivência, eu sempre gosto de ter um terceiro olho ou poder enxergar aspectos que os outros não veem (sem nenhum pedantismo ou arrogância). Entretando, há o lado bom, sabem eu sempre gostei de me dividir em um dualismo "racional x romântico" ou "objetivo x subjetivo". Aliás, já fui assim. Hoje vejo que na minha condição de ser humano é praticamente impossível essa dicotomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero dizer é que semestre passado, aliás o ano todo, eu escrevi muito, estava carragado de vários sentimentos e tinha motivos para isso (Não vou citar quais, isso está descrito em vários outros textos). E claro, alguns destes sentimentos me causaram dores profundas. Hoje pareço estar em uma fase de apaziguamento ou desencantamento. De maneira bem simples, se não sinto não escrevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que esse artigo se excetua por ser algo metafísico, pois trata da própria maneira de (não)escrever. Mas é claro existem emoções boas, estas são ótimas de se destacar. Mas até as sensações boas, últimamente não ando muito inspirado para escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sorte, geralmente quando escrevo um texto geralmente vem mais uns 3 em um período médio de 15 dias, quem sabe não estou retomando a escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah e claro feliz dias das mães, para minha amada mãe biológica e minhas outras duas mães adotadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-5184957207736383340?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/5184957207736383340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=5184957207736383340' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5184957207736383340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/5184957207736383340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/05/sobre-o-nao-escrever.html' title='Sobre o &quot;não-escrever&quot;'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4560342924797188848</id><published>2010-04-25T16:31:00.002-03:00</published><updated>2010-04-25T16:38:03.741-03:00</updated><title type='text'>Rabiscando</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;"... E ao mesmo tempo aquele sonho perfeito é um pesadelo inuigualavel pois quando acordo a realidade se faz forte e cruel: nao posso te-la  em meus braços como outrora a possuia facilmente numa realidade fantastica."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4560342924797188848?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4560342924797188848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4560342924797188848' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4560342924797188848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4560342924797188848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/04/rabiscando.html' title='Rabiscando'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-325669177201737448</id><published>2010-04-22T13:48:00.002-03:00</published><updated>2010-04-22T13:57:36.308-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Continuando o pensamento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;: ...vai chegar um ponto em que inventarao um seio artificial que substituirà a dificil e cansativa tarefa de amamentar o filho... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-325669177201737448?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/325669177201737448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=325669177201737448' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/325669177201737448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/325669177201737448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/04/continuando-o-pensamento.html' title=''/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7072615906693548301</id><published>2010-04-18T17:22:00.002-03:00</published><updated>2010-04-18T17:32:56.389-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Andando pelas ruas de Napoli fui surpreendido por um pensamento que tive: Acho eu (com essa mente cruel) que essa mania de os europeus automatizarem todos os serviços possiveis nao seria pelo simples motivo de economizar a cara mao de obra, mas sim pela complexa vontade de nao quererem mais contato com outros humanos se nao eles mesmos. Vai chegar um ponto em que ahhhhhhhhhh!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7072615906693548301?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7072615906693548301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7072615906693548301' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7072615906693548301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7072615906693548301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/04/andando-pelas-ruas-de-napoli-fui.html' title=''/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-1309032396701841402</id><published>2010-04-14T22:22:00.003-03:00</published><updated>2010-04-14T22:41:33.070-03:00</updated><title type='text'>Poemas Inocentes</title><content type='html'>Poemas escritos em um momento de ócio, por sua pouca profundidade e pela maneira aleatória, por isso estão na mesma postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ter e Poder&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia voar&lt;br /&gt;Eu poderia pular&lt;br /&gt;cair ou morrer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu posso o que tenho&lt;br /&gt;e tenho o que posso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho a vida&lt;br /&gt;Eu tenho o amor&lt;br /&gt;Eu terei a morte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho o poder&lt;br /&gt;ou o poder me teria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poema da Redenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto sofrer e chorar&lt;br /&gt;O caminho assim se fez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto levar e tomar&lt;br /&gt;Assim passou o mês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto bater e correr&lt;br /&gt;Ele se levantou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto andar e cair&lt;br /&gt;Ele se mostrou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIBERDADE!&lt;br /&gt;LIBERDADE!&lt;br /&gt;LIBERDADE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto remar e lutar&lt;br /&gt;Ele se redemiu&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-1309032396701841402?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/1309032396701841402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=1309032396701841402' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1309032396701841402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/1309032396701841402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/04/poemas-inocentes.html' title='Poemas Inocentes'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-620514314615145248</id><published>2010-04-08T00:01:00.004-03:00</published><updated>2010-09-05T21:57:47.152-03:00</updated><title type='text'>O conto das duas pontes - Uma utopia chamada Equalia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Renê você precisa ver alguém" - assim dizia um recado misterioso entregue a primeira dama de Arquéia. Uma certa calmaria havia tomado conta da ilha, o que injustificava o bilhete. A morte de Ediala, pós vitória não parece ter surtido efeitos nos répeis, Guilherme di Sarrah estava convicto que havia cessado as revoltas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, Renê muito mais por intuição do que por bom senso, resolve seguir o que diz o tal bilhete. O mesmo indicadaca hora e local para ir. Renê não tinha o que perder, tudo que lhe prendia a vida era sua prole.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois herdeiros da família di Sarrah, eram homenagem aos patriarcas das famílias influentes. Assim Filipi com 10 anos, já dava traços de ter a arrogância e a soberba do pai. Fernando de apenas 7 era uma criança doce e gentil, parecia ter puxado a mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ponto de encontro, uma carruagem passa chamando Renê. O rumo como era de se esperar era Respéia. A carruagem para em um daqueles muitos casebres, todos muito iguais, a única coisa igualitária ali era a pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapidamente Renê é levada para dentro. "Renê di Farri, ou melhor Di Sarrah. Sua família representa toda corja que há muitas décadas vem reprimindo nosso povo. Eu já teria pedido sua cabeça há muito tempo, entretanto, nosso camarada aqui - apontando para uma sombra - tem um grande apreço por você."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das sombras se revela o incansável Denis Cógito, o líder que queria libertar seu povo da opressão. Ao reencontro dos dois parecia que o tempo parou, ou melhor voltou uma década atrás. Um abraço apertado seguido de um beijo caloroso, tirou todo clima tenso daquele ambiente. A infeliz Renê sorria novamente e o calejado Denis voltava a sua simplicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando a nostalgia de lado, Denis e seus parceiros revelam que tem um plano, mas para isso precisam da ajuda de Renê. A idéia consitia em forjar um sequestro de Renê, atando as mãos de Guilherme contra qualquer atitude violenta. O resgate foram algumas migalhas, apenas isenção de imposto, pequeno ato, Di Sarrah concordou achando que fazia um bom negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renê agora de volta ao castelo, deveria dar as entradas secretas do castelo a Denis e seus companheiros e claro fazer a mediação do contrabando da sala de armas do castelo para Respéia. A logística da situação deveria ser bem cuidadosa para que não fosse dado a falta das armas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, conforme chegavam as armas, Denis treinava seu grupo e mais alguns réspeis voluntários, formando assim um pequeno exército. A tática era atrair os soldados arqueanos para os casebres, onde geograficamente estariam em desvantagem, se tornado a superioridade númerica e de equipamentos inúteis. (Mais tarde essa tática será usada em uma outra revolução, em outra ilha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como chamar os arqueanos? Dessa vez, iriam mexer com os interesses de Aporue, saqueando um navio cargueiro na calada da noite. As notícias chegaram logo a Aporue, obrigando Guilherme a tomar medidas enérgicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim caminhavam os soldadinhos arqueanos atrevessando a ponte que dividia os dois territórios, caminhando até a morte deve ser dito. Como previsto por Denis a vantagem geográfica lhes deu a vitória com perdas minímas. Depois de algumas ondas de ataques, os réspeis já tinham várias armas roubadas dos soldados arqueanos somada as do contrabando, sem falar que essas ondas de ataques diminuiram o contigente militar significantimente, deixando o castelo Di Sarrah desprotejido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora era o momento de atacar! A noite através das entradas secretas dadas por Renê, os réspeis se infiltram sorrateiramente no castelo. Os vigias são facilmente mortos. Era hora de penetrar na parte alta do castelo. Onde se encontra a cúpula de governo. Di Sarrah e os lesgiladores. De maneira resumida ocorreu uma grande carníficina naquela noite. Os ventos da mudança já passavam pela ilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na praça em frente ao castelo, uma praça que antes era exclusiva das oligárquias para o ócio, agora é tomada pelos populares. Ainda faltava Guilherme, este estava preso, o tratamento com ele deveria ser especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por favor, Denis não o mate!" - implora Renê, Denis contrapõe - "Por que tanta compaixão por este homem que te fez tão infeliz?" - Renê insiste - "Denis por favor, ele é o pai dos meus filhos, podemos manda-lo para o exílio e..." - Denis interrompe botando a mão em seu ombro - "Renê eu entendo, mas ele é muito perigoso para ficar vivo, fora que ele vivo será mais um motivo para Aporue acabar com a revolução. Tudo que posso fazer é pedir que tire seus filhos daqui, eles não precisam ver isso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante toda noite da tomada, Filipi e Fernando ficaram escondidos com a mãe, isolados de tudo que acontecia. Desta vez Renê os leva para o alto de uma torre, isolados de todo esse fervor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande palco foi montado, com um grande aparelho de decaptação trazido de Franquel (província de Aporue), todo povo parou para assistir seu líder ser subjugado. Com uma saraivada Guilherme di Sarrah é levado ao palco algemado, nem a sombra do poderoso homem que era há um dia atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não parece tão poderoso agora Di Sarrah?" - disse um dos companheiros de Denis. O humilhado Guilherme apenas abaixa a cabeça. Ainda faltava o carrasco, a multidão clama por Denis. Ele se aproxima com Guilherme na posição certa, após erguer a lâmina Denis pergunta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Últimas palavras?" - Guilherme pregueja pela última vez - "Seu verme réspel, não importa quem você é, morro aqui e entro para história... - Denis eu interrompe - "Você se lembra, daquele artesão que ia ao seu castelo, pois é, ele cresceu viajou e aprendeu, e você está prestes a morrer nas mãos dele. Eu sou Denis o último dos Cógitos!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande manifestação de alegria vem da multidão quando a cabeça é decepada. Denis à pega e começa a gritar:&lt;br /&gt;"Este é o símbolo da repressão e da submissão aos Aporuenses. Meus irmãos, há muito tempo éramos um só povo! Arqueanos e Réspeis não deveriam existir. Somos os mesmo povo, unido, forte e guerreiro. Por isso nem Arquéia nem Respéia o nome do nosso país agora é Equalia! Quem aprova? LIBERDADE! IGUALDADE! FRATERNIDADE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim Denis termina o seu discurso inflamando a multidão já enloquecida que o sauda como novo líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No castelo Di Sarrah Renê, tenta controlar os filhos, mal sabia ela que atráves de uma fresta na parede Fernando viu seu pai ser decaptado, e Filipi apesar de nada ter visto sabia o que havia acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da euforia é hora de botar a mão na massa, Equalia precisava de muita coisa. Uma carta de Ideos chega de Aporue:&lt;br /&gt;"Ora, ora, ora... meus parabéns, confesso que estou supreso, não imaginei que você chegaria a esse ponto, confesso que o substimei caro aprendiz. Agora falemos sério, esta foi uma pequena vitória, Aporue se virará com tudo contra sua revolução. Equalia (é tão estranho esse nome) passará por sérias dificuldades. Lembre-se a vitória total só virá quando todo o mundo se encontrar livre, não apenas Equalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz e supreso, Ideos"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma posicionando-se na cadeira Denis reflete sobre o futuro de Equalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua...&lt;br /&gt;(A próxima é a última parte, prometo hehe)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-620514314615145248?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/620514314615145248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=620514314615145248' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/620514314615145248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/620514314615145248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/04/o-conto-das-duas-pontes-uma-utopia.html' title='O conto das duas pontes - Uma utopia chamada Equalia'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4515808539273785303</id><published>2010-04-04T20:31:00.002-03:00</published><updated>2010-04-04T21:07:56.204-03:00</updated><title type='text'>O tempo inexistente</title><content type='html'>&lt;em&gt;" Os acontecimentos são tomados da vida social. As divisões de dias, semanas, meses anos e etc, correspondem à periocidade dos ritos, das festas, das cerimônias públicas. A base da categoria "tempo" é o ritmo da vida coletiva. Um calendário expressa o ritmo da atividade coletiva ao mesmo tempo em que tem por função assegurar sua regularidade. O mesmo acontece com o espaço."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Émile Durkheim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, o tempo não existe. Depois que li esta passagem em um texto da faculdade comecei a divagar sobre o assunto. Pensando bem, o tempo é apenas uma invenção social para regularizar nossas atividades. Não passa de uma divisão fracionária para que os indivíduos saibam, o que fizeram, fazem e farão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse o autor, separamos as datas importantes para fazer as celebrações, entretando não é sobre isso que quero falar. Imaginemos se não houvesse tempo, naturalmente ele não existe, mas e se assim fosse até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca teve aquela sensação em um momento de férias olhando para o nada, parece que o "tempo não passa". Exatamente meu caro, ele não passa porque não existe, simplesmente isso. Eu considero esses momentos ótimos, cronológicamente congelados, a vida sem afazeres é assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Durkheim disse, é o tempo foi criado para periodizar nossas atividades. Imagino também que seja por isso que a casa de nossos avós as vezes parece imutável, o tempo não passa. Não passa porque não simplesmente não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É extremamente utópico mas começo há imaginar, imagine um lugar sem tempo, um lugar as atividades são livres desprendidas e soltas. Alguns irão argumentar que o sol nasce e se põe, que isso representa a passagem do dia pra noite, logo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu prefiro ver de outra forma, a Terra apenas completou uma volta em torno de seu eixo, ela se move,  entretanto isso não representa o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a vida fosse constítuida de fatos efêmeros não haveria passado, não haveria do que lembrar. Também se argumenta, mas nós envelhecemos, então o tempo passa. Não, o nosso corpo envelhece, nós condicionamos o tempo pela nossa velhice, nos comparamos com o passado, como éramos e como somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo fosse único e imutável, o tempo seria inexistente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4515808539273785303?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4515808539273785303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4515808539273785303' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4515808539273785303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4515808539273785303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/04/o-tempo-inexistente.html' title='O tempo inexistente'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-2266930198693367778</id><published>2010-04-02T22:42:00.003-03:00</published><updated>2010-04-02T23:44:42.781-03:00</updated><title type='text'>O primeiro de abril</title><content type='html'>RÁÁÁÁÁÁ... PRIMEIRO DE ABRIL!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia da mentira. O dia onde tradicionalmente, se faz uma pegadinha com alguém. Dia onde mentimos, enganamos e ludibriamos. Afinal é permitido né... um dia só. Começemos por este texto, que fala sobre o dia 1 mas escrito no dia 2. Ou então meu querido Botafogo, que conseguiu a proeza de ser eliminado da Copa do Brasil, por um time sem divisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é, parece que algumas pessoas se esquecem que é só um dia. Alguns acham que todos os dias são como o primeiro de Abril.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Como alguns sabem, sempre abominei essa juventude consumista fútil que temos. E não sei porque sinto mais raiva ainda da juventude consumista fútil de Goiás. Enfim, voltando ao ponto, é incrível como em uma balada ou em um bar, tudo é uma grande mentira, as roupas, os perfumes, as mulheres e os homens. Tudo por uma "pentada"! Até nome, idade e profissão são mentidas, para lhe conferir mais status. Infelizmente não posso negar, que em certo momento já me agreguei há essa massa... ergh!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As mentiras continuam... alguém lembre aos nossos legisladores, que só um dia é permitida a mentira. O dia 1 de abril, parece durar todo o mandato dos nossos ilustres deputados e senadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O casal Nardoni continua mentindo mesmo estando os dois presos, Arruda continua mentindo e "perdoando" seus "caluniadores". As grandes potências continuam mentindo querendo resolver o aquecimento global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enfim, a vida é uma grande mentira. Sempre nos deslumbramos quando temos nosso universo expandido, e querendo negar as "mentiras" de outrora. Sempre tem aquele casal, que os dois viajam separados, entretanto, a mulher tem um amante e o homem está preste a arranjar várias amantes, saindo com os amigos solteiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que mais? Nossos ideais, vamos continuar mentindo! A natureza está sendo destruida e a miséria só aumenta. Quando iremos nos tocar, que o ambiente climatizado é uma mentira, enquanto o mundo superaquece ou então enquanto comemos nosso big mac tranquilamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas antes quem tem parar de mentir é este autor, espero parar de mentir enquanto ainda é tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;OBS: Quem não entendeu o termo "pentada", use a imaginação :D&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-2266930198693367778?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/2266930198693367778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=2266930198693367778' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2266930198693367778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/2266930198693367778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/04/o-primeiro-de-abril.html' title='O primeiro de abril'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-332539774055584358</id><published>2010-03-28T21:15:00.002-03:00</published><updated>2010-03-28T22:32:18.373-03:00</updated><title type='text'>Dias nublados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não sei porque, mas dias nublados me acalmam. Parece que há uma clemência, "fique em casa. Não vá a rua." Afinal de contas, vivendo no Rio, dias ensolarados movem o carioca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu não, nada contra dias ensolarados. São ótimos quando você tem algo para fazer, te dão disposição (o único problema é o calor). Mas ai entra o problema, tem dias quentes que tudo a sua volta clama "saia de casa, faça algo, olhe como o dia está bonito."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não querendo bancar o antisocial, mas odeio sair por obrigação ou por imposição, digo isso no sentido de diversão. A diferença dos dias nublados é que não há essa pressão. "Ih vai chuver, é melhor ficar em casa." Sem falar no calor que fica mais ameno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente acho o Rio fica muito bonito quando está nublado. Andar pela zona sul, com aquela paisagem cinza me acalma. Sabe como disse, está nublado, não tem porque sair. Se você sai é por sua conta ninguém te enxe o saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas acho que isso é devido a minha formação, afinal parece que quanto mais perto do mar, mais quente e ensolaradas são as pessoas. Enquanto a distância do mesmo, as torna frias e nubladas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-332539774055584358?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/332539774055584358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=332539774055584358' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/332539774055584358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/332539774055584358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/03/dias-nublados.html' title='Dias nublados'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-7830621963207906503</id><published>2010-03-25T13:18:00.002-03:00</published><updated>2010-03-25T13:28:37.338-03:00</updated><title type='text'>Alòtropos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Tento procurar algo no fundo dos seus olhos&lt;br /&gt;Nao os encontro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu olhar e o meu&lt;br /&gt;Sao como o mar e o céu&lt;br /&gt;Quando ao mesmo tempo distantes&lt;br /&gt;Eles se tocam no horizonte&lt;br /&gt;No infinito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o grafite e o diamante&lt;br /&gt;Tao diferentes&lt;br /&gt;E, ao mesmo tempo,&lt;br /&gt;Feitos do mesmo elemento&lt;br /&gt;Uma alotropia curiosa&lt;br /&gt;E voce, sempre maravilhosa,&lt;br /&gt;Eh o diamante&lt;br /&gt;E eu o grafite&lt;br /&gt;(Meu humilde palpite)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;E mesmo muito diferentes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;O meu olhar e o seu&lt;br /&gt;Voce e eu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Ainda nao descobri este magico elemento do qual somos feitos&lt;br /&gt;Mas assim como procuro em seus olhos perfeitos&lt;br /&gt;Esconde-se ai um mistério nao resolvido.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-7830621963207906503?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/7830621963207906503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=7830621963207906503' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7830621963207906503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/7830621963207906503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/03/alotropos.html' title='Alòtropos'/><author><name>alex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13835063071945370560</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1618988649371077245.post-4865789775473068581</id><published>2010-03-13T23:18:00.002-03:00</published><updated>2010-03-13T23:35:42.995-03:00</updated><title type='text'>Crônicas Cariocas - O dia solitário</title><content type='html'>Acordo com aquela sensação, bem familiar, sem nada o que fazer. Termino meus afazeres ao acordar, e vou varrer a varanda. Ouço o esporro paterno, que nas entrelinhas quis dizer: "você é um derrotado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico meio zonzo com isso, tudo que quero é sair de casa, invento um compromisso só para ter um pretexto para sair. Fico rodando no shopping aqui perto onde almoço, e continuo a rodar mais um pouco e procuro o que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto para a casa, parece que as mães sentem quando suas crias estão mal, ela me liga. Praticamente desabo em lágrimas no telefone, óbvimente meu pai havia saído e pela primeira vez cogito trancar a faculdade e voltar a Goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo o conselho de minha mãe, vou andar no calçadão da praia, para espairecer um pouco. Fui ver minha vó que não estava em casa, e liguei para uma amiga que estava ocupada com um trabalho. Então andei por todo aquele caminho com a vista linda, mas na mesma intensidade era minha tristeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou até a casa de minha vó novamente e ela ainda não chegou, sento em um banco olhando o movimento. Eu ali sozinho, ver pessoas me faz sentir menos sozinho, mas o fato de saber que estas pessoas não interagem com você é horrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico vendo pessoas passarem, para lá e para cá, eu no banco. As pessoas conversam sempre acompanhadas, em casais e amigos. Depois volto pego ônibus de volta e passo no shopping mais uma vez, pensando em pegar um cinema sozinho, como já fiz em outras ocasiões. Volto para a casa tomo banho, como, vejo TV e escrevo esse texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah o Rio tem vários programas legais" "Sim, mas é preciso pessoas para faze-lo"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensar que há exatamente uma semana, estava eu no lugar que amo, com as pessoas que amo, fazendo coisas que amo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah pra que eu fui chutar o balde!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1618988649371077245-4865789775473068581?l=filosofiabarataeetc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/feeds/4865789775473068581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1618988649371077245&amp;postID=4865789775473068581' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4865789775473068581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1618988649371077245/posts/default/4865789775473068581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiabarataeetc.blogspot.com/2010/03/cronicas-cariocas-o-dia-solitario.html' title='Crônicas Cariocas - O dia solitário'/><author><name>Daniel Simon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05071284891598867774</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
